Preocupação
NÓS, OS LAÇOS E OS NÓS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Ao perceber que o carinho, a preocupação, a devoção e a presença incondicionais que você tem dedicado a uma pessoa começam a gerar desconforto, indagações oculares, e a ser recebidos como excessos, não se equivoque. Não retire os excessos. Retire tudo.
Relações freadas tendem a se tornar decrescentes, e as relações decrescentes agonizam... viram mortes lentas e silenciosas. Não vale a pena transportar o peso de um moribundo que, se dependesse do seu afeto, viveria plenamente até que a morte física impusesse o fim a uma trajetória que teria valido a pena.
Jamais implore recíprocas. Não peça esmolas de amores nem de amizades. De cumplicidade ou de confiança. Se uma das pontas de uma relação se torna esquiva, monossilábica e, principalmente, armada, quanto mais cedo a outra se render ao basta, menor será o sofrimento e mais breve a cicatrização.
Aprenda, você também, a não causar frustrações: se é para fazer esfriar, distanciar ou inibir depois, nunca deixe aquecer, estreitar nem criar empatia. Não cative, para não ser responsável. Você pode ser forte, marmóreo, blindado, inoxidável, mas muitos não são assim.
Leve-me pelas mãos a um lugar onde a única preocupação seja com o nosso interior e o único interesse seja a vontade de ser feliz.
A preocupação é inevitável, todos temos diante da vida e com os que convivem conosco. Já o bem estar consigo mesmo, esse vem de dentro e não depende do outro, é conquista particular.
Vivemos nossos dias com a pré-ocupação em alta. Precisamos nos afastar dos problemas, para vê-los a uma certa distância que nos possibilite pensar com racionalidade.
Transforme sua preocupação em arte, lendo informações que despertem sua confiança em algo produtivo.
“A plenitude do amor se dá quando, sem perceber, damos sem a preocupação de receber”
Ney P. Batista
Aug/17/2021
Não entendo a preocupação que os brasileiros têm de aprender o idioma dos estrangeiros que vêm aqui para o Brasil. Se são estes que estão vindo, por que eles não aprendem a língua portuguesa?
Preocupação pelo passado é uma perda de tempo com a regressão mental, espirtual e social, onde nenhuma decisão trará mudanças no presente e nem abrirá portas para o futuro, a menos que tire proveito de seus fracassos e se preocupe com o avanço de melhorias.
Que a única preocupação de hoje seja sorrir aquele sorriso há tempos perdido, contemplar as cores do dia, a brisa nos cabelos, trabalhar com alegria e apreciar um bom vinho ao fim do dia, afinal, a vida está sempre por um fio.
Se há alguma preocupação diária é o fato de não me esquecer que Deus está no controle da minha vida e que eu preciso ser controlado pelo Espírito Santo.
Preocupação pela vida alheia é jogar tempo fora, uma vez que Deus deu a inteligência para ocupar a vida do próximo com o bem.
