Povo de Deus
Deus deu a oportunidade a Faraó de libertar o povo, porém ele "escolheu" desobedecer à ordem que foi enviada através de Moisés! (ex.5:2) Deus não interfere em nosso livre arbítrio. O fato de Ele saber o que vai acontecer conosco mesmo antes de nascermos (Jeremias 1:5), não significa que fomos predestinados para tal fim, porque Deus é Deus desde o principio Ele é o Alfa e Ômega. O fato de Ele saber, não significa que Ele passa por cima de nossa escolha, vemos isso claramente em Gênesis 3.
Em Êxodo 13.17-18 diz que Deus fez o Seu povo passar pelo caminho mais longo com o objetivo de preservá-lo da guerra. Às vezes o caminho longo é o mais seguro e de paz.
Receber o título de geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus é uma honra tão incomensurável, que nada nesse mundo pode se igualar a essa Graça de Deus.
O povo de Deus sobreviveu a Faraó; Sobreviveu aos Cananeus; Sobreviveu ao cativeiro Assírio; Sobreviveu ao cativeiro Babilônico; Sobreviveu aos imperadores romanos; Sobreviveu as heresias que entraram na igreja a partir do 3º século; Sobreviveu ao papismo e triunfará sobre liberalismo teológico, sobre a nova ordem mundial e por fim ao anticristo.
Deus havia inspirado a Bíblia a fim de ser escrita para o povo comum. Mas os teólogos a transformaram em algo para a elite espiritual, para homens instruídos.
Um ancião piedoso disse certa vez:
“Existem apenas dois lugares para o povo de Deus – no pó e no céu”.
Desde a criação do mundo, Deus estabeleceu o sétimo dia como um sinal perpétuo entre Ele e Seu povo, santificando o sábado como um dia de descanso sagrado, um dia separado para a adoração e renovação espiritual, e não o domingo, que é o primeiro dia da semana e foi instituído pelos homens como dia de culto, contrariando a ordem divina que desde o princípio determinou que seis dias são para o trabalho e o sétimo, o sábado, é para o repouso santo e comunhão com o Criador.
Desde o princípio, Deus estabeleceu leis perfeitas para guiar Seu povo no caminho da justiça, e entre esses mandamentos está o sábado, o sétimo dia, que Ele santificou como memorial da criação, um sinal eterno entre Ele e aqueles que O servem de todo o coração, pois ao descansar no sétimo dia, Deus nos ensina que a verdadeira adoração envolve obediência e separação das coisas deste mundo, e quem guarda o sábado conforme foi ordenado também demonstra reverência às demais leis divinas, rejeitando os vícios e obras da carne descritos em Gálatas 5, como a prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices e glutonarias, pois os que praticam tais coisas não herdarão o Reino de Deus.
O povo que se envergonha da Palavra de Deus será envergonhado pelo próprio Deus quando julgar as intenções de seu coração.
O sacrifício do Cordeiro de Deus foi dado para purificar o Seu povo de seus pecados e oferecer a humanidade a salvação de sua vida.
Não existe honestidade se o povo não praticar a obediência a Deus, pois o próprio povo rouba de Deus o propósito de Sua vontade.
Deus é o Dono da terra, do trabalho, do povo, das nações, de todas as almas e de todos os ministros e ministérios que existem na terra.
O povo não tem memória para guardar a Palavra de Deus e cai rapidamente no esquecimento, porque seu coração guarda um livro de pecados.
O povo que busca a justiça de Deus em primeiro lugar alcançará seus objetivos e celebrará a sua felicidade.
Não há espaço no coração de Deus para um povo, cujos propósitos e desejos carnais afastam da sociedade a santidade do Senhor.
