Preconceito Cultural
Se ser feminista for lutar pelos meus direitos de igualdade, se for poder dizer “não estou a fim” ao invés de mentir falando que “tenho namorado”,
se ser contra os “elogios” que me banalizam como mulher e que me constrangem de alguma forma, independentemente da roupa que eu estiver usando!
Se defender esse movimento conseguir fazer com que as pessoas entendam que eu SOU, SIM, MULHER, mas que se eu não quiser ter filhos, tudo bem, porque não é uma obrigação minha, e sim uma escolha.
Que nem sempre vou querer um compromisso sério com alguém e isso não fará de mim uma mulher sem valores, sem moral.
E ainda que eu cresça como ser humano, estudando e trabalhando em vez de ficar sempre a sombra de um homem, não te dará o direito de dizer que serei menos mulher por isso.
Se ser contra relacionamentos abusivos, estupros, violência doméstica e verbal é ser FEMINISTA, então te afirmo que sou feminista, sim! E acredito que todas as outras mulheres desse mundo deveriam ser feministas também.
[No Brasil,] O ambiente visual urbano é caótico e disforme, a divulgação cultural parece calculada para tornar o essencial indiscernível do irrelevante, o que surgiu ontem para desaparecer amanhã assume o peso das realidades milenares, os programas educacionais oferecem como verdade definitiva opiniões que vieram com a moda e desaparecerão com ela. Tudo é uma agitação superficial infinitamente confusa onde o efêmero parece eterno e o irrelevante ocupa o centro do mundo. Nenhum ser humano, mesmo genial, pode atravessar essa selva selvaggia e sair intelectualmente ileso do outro lado. Largado no meio de um caos de valores e contravalores indiscerníveis, ele se perde numa densa malha de dúvidas ociosas e equívocos elementares, forçado a reinventar a roda e a redescobrir a pólvora mil vezes antes de poder passar ao item seguinte, que não chega nunca.
Me diz que o rap não é cultura, o cultural é quem rebola.
Poe dinheiro no bolso vai na TV e faz cara de idiota.
Lambe-Sujo: Manifestação Cultural e Artística Indiarobense
Com raízes na Marujada, o Lambe-Sujo Samba Nego é uma tradição centenária do município de Indiaroba, marcada pela pele pintada com uma tinta orgânica feita de mel de cabau (melaço da cana) e carvão de umbaúba, preparado momentos antes da apresentação.
Empunhando espadas de madeira e usando o tradicional gorro – um adereço de palha de buri confeccionado por eles durante a preparação –, os integrantes são acompanhados pela figura da Boneca, uma personagem vestida com traje de quadrilha, maquiagem e acessórios. Equilibrando um cesto na cabeça, recheado com produtos naturais da nossa terra, como frutas decoradas com folhas, ela carrega nos braços uma boneca de pano. Seu papel é animar o grupo, dançando entre os integrantes e a plateia, além de recolher alguns trocados para apoiar a manifestação.
Com sua musicalidade e dança vibrante, o grupo representa a alegria dos negros libertos. Um dos participantes se caracteriza como Princesa Isabel, simbolizando a abolição da escravatura no Brasil.
A tradição se mantém viva em datas importantes como o domingo de Páscoa, o Dia do Índio e festividades do município e das cidades vizinhas. O encerramento da brincadeira acontece nas águas do Rio Real, onde os participantes se banham em um clima de descontração, risos e a autenticidade da sua musicalidade.
"Meu papagaio das asas douradas
Quem tem namorada fica
Meu papagaio
Quem não tem fica sem nada
Meu papagaio"
"Dá-lhe Tom, Nego da Bahia
E que dá e que dá, eu também quero dá"
O grupo é formado por vinte integrantes, entre eles figuras importantes como Chupinha, Cabelo Fino e Gean Carlos, que carregam consigo a tradição e a essência dessa manifestação cultural única.
Foto e Texto: Jorgeane Borges
Um Trabalho de Valorização e Incentivo Cultural
Capturar imagens como as vejo e revelar ao mundo a essência das coisas.
É um trabalho delicado, mas essencial.
