Povo Cigano

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Está na hora de nós,povo,cobrarmos mais dos nossos cobradores (poder público via mídia) do que eles de nós, pois afinal, são eles o poder. Façamos a nossa parte, mas não aceitemos fazer sozinhos.

Queria ser cego para não ver o quanto o povo de Deus tem sofrido nas mãos dos poderosos!

Sexto mandamento - Não matarás. Claro, as guerras que o povo de Israel venceram em nome de Deus foram com cócegas...

SOLDADO DO POVO – Ricardo Pantoja

De forma pacata vou vivendo minha vida,
Cantando meus medos, desenhando pesadelos
Levando na zombaria.
Sou soldado do povo,
Assinei minha alforria
Li, cresci, vivi
Produzi meus dias.

Há quem diga que a morte um dia me mataria,
Mas vivo minha vida pacata,
Sou soldado do povo
Minh’alma é destemida.
Nem tufões, trovões, maremotos...
Nada me amedrontaria
Sigo borrando meus sonhos, apagando esperanças
Saciando a nostalgia.

Sou soldado do povo
Sou forte, sou robusto
Carrego minhas espadas e meu escudo
Sou fiel a minha bíblia
Não me entrego a nada possível
Tornei-me invencível.
Mas há quem diga que a morte um dia me mataria,
Não abaixarei minha guarda
Mas caso apareça mais um soldado do povo
O duelo sem sangue será na poesia.
Não só de força se faz um soldado
Mas com uma palavra ele muda dias.

Principal diferença que Gugu sentirá na Record: agora seu patrão não joga mais $ pro povo. O povo q joga pro seu patrão.

O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz.

Bíblia Sagrada
Isaías 9:2.

Ainda acredito nesse povo,esse povo que luta, dia e noite, como num palco de um teatro, tanta ação, comédia, romance, tanta coisa que muitas vezes ninguém vê, pela calada da noite tanta coisa nos ronda, e quando amanhesse um café quente pra continuar, continuar a luta, a luta...

O homem sábio ensina sábios conselhos ao seu povo.

Ser político é dar ao povo a noção de como fazer o que se pensa fazer sem que para isso não se tenham feito nada.

Se o meu povo não está livre, como posso dizer que estou livre? Ou estamos livres juntos ou não estamos livres.

Um povo sem cultura é um povo mal-educado, ignorante, sem o devido conhecimento para cobrar dos seus representantes políticos o dever de cada um dentro dos parâmetros constitucionais.

Tenho orgulho quando o povo diz:
Que nasci, cresci, não tenho vergonha de onde vim
E sou o que sou hoje, pelo amor que recebi.

Se queres a simpatia do povo, junte-se a ele. Porém, se há em ti um desejo por mudança, renda-se a Cristo.

Quando o México manda seu povo para os EUA, não está mandando as melhores pessoas, mas cidadãos com muitos problemas. Eles estão trazendo drogas, crimes. São estupradores. Alguns, eu acho, são boas pessoas.

Em nome dos mais sagrados interesses do povo, em nome da pátria, dirijo-me a vós para dizer que tenhais fé. A história não se apaga com repressão nem com crimes. A história nunca desampara os homens fortes.

A glória do vaqueiro.

Seca, suor e glória
luta, fome e destino
marcam toda trajetória
do povo de Virgulino
do couro tem a memória
do símbolo da história
do vaqueiro nordestino.

Eu gostaria de ser lembrado como amigo do povo.

Um Dia a Fome do Povo, Falará mais alto do que o Tilintar das Taças Palacianas!

Por uma Cidade Livre

Enfim o povo brasileiro deixará de sangrar junto ao arrastado processo de impeachment. A iminência do afastamento definitivo de Dilma reserva para o fim deste mês o dia em que viraremos esta página, orgulhosos de termos ido às ruas para dizer “Basta!” a um governo federal pouco afeito à democracia; que presume independência dos poderes sem que haja o aluguel de parlamentares. A comprovação do crime que imputará a pena da presidente é branda ao ignorar tantos outros malfeitos que passaram incólumes pelo Senado e que justificariam, tanto quanto ou mais, a cassação do mandato.

Todo modo a satisfação de termos protegido nossa república e sua jovem democracia não nos dá o direito de descansar ao mirar Brasília. Faz-se necessária enorme atenção para que o novo governo, hoje interino, possa escutar e atender aos anseios das ruas. O caminho da liberdade não pode retroceder.

Tampouco é possível que esqueçamos o primordial: nossa comunidade. As eleições municipais são aonde as mudanças mais profundas se iniciam. Elegermos pessoas comprometidas com uma cidade livre é o que nos proporciona, por exemplo, clamar para que essa liberdade se traduza em um novo pacto federativo, em que os municípios legislem com maior autonomia levando em conta sua gente e suas particularidades.

Não por acaso me preocupa observar a interferência nacional que o PT, partido do atual prefeito, envia para nosso município no intuito de reelegê-lo. São José dos Campos e seu próspero orçamento de cidade empreendedora e industrial não podem servir como suporte àqueles que governam para os de camisetas vermelhas e iludem os descamisados. Não é para manter o projeto fracassado e rejeitado de um partido, além da sinecura de seus militantes, que pagamos — a contragosto — altíssimas taxas e impostos que retornam em burocracia e precariedade no serviço público.

Percebam. Minha intenção não é pintar o pior dos quadros no que diz respeito à gestão pública. Houve acertos, ainda que em menor número perante os erros. Acontece que os escassos pontos positivos, mesmo que preponderantes, não justificam ou mitigam o gravíssimo cenário de comprometimento do prefeito com as ordens externas da direção partidária. A reeleição de Carlinhos traria à cidade figuras que enxotamos de Brasília há poucos meses. Os exonerados de Temer ocupariam nossas secretarias municipais.

Este compromisso ideológico acima dos interesses municipais impede que alcancemos uma cidade livre. Não há como evitar casos como o kit escolar, por exemplo, quando é necessário preencher com forasteiros os cargos comissionados das secretarias responsáveis pelos processos licitatórios.

Dias atrás, um caminhão responsável pela iluminação passou na vizinhança e ignorou o poste apagado. Parada pelos cidadãos, a equipe disse não haver ordem de serviço. O problema escancarado e a burocracia atravancando. Eis uma mazela corriqueira causada pela obesidade de uma administração lotada de militante incapacitado.

Não por acaso os novos movimentos sociais cumprem o anseio popular ao levar aos candidatos o pedido das ruas: menos dinheiro nas mãos de políticos. Se a atual lógica do transporte coletivo, por exemplo, não vem funcionando e tende sempre a subir o preço, porque não ser receptivo aos serviços privados, como Uber? Ideias como essa vencem o lobby de classes egoístas, ensejando um cidadão tão livre quanto nossa cidade merece ser.

Respeito, honestidade e responsabilidade, o povo sabe que não são da esquerda nem da direita. Já os políticos fingem não saber!