Povo Cigano
Brasil do avesso
Brasil mudou de roupagem
Roubou nossa coragem
De ser um povo hospitaleiro, Fraterno, afável, amável
Agora viramos inimigos
Adversários
Pregamos o armamento
Para ceifar o contrário
O Brasil se reduziu
A privilegiados marcados
Enquanto a maioria ridicularizada
A fome sente amargada
Até o papa é xingado
Desacatado, odiado
Por pregar fraternidade
Onde reine a solidariedade
O Brasil virou do avesso
Grotesco sem compaixão
De gente roubando gente
Na dignidade, sobriedade
Negando a partilha do pão
Mas a Esperança não pode sucumbir,
se inibir, se calar mas gritar
Para um Brasil desempobrecido
Renovado, amado, prosperado
Eu fico sem entender o povo brasileiro. Uns dizem que o jiló está amargando, outros dizem que o jiló está é ardendo...(Patife)
" Os comunistas são capazes de tudo para não perder o poder. O povo está acordando e, está visível a perda de suas forças. Sabemos que a narrativa deles é falar uma mentira várias vezes até se tornar verdade. Mas para aqueles que já perceberam não caem mais nessa estratégia maligna deles. Pois sabe que a mentira falada várias vezes ainda continua sendo uma mentira."
Uma vez que o governo se corrompeu, a oposição e o povo não deve jamais aceitar nenhum tipo de negociação com este. Não é possível dar mais um voto de confiança à traidor.
Minha pretensão, crer que um dia esse amor teria um ócio.
A religião pode até ser a droga do povo, mas é seu amor, o meu ópio.
Quando meu corpo, em estado de morte, minh'alma, há de barganhar com o próprio diabo.
Minha punição? Preso na eternidade daquele seu primeiro olhar, meu purgatório.
Sem um advogado, sem defesa, nada de contraditório.
Não era um tribunal, era um circo, um palco, um auditório.
Não haveria justiça, apenas mais um show, vexatório.
Onde aplaudiriam com desdém, um mundo ilusório.
A inexistência de felicidade, entre nós dois, era notório.
Deus abandonara-me naquele interrogatório.
E Lúcifer, em seu papel de juiz, condenara-me, com meu sonho simplório.
O meu crime? Crer que um dia esse amor fosse nosso, crer que um dia teria um ócio..." - EDSON, Wikney
O conhecimento salva o povo. A ignorância mata o povo, mas somente o povo é o responsável pelos dois.
Não vem que não tem...
Quando esse povo vai entender
Que você não quer mais saber de mim,
Que eu deixei você viver sua vida
Quer saber foi melhor assim.
Agora não admito
Que ninguém venha falar
De você pra mim.
Afinal, já nos separamos
E não me interessa
O que você faz por aí.
Se você viu ela com alguém
Pode cair fora,
Não vem que não tem!
(Autor: Edvan Pereira) " O Poeta"
"Ousemos entender que a ignorância e a miséria de um povo é terreno fértil para a manipulação de homens sedentos por poder"
Anorexos de bondade e misericórdia.
Ô povo, até quando lhe deixará de estender a mão...
Ô povo de Deus, até quando virarás o rosto ao nescessitados....
Oh Cristo salva-me desta angústia... você diz ao Rei...mais ele mesmo o sabe o que tens feito e por onde andas...
Estende a mão. Ao pobre, dobre seus joelhos para levantar o pobre de sua infermidades financeiras...
Não vire o rosto ao cansado de pedir...
Não tape seus ouvidos ao que vive em miséria ...e porque você vivendo no luxo seria um miserável...
Ôh Cristo perdoa todos nós pela anorexia de bondade e misericórdia em que vivemos...
Pensamos ser bons doadores, bons homens e mulheres cumpridores dos deveres religiosos...mais na verdade somos anorexos e nescessitados de seus cuidados e também de sua consulta como médico.
Não nos vemos, e nem nos enxergamos, mais somos e precisamos, oh Rei Jesus.
Passa sua receita que é o amor, para que possamos sarar e curar nosso ser...
Poesias Líricas ao Rei Jesus
