Preciso e Gosto de Intensidade
Aceitei meu erro, corrigi minhas ações,
Lutei contra mim mesmo.
Essa foi a pior de todas as lições:
Não consegui me tornar perfeito,
Mas tentei alcançar, então.
É difícil trilhar o caminho da vida sem se ferir em espinhos,
Percebi que a perfeição é o alvo,
A direção que se deve alcançar.
Tenacidade é a palavra-chave,
Para não desistir de caminhar.
Poema de minha autoria: Lucas S. de Siqueira (LSS).*
Às vezes viajo no tempo,
Às vezes é o tempo que viaja em mim.
Às vezes eu paro no tempo,
Às vezes o tempo também para para mim.
Às vezes dou tempo ao tempo,
Às vezes o tempo se esquece de mim.
Às vezes envelheço no tempo,
E o tempo sempre, sempre envelhecendo dentro de mim.
Poema de minha autoria:
LSS.
Entre queda e Fôlego
Caí, mas levantei inteiro.
Não por orgulho, mas por instinto.
A dor me ensinou que o fundo
É só o início de um novo capítulo.
Sangrei sonhos, chorei vontades,
Mas nunca me rendi ao fim.
Pois quem carrega esperança no peito
Transforma cicatriz em jardim.
Coragem de Quem Cala
Calado, mas não parado.
Silêncio que grita esforço.
Longe dos olhos do mundo,
Lapido meus próprios ossos.
Não preciso dizer que sou forte,
A vida já mostra o que fiz.
Na calma do passo lento,
Vou desenhando o meu país.
Universo de Dentro
Carrego um céu que ninguém vê,
feito de estrelas que brilham por fé.
Não sou espaço, sou explosão,
um infinito em combustão.
Entre o Vento e a Pedra
Sou vento que insiste,
sou pedra que resiste.
No meio, o tempo ensina
que tudo fere, mas tudo afina.
O Grito Invisível
Grito em silêncio para não ferir,
mas cada ausência é um porvir.
Quem não escuta, não sabe a dor
de quem sorri sem ter amor.
Cicatriz Azul
Minha dor tem cor de céu,
brilha calma, sem troféu.
É cicatriz que não sangra mais,
mas ensina o que a pressa desfaz.
Raiz que Voou
Criei asas onde era raiz,
abandonei o chão por ser feliz.
Nem todo voo precisa altura,
às vezes basta a alma mais pura.
Não nasci corretor. Me tornei.
Aprendi que o mundo não entrega tudo pronto — ele testa, molda, aperta... mas ensina.
Enquanto alguns viam tijolos, comecei a enxergar possibilidades.
Onde muitos viam apenas lotes vazios, eu via o começo de um novo capítulo na vida de alguém.
Não foi fácil. Houve dias em que a porta se fechava antes mesmo de eu bater. Mas eu insisti.
Com o tempo, entendi que não vendo casas — entrego recomeços.
Hoje, cada chave que coloco nas mãos de um cliente carrega também a minha história: de luta, fé, e propósito.
Porque ser corretor, pra mim, nunca foi sobre imóveis. Sempre foi sobre pessoas.
Quando tudo era silêncio
Quando tudo era silêncio, ouvi meu próprio chamado.
Não tinha placas, nem portfólio, nem carteira cheia — mas tinha coragem.
Fui batendo porta por porta, sem saber se iam abrir. Algumas se fecharam antes mesmo do bom dia.
Mas as que abriram... ah, essas me mostraram o valor de não desistir.
Descobri que o corretor não trabalha com imóveis — ele trabalha com destinos.
E hoje, cada venda não é só uma conquista. É a confirmação de que valeu a pena acreditar.
No início, ninguém acreditava que eu conseguiria.
Me olhavam como mais um tentando vender casas.
Mas eu não vendo casas. Eu apresento futuros.
Em cada atendimento, deixo um pouco de mim: meu respeito, minha escuta, meu compromisso.
Já fechei contratos às pressas e também com lágrimas nos olhos.
Porque a venda é só um detalhe. O que importa é saber que alguém vai dormir tranquilo, grato por aquele novo começo.
E nisso, ninguém me ensina. É dom. É entrega. É missão.
