Preciso de uma Chance
Não preciso em espinhos pra fazer o que me cabe, bastão também é tempo de saber, das, horas no agir e não reagir.
Há uma porta aberta bem ai onde você está, mas dela é preciso cuidar, com enfeites luminosos, perfumes, cores... vá bem depressa enfeitá-la, essa é sua oportunidade; não se acanhe e não se zangue; seja feliz não se engane.
Quem sabe cometer erros não erra por que quer, pois sabe quando é preciso, seja elegante igual elefante.
Fazer o que não é preciso é melhor que fazer acolhendo riscos, e você sempre pode, acertar os relógios metafóricos.
É preciso alguns dramas pra sacudir a boa vontade e, nós aqui, aprendendo a ser pro lá do lar de humilde.
Nunca preciso escrever e, agora preciso dá satisfação pra você, ou, é favor, pra saber que tudo vale, sê o saber do viver.
Preciso é autorização pra consumismo, das novas administrações, que descem como goladas aos nossos estômagos, de um dia mal sacrados, aguardando novos estados, por gélidos ora renovados.
Pra passado pode ser uma experiência que não se necessita repetir mas, que fica preciso o concluir; é a arquitetura da continuidade, quem não possui base sem confundir.
Em um quarto de tempo, uso os números que devo e, o vicio que não preciso, pra se tornarem sempre bons arbítrios.
Quero suas fábulas, são vestimentas que seu amor me proporciona, já dancei equilíbrios e nem preciso ler-te.
