Preciso te ver todos os Dias

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Fiz uma dieta rigorosa. Cortei álcool, gorduras e açúcar. Em duas semanas perdi 14 dias.

Após ter te conhecido, minha vida mudou, tudo ficou mais alegre, os meus dias tristes se tornaram felizes, graças a você, minha amiga. Hoje minha vida sem você não tem sentido, você é aquela amiga de todas as horas, tá sempre comigo. Hoje eu posso dizer que você é a minha vida, porque sem você eu não vivo.
É muito fácil relembrar momentos felizes que passei com você, pois foram tantos... e todos muito especiais para mim. Não passa um dia que eu não me lembre de você, passo o meu dia inteiro pensando em você.
Você é muito mais do que minha amiga, é minha irmã. Eu te amo demais, para sempre, mesmo que o sempre não exista. Você sempre estará no meu coração.

Neste momento parei tudo que estava fazendo porque pensei em você.
Lembrei do quanto você me faz sorrir e ser feliz.
Isso aconteceu no ano passado, mês retrasado, há quinze dias,
esta semana, anteontem, ontem...
Nossa! Você notou que está sempre me fazendo sorrir?
Que sua palavra amiga sempre chega na hora certa?
Que quando mais preciso de incentivo,
e penso em desistir de tudo,
é você que me dá forças para continuar essa batalha?
Pois é...
Por tudo isso estou sempre pensando em você.
Então resolvi enviar este cartão para agradecer seu carinho,
sua amizade, sua presença na minha vida.
E para dizer que...
você mora no meu coração.

Esses poemas são para a minha eterna melhor amiga e irmã, Amanda. Eu te amo muito!

Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados. Não sabe como sou muito grata por nosso pequeno infinito.

Hazel Grace
A Culpa é das Estrelas (2014)

Nota: Filme baseado no livro "A Culpa é das Estrelas" de John Green

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Linda é a poesia que Deus escreve em cada detalhe dos nossos dias! Feliz é quem tem a serenidade na alma para poder sentir a paz em cada verso!

Não tenho culpa se meus dias têm nascido completamente coloridos. Simplesmente quando eu acordo decido que quero ser feliz, mas alguns ainda cismam em querer borrar minhas cores. Muito menos tenho culpa se o meu sorriso é verdadeiro, espontâneo e acontece por motivos bobos, mas especiais pra mim.

Não tenho culpa se meus passos nem sempre são firmes. Eu não sou perfeita. Eu tropeço e caio de vez em quando, na verdade, caio bastante e isso não me machuca. Tenho certeza que a cada tombo eu consigo levantar mais forte.

Meus olhos têm tido um brilho bem mudado ultimamente. Eles brilham diferente e intensamente à cada dia e começo a me preocupar. Tenho medo da velocidade dessas alterações.

Na minha melhor concepção de 'mundo completo', não consigo entender a existência de algumas pessoas, apesar disso não me preocupar tanto. O que eu menos consigo entender é o porquê de certas atitudes. Ok. O mundo não é dos mais justos mesmo.

Ainda sim, tenho bastante lápis de cor e várias pessoas com bastante deles também. Pra quem quiser pintar um pouco mais de alegria na vida, até empresto os meus. Empresto. Só, por favor, não tentem borrar os meus dias. Eles estão ótimos pintados da cor que estão.

fernanda probst

Nota: Texto publicado em Junho de 2007. A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Martha Medeiros.

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° ೋ✿ Uma semana maravilhosa e abençoada esta chegando !
Que os nossos dias sejam radiantes , com alegrias e sorrisos ... que as dificuldades nos fortaleçam e nos façam crescer espiritualmente como pessoas de bem , compartilhando sempre muitas esperanças !
Um carinho especial para vocês que sempre iluminam meus dias com a sua amizade tão linda ! ° ೋ✿ Beijos na alma anjos !
° ೋ✿ Liahna Mell

O cérebro é o órgão mais fantástico do ser humano... Ele trabalha 24 horas, 365 dias, desde o nascimento até você se apaixonar.

Aqueles dias que você não sabe o que tá pior: Sua cara, seu cabelo ou sua vida.

Sofrer na vida é inevitável, ficar imune a isso impossível,
acreditar que dias melhores virão é essencial.

