Preciso e Gosto de Intensidade

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Querer não é poder. Agir é preciso!
O verdadeiro poder nasce da união entre querer, planejar e agir, transformando intenções em atitudes concretas.

É preciso respeitar otempo.

É preciso Sonhar
Ainda que os pesadelos rondem
Sonhar é preciso...

“” Como é doce ser feliz..
Não, doce engorda.
Então acorda
Pra ser feliz é preciso de um pouco de loucura...””

“” É preciso olhar dentro da alma
Ver as falhas, os medos, as dores
E recomeçar com garra
Com fé, com paixão
Deus dará a força necessária ...””

"" Navegar é preciso
mas haja mar
pra tanto desejar

Navegar ao sol
as cores do dia
nada se perde , bronzeia
tudo é mar
de amar...""

"" Tem horas que a vida nos coloca em situações que é preciso muita elegância para suportá-las...""

há um tempo em que é preciso reciclar
jogar fora coisas velhas,
velhos hábitos, roupas , sonhos
e no aflorar das mudanças é preciso aprimorar o riso
pode ser que algumas coisas velhas queiram transformar-se em lágrimas
não,não podemos voltar, o tempo é exemplo que é pra frente que se vai
passado é objeto morto, coisas velhas
lá estão sonhos que não deram certo
ousadias infundadas, casas em péssimo estado.
reciclar, olhar para o futuro
almejar novos sonhos
fazer uma casa nova e nela sorrir
pois o futuro nos pertence
e é só o que temos...

Com licença,
preciso invadir seu mundo,
de preferência pelo coração...

" Para se ter possibilidades é preciso estar livre, quem se prende a algo ou alguém, infelizmente limita-se e muito...

Eu jamais compraria um sorriso, mas não ligaria em gastar o que fosse preciso, só para ver quem eu amo, sorrindo...

Eu preciso de você, você precisa de mim. Não desiste assim. Nessa vida é pra a gente ir junto até o fim.

Só amor não basta.
É preciso ter sonhos e projetos juntos.

Eu aprendi que só amor não basta.
É preciso compartilhar sonhos, projetos e a vontade de caminhar juntos.

Todo dia a vida me ensina.
A não gastar meu preciso tempo, com fanáticos, sejam do segmento que for.

Preciso te contar um segredo


Preciso te contar um segredo. Mas que fique só entre nós, tá? Não quero ouvir meu nome passeando nas conversas tortas que o povo adora ter. É tanto papo furado pra mentes tão pequenas, né? Mas, enfim, vamos ao que interessa: sabia que o seu cheiro não sai da minha blusa? Pois é! Desde o nosso primeiro abraço, o seu perfume ficou na minha roupa e na minha mente. Esse aroma eu aposto que reconheço em qualquer lugar do mundo. Não consigo descrevê-lo bem, mas tem um cheiro de pedaço de felicidade misturado com pitadas de adrenalina, e aquela porçãozinha de desejo pra dar um toque especial. É um cheiro de alguma coisa que eu não sei o que é. Talvez essa coisa seja algo totalmente novo pra mim. Droga! O que foi que você fez pra me encantar tão rápido assim? Cara, você é realmente muito bom com feitiços, preciso admitir. Não existe outra explicação! Ou quem sabe até exista, talvez seja porque......... sei lá.......... não, de verdade, não existe. Agora, com o caso já apurado e a sua sentença decretada (me deixar morar no seu coração por tempo indeterminado com aluguel de beijos) quero satisfações: quem foi que te deu permissão pra me enfeitiçar, hein? Ah é, esqueci, você não precisa de permissão e detesta quando alguém tenta mandar em você. Viu? Aos poucos eu tô te conhecendo! Já sei que você adora videogame, roupa preta com a cara do Bob Marley, filmes de ação e um copo de cerveja bem gelada. E sabe de uma coisa? Tô adorando essa aventura de ir te desvendando devagarinho. Mas não conta pra ninguém, é o nosso segredo, tá?

Às vezes, para ter paz, é preciso fazer o papel de vilão. Nem sempre agradamos a todos, mas proteger nosso equilíbrio e limites exige coragem para enfrentar olhares e julgamentos. A paz interior vale cada sacrifício, mesmo que isso signifique ser visto como o vilão da história.

Nada de vestígios... Apenas sonhos que me mostram tudo o que preciso saber.

Tem uma liberdade quase escandalosa em perceber que eu não preciso ter mais nada pra finalmente ser alguma coisa. É estranho no começo, confesso. Porque a gente cresce acreditando que a vida é uma espécie de checklist infinito: quando eu tiver isso, eu viro aquilo. Quando eu conquistar aquilo outro, aí sim eu me torno alguém. E assim a gente vai adiando a própria existência, como se fosse uma estreia que nunca chega.

Eu já vivi muito tempo assim. Era sempre o próximo passo, o próximo objetivo, o próximo reconhecimento. Como se eu fosse uma obra eternamente em reforma, cercada de tapumes emocionais, esperando o dia em que alguém finalmente diria: pronto, agora sim, você está pronta pra ser você. Spoiler da vida real: ninguém vem com esse carimbo.

E um belo dia, sem fogos de artifício, sem trilha sonora épica, eu percebi uma coisa quase desconcertante: eu já sou. Do jeito que está. Com as minhas contradições, com as minhas partes meio bagunçadas, com as minhas versões que nem sempre conversam entre si. Eu já sou suficiente pra mim.

Isso não significa que eu parei de querer crescer. Eu ainda quero. Ainda tenho sonhos, metas, vontades que me puxam pra frente. Mas agora é diferente. Eu não quero ter para ser. Eu quero ter porque já sou. E isso muda tudo. Porque deixa de ser uma corrida desesperada por validação e vira um movimento mais leve, mais consciente, quase um gesto de expansão, não de compensação.

Antes, cada conquista vinha com um peso estranho, como se eu estivesse tentando provar alguma coisa pra alguém, ou pior, pra mim mesma. Agora não. Agora, se vem, é bem-vindo. Se não vem, eu continuo inteira. Olha que conceito revolucionário: eu não me desfaço na ausência.

E tem algo profundamente elegante nisso. Porque quando eu paro de me medir pelo que eu tenho, eu começo a me reconhecer pelo que eu sou. E isso ninguém tira, ninguém compra, ninguém invalida. Não depende de aplauso, de número, de status, de comparação silenciosa com a vida dos outros. É um tipo de riqueza que não aparece, mas sustenta.

O mundo vai continuar tentando vender a ideia de que falta alguma coisa. Sempre falta, segundo ele. Sempre tem um degrau a mais, uma versão melhor, uma meta mais alta. Mas eu aprendi a desconfiar dessa urgência toda. Porque, no fundo, muita gente está correndo não porque quer chegar, mas porque tem medo de parar e se encarar.

E eu parei. E me encarei. E, surpreendentemente, eu gostei do que vi.

Hoje, eu não quero acumular pra preencher. Eu não quero conquistar pra existir. Eu não quero provar pra validar. Eu só quero ser… e a partir daí, viver tudo que vier como um extra, não como uma necessidade.

Eu não preciso competir com nenhuma outra mulher.