Preciso e Gosto de Intensidade
Ela não tem asas
Mesmo assim, sabe voar
Ela desfila no céu de brigadeiro
Com seu gosto peculiar
Ela... adoça meu paladar
Ela dispensa roteiro
O caminho do próprio corpo
Faz o meu se excitar
Feito queda, um vôo profundo
Tão livre, desinibida
Entre as nuvens, seduzindo as estrelas
Ela aterrissa... recarrega as energias
Me convidando ao prazer
Que somente ela sabe proporcionar.
O gosto de junho
O vento de outono ainda lembrava o som da sua risada. Ela não sabia mais o que sentia ao ver seu nome escrito num papel antigo, era ternura, era tempo, era um tipo raro de saudade que não dói, só abraça. E de tudo o que ficou, o que mais voltava era o sabor daquela comida estranha, feita com mãos que tremiam só de vê-la feliz. Naquele 12 de junho, à sombra da árvore que abrigava dois corações sem morada, ela descobriu que o amor, às vezes, não precisa durar… só precisa ter existido.
O silêncio é bom. Gosto de ouvir o som do meu interior. É com o silêncio que consigo seguir o rumo de meus pensamentos.
Uma música, um desenho animado... Me diverte tanto. Estar com quem gosto então... Ver a lua redonda no céu... Rir até ficar cansada! Ah... É tão Bom e me faz tão feliz.
Gosto de pessoas estrelas...
Que cativam com seu sorriso.
Gosto de pessoas sol...
Que aquecem com um olhar...
Gosto de pessoas luz...
Que iluminam tudo ao redor.
Gosto de gente de paz...
Porque fazem um mundo melhor.
Delicadezas são adoráveis... sensibilidades gosto de ter... todo o universo cria coroas de luzes Iluminando esse modo de ser.
E o cansaço era grande, mas como eu gosto de criar levezas, abandonei o que não tem valor e segui criando a beleza que se encontra na vontade de ser feliz.
Amo ver a chuva caindo mas gosto de ser sol... gosto de aquecer e clarear tudo ao redor e fazer parte de nosso mundo melhor.
Realmente eu não tenho todas as coisas de que gosto, mas o que eu tenho já me conforta, aprecio demais. Me faz feliz e é por isso que agradeço.
Gosto do inusitado, do novo, mas a rotina nunca me incomodou. Não tenho o desassossego desvairado pela novidade. Me acerto bem com as emoções e situações conhecidas. Principalmente aquelas que me dão satisfação.
Sou mulher, sou menina; sou o que sou - amo a vida, brinco, dou risada do desconhecido! Gosto de sentimentos verdadeiros, choro quando algo me entristece, perdoo quando me deixam triste ou fazem mal para mim. Me decepciono também com as pessoas mas logo esqueço... Tenho medo, medo do que vão pensar de mim e muitas vezes "paro neles" - mas nunca deixo de lutar. A saudade me sufoca pela falta dos que amo e "faço festa" quando vejo alguém que pra mim é especial... Sou assim: amiga, menina, mulher sou assim: até quando Deus quiser...
Ando pelas ruas como se estivesse em um filme de mau gosto , como se eu não fizesse parte deste mundo, assisto como as outras pessoas como se tudo que eu acredito não existisse mais parece que todos perderam a fé... A fé no amor, a fé nas outras pessoas, a fé que tudo pode melhorar. Quando eu era criança acreditávamos que um dia encontraríamos a nossa princesa , a nossa metade hoje parece que ninguém mais acredita nisso ouve se apenas a palavra "curtir" um curtir estranho como se o curtir fosse somente usar outras pessoas francamente não entendo!!!!
No cristianismo o sal quando perde o gosto só serve para ser pisado; da mesma forma igreja sem propósito, pode ser bonita e organizada, mas ao Reino não serve;
Acho que eu não consigo continuar fingindo que não gosto de você.
(Shane Hollander)
É tudo tão turvo
Inebriado
Mas tem seu cheiro
E gosto do seu batom
Posso ficar feliz
De não enxergar
Ou triste
De só imaginar
Não sabendo
Acho o que quiser
Sem certeza
Posso ser o único de pé
Esperando pra dançar
A música que só eu ouço
Mesmo assim eu torço
Pra não pisar no pés
De quem me tira o chão
Toda vez que abro os olhos
E fico nessa escuridão
A tatear
Em sua frente
Um futuro que eu invente
Ou talvez exista
E resista
Com medo de se mostrar