Você é única
Uma pessoa que alegra meus dias
Você é espontânea, sincera, especial
Você é tudo pra mim
Você é meiga, carinhosa, tem um jeitinho único
Desde a primeira vez que te vi você chamou minha atenção,
Essa inocência de menina.
Linda, você é tudo
Inigualável, incomparável, insubstituível,
Enfim você pra mim se tornou perfeita.
Vida minha, amo-te

Hei!!!
Linda Estrela!!!
Aquela que faz de simples dias
Dias especiais.
Que ilumina
A profunda escuridão.
Você é a razão da beleza
Do encanto e da magia.
Você é a presença da ternura
Com jeito de atrevida
Ou com rosto de Anjo.
Você é uma estrela
Aos olhos de Deus...
Linda estrela
Repleta de Sabedoria
E compreensão.
Você sabe seduzir
Sabe conquistar...
Sem seu brilho
A beleza não existiria
O encanto não seduziria.
Seus olhos
Hipnotizam a todos a sua volta.
Seu sorriso é a arma
Que acerta o alvo
Chamado Corações,
Que facilmente se torna dona deles.
Porque és um estrela abençoada
Estrela chamada
BIANCA.

A cada amanhecer renova-se a esperança de dias melhores. Com a luz de um novo dia ressurgem novos sonhos trazendo novos sorrisos. Basta acreditar, a felicidade chegará!

O que me nutre é a esperança
(mesmo minúscula)




Há dias em que a mente para e o corpo permanece aceso — aceso de impossibilidade.
Penso com precisão cirúrgica, mas não atravesso o quarto.
O chuveiro vira montanha, o cabelo vira florestas que não domino,
a pia é um mapa de guerras que não escolhi lutar.
Abro a geladeira e nada combina com nada;
as panelas, como constelações desconhecidas, me olham de volta.


Eu sei o que fazer.
Eu só não consigo começar.


De fora, pedem senha: “Fala. Pede ajuda. Sorri.”
Quando falo, dizem que me exponho; quando calo, dizem que me escondo.
Se aceito convite, tenho medo de ser peso; se recuso, pareço descaso.
Não é orgulho. Não é ingratidão.
É que o corpo virou freio de mão num carro em descida.
E eu, para não atropelar ninguém, puxo mais forte — e paro.


Meu avô sussurra de um lugar antigo:
“Veja onde deposita a confiança.
O melhor amigo do seu melhor amigo… não é você.”
Aprendi a guardar as palavras para que não me devolvam em lâminas.
Mas guardar também dói — o silêncio incha, aperta, afoga.


Dentro, uma assembleia: anjos e demônios.
Os anjos falam baixo: “Respira. Existe um depois.”
Os demônios gritam com provas: a bagunça, o atraso, a lista de não feitos.
E eu, no meio, tentando não me perder dos dois.
Não são eles que me nutrem; se algo me sustenta, é outra coisa —
um fio de luz quase microscópico,
uma esperança que cabe entre a unha e a pele,
mas que ainda assim puxa o meu nome de volta para mim.


Às vezes olho para frente e só vejo um eco.
Não me reconheço no futuro que inventaram para eu caber.
A estrada é reta, sem desvios: seguir — arrastando ou não.
E, na beira da estrada, um abismo bonito demais.
O desejo de pular tem cores. A vista é linda.
Eu sei. Eu vejo.
Mas fico.
Fico pelo quase, pelo mínimo, pelo que ainda pode nascer do pó.


Há também a casa — esse espelho ampliado.
O acúmulo desenha no chão a cartografia da minha exaustão.
Cada objeto fora do lugar me aponta que falhei em existir.
E, ainda assim, entre a louça e o cansaço, às vezes encontro um gesto respirável:
um copo lavado.
Um fio de cabelo preso.
Uma toalha estendida como bandeira branca.
São pequenos tratados de paz com o dia.


Eu não sou o centro do mundo — e isso, por vezes, me salva.
Penso no outro antes de pedir.
Não quero ser fardo, não quero ser vitrine, não quero ser caso.
Mas também aprendi: quem quer ajudar, chega sem barulho,
senta no chão da minha sala, não corrige meus mapas,
e, se nada puder fazer, empresta o silêncio — aquele que não julga.


Escrevo para não me perder de mim.
Se um dia eu cair, que esta página seja pista: lutei mais do que pude.
Se eu ficar, que estas linhas sejam prova: a esperança, mesmo minúscula, ainda alimenta.
E se amanhã for só um pouquinho mais macio do que hoje,
já terá sido milagre suficiente.


