Povo Cigano
Quando não houver mais couro para arrancar do povo.
Os poderosos vão perceber, que ai suas peles é que estarão em risco.
E.L
"Ao invés de construir uma nação melhor para nosso povo, talvez fosse melhor encontrar um povo melhor para nossa nação!"
"Um país no qual o povo sai à rua para pedir ditadura ao governante democraticamente eleito, está gravemente enfermo!"
Nenhum povo culto pode viver sem literatura. Os indivíduos para viver e satisfazer ao seu destino hão-de comunicar as suas ideias e traduzir na linguagem as manifestações da sua inteligência. A expressão das nações, a sua conversação, o desafogo do seu espírito, é a literatura de cada época e de cada sociedade. Um povo sem letras não vive muito tempo, e se vive, é uma excepção privilegiada.
O povo nas ruas,
lágrimas nos olhos,
terço nas mãos,
preces no coração.
A Santa, cheia de flores, emite as graças de ser A escolhida
Nós, os pedidores, andamos rumo à Mãe.
Mãe a qual nos foi dada
Dada por quem?
Por Cristo, Nosso Senhor!
Será que é fé?
Será que é esperança?
Será que é amor?
Sim! É fé, é esperança, é amor!
É o círio de Nazaré! É o círio de Maria, a Mãe da Igreja!
Somente quando o povo de uma nação tem claro para si em que tipo de país quer viver, atuando e exigindo para que assim venha a ser, assim o será.
Muitos que dizem estar do lado do povo e a defenderem seus direitos, nada mais são do que aqueles que querem ter o controle sobre este mesmo povo e explorá-lo, enquanto este festeja as migalhas supervalorizadas recebidas deles, que são derramadas da mesa da ostentação em que seus pseudodefensores usufruem.
O Povo elege seus tiranos!
Povo, democracia, poder.
Estas palavras conduzem bem o significado delas próprias e nada mais apropriado no quesito “Poder” do que a ferramenta democrática, o povo é como uma ponte, uma escada para elevá-los sempre acima, mais e mais elevados e mais poderosos, mais egoístas, e mais corruptos, políticos lembram tiranos, como nos tempos dos dinossauros, ainda vivemos com os nossos T-Rex à solta por aí.
Um ser sem coração e sem piedade, político é comparado àqueles grandes vilões do passado, que apenas seguiam seus instintos pessoais em estar acima de tudo, do bem e do mal, os nossos vilões atuais apenas criam leis que os deixam ainda mais poderosos e que os fazem imunes aos seus próprios crimes.
Povo? Bem, o povo não tem noção do que acontece, parece que estamos hipnotizados ou num transe eterno, como se não quiséssemos ver o excesso de incompetência com que dirigem esse país, e com a enxurrada de acusações que fazem uns aos outros e o sorriso arrogante que sai de suas faces com certeza da impunidade sempre aliada a seu bel-prazer, afinal tudo acaba em pizza mesmo, cada um leva uma "gorda" fatia desse bolo disputado com mentiras e contradições em que a pior parte fica conosco, o caos social.
De verdade tudo acaba bem, para eles, pois as escolas, os hospitais e os demais seguimentos desse país estão na decadência há muitos anos, o país vive uma falência moral em todos os sentidos, visto a postura ridícula que o país carrega mundo a fora, e todos estão acostumados com isso, parece que é melhor fazer piada dos governantes em relação à situação atual em que se encontra o país do que forçar-lhes a tomar vergonha na cara.
A glória de uma nação é o seu povo bem administrado, seus filhos crescendo em paz com liberdade e um governo que os honre fazendo aquilo que realmente precisam.
Cavo a minha esperança inconsumada nesses flancos de um povo esperançoso. Um povo que acredita a partir do nada, ou por bem pouco, mas considera justo esse cair e se reerguer cada vez mais ferido e longe de seus ideais. Encanto-me sempre com o encanto popular, que se renova no engenho das fontes fraudadas, das promessas falidas desde os lábios e da malícia de quem encanta a população.
Creio mesmo é na crença dos que seguem, apesar dos motivos forjados e parcos. Motivos pintados de quimeras e espetáculos que nublam suas visões e os faz sorrir pelo que logo depois os fará chorar. Vivo à sombra dessa vida que move os simples e remove suas angústias ao menor sinal de um dia melhor. Contagio-me desse otimismo ingênuo, porém vital, de uma gente cujos bens estão todos no imaginário; na surrealização de seus desejos ou abstração de seus sonhos.
Tenho fé nessa fé que se nutre de restos e parece mais forte a cada frustração. É no sonho dessa massa que monto a minha cama e durmo o sono de quem deixa estar. Não sei do que seria de mim, sem esses que de fato não sabem o que será deles, mas entregam tudo nas mãos da sina... ou de quem chamam Deus. No fundo, endeuso essa gente. Louvo-a pelo seu poder diário de superação.
O executivo tem a clara função fazer. Ao legislativo, cumpre fazer fazer. Já o povo, que detém o poder maior, deveria tanto fazer fazer quanto fazer fazer fazer.
Levando em conta essa hierarquia, pode-se afirmar o seguinte: O político não faz nada porque o povo nada faz... Somos todos balelas do mesmo discurso.