Quando um olhar atento destaca a importância da permanência e do legado representativo, ele convida as pessoas a se enxergarem sob novas perspectivas, diferentes ângulos e projeções de sua própria grandiosidade.
Pode-se dizer que é também um ato de empoderamento.
Vamos nos orgulhar do que nos pertence, nos apropriar de nossas riquezas e raízes.
Mostrar ao mundo que somos um povo rico de ser e de saber.
Essa é uma forma de permanência e consciência cultural!
@lambe_sujos.sambanegro, o som do Samba de Coco que atravessa gerações.
Um grupo popular forte e valente, que transborda alegria com seu jeito único de brincar com a vida!
E eu?
Uma outra história… Acompanha meus passos. 😉🤗
O incentivo à leitura, além de ser uma importante ação cultural, promove também a inclusão social e o desenvolvimento de novas ideias.
Design não é arte, como definimos arte. Considero uma coisa orgânica no sentido social, cultural e econômico. Não considero uma coisa especial. As pessoas vêem coisas que fiz e não sabem que fui eu e eu acho ótimo. A busca da perfeição é o caminho do design.
Torcida do FLAMENGO, o MAIOR movimento cultural do país. MILHÕES de Rubro-negros que formam no Brasil e no MUNDO a MAIOR torcida esportiva do Planeta terra.
TODA moda cultural inventada por intelectuais de esquerda é prelúdio sedutor de crimes abomináveis. O multiculturalismo é o enésimo exemplo.
Poderia haver uma sujidade, uma impudência de qualquer natureza na vida cultural da nação em que, pelo menos um judeu, não estivesse envolvido?
Quem, cautelosamente, abrisse o tumor haveria de encontrar, protegido contra as surpresas da luz, algum judeuzinho. Isso é tão fatal como a existência de vermes nos corpos putrefatos.
Cristianismo não é uma religião cultural, porque não depende de uma cultura determinada; não é uma religião racial porque não depende de qualquer raça; não é uma religião de casta, de estamento, de classe, porque não depende de nenhum deles. O Cristianismo é a religião do homem concreto, do homem tomado em sua totalidade, e por isso independe inclusive do tempo.
O marxismo cultural não tem legitimidade para levantar a bandeira dos "direitos humanos", até porque nos últimos 100 anos milhões e milhões foram executados por seus governos.
Ser escritor num país
que tem uma elite cultural
repleta de analfabetos funcionais
é tarefa bastante perigosa...
O mundo sócio cultural, em que vivemos, não permite que as crianças cresçam com autonomia de pensamento.
Herança maldita de uma alma colonizada, o brasileiro, filho do latifúndio cultural, trocou o libré do barão, que fingia a classe francesa no salão de visitas, pelo jeans rotoso do cowboy ianque na tela do celular.
Se antes ele engoliu, sem digerir, o luxo de Versalhes, hoje mastiga, sem paladar, o fast-food de Hollywood.
Nesse pandareco tropical, onde a identidade é falsa e vestida como fantasia de outlet, onde o samba de raiz é embalado em plástico-bolha digital pra ser entregue como experiência cultural, e o forró virou trilha sonora de app de delivery, tudo é branding, tudo é pitch, tudo é mindset.
O gerente se chama leader, o chefe virou head, e até o cafezinho foi promovido a coffee break.
Em vez de ideias, fazem brainstorm. É tanta sigla em inglês que o trabalhador já esqueceu como se pede um aumento em português.
E nesse co-working de muros baixos e inglês improvisado, confunde-se exploração com oportunidade, e subordinação com sofisticação.
"As Danças Ciganas, por tantas ramificações, carregam muitos povos e riqueza cultural, facilitando uma conexão saudável e terapêutica com nossa Ancestralidade. Além dos inúmeros benefícios físicos para o corpo, ela desperta muitos sentimentos positivos, como a alegria. Permita-se Dançar, Permita-se transformar pelo Ritmo Cigano."
Nossa Cor
Que o preconceito não me atropele
que cada qual tenha o seu valor
que toda igualdade se revele
que o ódio não vença o amor
que eu admire a tua pele
que tu respeite a minha cor.