Não prometo grandiosidades.
Prometo o próximo gesto possível:
abrir a janela;
encostar a testa no azulejo frio;
deixar a água tocar a nuca como quem batiza;
pentear um nó;
lavar um prato;
responder “talvez” a um convite;
aceitar um abraço que não pergunta nada.


Eu caminho dentro de uma fé tímida — às vezes vacilo, às vezes desacredito.
Olho para o céu e digo: “Se houver um Deus, que me veja quando eu não consigo.”
E quando não sinto nada, ainda assim repito — por teimosia, por pequena ousadia.


Se amanhã eu não chegar inteira, me perdoa.
Se eu chegar, celebra comigo esse quase invisível triunfo:
o fio de vida que atravessa a noite e acende um ponto no escuro.


No fim, é simples e é imenso:
o que me nutre é a esperança.
Por mais minúscula que seja.






Jorgeane Borges
06 de Setembro 2025

Despedindo-me em Silêncios


Há dias em que me percebo partindo sem sair do lugar.
Não é fuga, é cansaço de permanecer inteira.
Vou me desfazendo devagar,
como quem solta o ar e deixa o corpo repousar no intervalo.


Já não há pressa em resistir.
A resistência virou hábito, quase uma oração muda,
dessas que não se aprendem, apenas se sentem.


Deixo pedaços meus em cada esquina do dia
um pouco na roupa pendurada,
outro no copo que esqueci de lavar,
e tantos nos silêncios que deixei falando por mim.


Não há ruído na minha ausência;
há um eco que insiste em sussurrar: “ainda estou aqui”.
Mas estar tem me custado caro,
como se cada gesto cobrasse uma parte da alma.


Não quero piedade, nem perguntas.
Quero apenas o direito de ser brisa,
de existir em fragmentos,
de não precisar me reconstruir hoje.


Se um dia eu me dissolver inteira,
não busquem culpados,
apenas saibam que eu tentei.
E que, em cada fragmento que deixei,
havia uma tentativa de ficar.

Ainda Não


Há dias em que o corpo pesa mais do que a alma.
E, mesmo sem feridas visíveis, tudo dói.
O respirar dói.
O levantar dói.
O existir... exaure.


Há algo dentro de mim que grita em silêncio,
pedindo socorro, mas sem força para pedir.
Como se eu esperasse que alguém qualquer um
ouvisse o som do que não digo.


Eu me sinto como quem tenta juntar os cacos
de um vidro que insiste em se cortar nas próprias mãos.
Tento reconstruir o que já não sei se pode ser reconstruído.
Mas, mesmo fraca, ainda espero —
porque uma parte de mim ainda acredita
que não é tarde demais.


Talvez eu não precise de promessas,
nem de frases bonitas,
só de alguém que diga: fica.
Fica mais um dia.
Mais um respiro.
Mais um pedaço de esperança.


Porque, por mais que tudo em mim peça fim,
ainda não estou pronta para morrer.
Ainda não.
Só quero que alguém me tire daqui —
desse lugar onde tudo é dor e silêncio,
onde a alma sangra e ninguém vê.


E se um dia eu não conseguir mais pedir ajuda,
que este texto grite por mim:
eu só queria viver,
mas de um jeito que não doesse tanto

⁠Tem dias, que a tristeza, tenta me engolir

Viver com alegria

Não sobrecarregues os teus dias com preocupações desnecessárias, a fim de que não percas a oportunidade de viver com alegria. Não cultive desafetos, recordando que a aversão por determinada criatura é, quase sempre, o resultado da aversão que lhe impuseste. Aprenda a desculpar infinitamente para que os seus erros, à frente dos outros, sejam esquecidos e perdoados.

Por mais que os dias pareçam bonitos, prometam sorrisos e alegrias, à noite nos encontramos com as mesmas lágrimas e com a mesma solidão, porque alguém querendo ou não, quebrou em pedaços seus sonhos e matou primeiramente a esperança levando todo o resto a falecer com ela.

Tenho a alma esfomeada. Gosto de laços afetivos, de dias seguintes, daquela intimidade conquistada com o tempo.
Acho bonito quem tem vontade de amar. Porque não é nada fácil, eu sei...

Mas há dias em que nada faz sentido e os sinais que me ligam ao mundo se desligam