Posso ser Legal posso ser Chata
"O Peso do Provedor"
Ser provedor não é sobre quem traz mais dinheiro pra casa.
Não é sobre quem paga mais contas,
ou quem tem o salário maior.
É sobre responsabilidade.
Sobre estar pronto quando o chão treme.
Minha esposa pode ganhar mais.
E eu acho isso incrível.
Mas se um dia faltar,
se só tiver pra um…
eu fico sem.
Se alguém tiver que dormir no chão,
eu durmo.
Se alguém tiver que passar frio,
sou eu.
Se alguém tiver que enfrentar o que assusta,
sou eu que vou.
Porque o papel do homem como provedor não aparece quando tudo tá bem.
Aparece quando o bicho pega.
Quando a casa precisa de direção.
Quando o medo bate e alguém tem que tomar a frente.
Mesmo quando ela não está vendo.
Não é orgulho.
É chamado.
Ser provedor é ser o primeiro a se levantar quando todos estão cansados.
É decidir mesmo quando não sabe o caminho,
e seguir mesmo com medo.
Porque sua família precisa de alguém que vá na frente.
Na hora do perigo, da dúvida, da escolha difícil…
é o homem que tem que estar firme.
Não porque ele é melhor.
Mas porque ele é base.
Ele é o muro entre o caos e os que ama.
Dinheiro é só uma parte disso.
O verdadeiro provedor protege, orienta, decide.
Ele não impõe — ele sustenta.
Se a esposa ganha mais, tudo bem.
Isso não diminui o homem.
Mas ele ainda carrega o peso.
O peso de dizer:
“Se der errado, a culpa é minha. Eu que assumo.”
Porque o provedor não é só o que provê coisas.
É o que provê direção.
É quem segura firme o volante quando a estrada fica escura.
É quem diz “pode dormir tranquila, que eu tô acordado.”
No fim, ser homem é isso.
Estar pronto.
Pra decidir.
Pra proteger.
Pra morrer primeiro, se for preciso.
Não é sobre ser mais.
É sobre estar ali. De verdade.
Com honra.
Nada é tão longe que não possa ser alcançado ou conquistado, nem tão perto que seja fácil ou acessível — tudo vai depender da distância de onde se encontra para onde quer chegar!
Poderíamos, porventura, ser comparados a uma moeda, portadora de facetas aparentemente irreconciliáveis? De um lado, a manifestação de um discernimento profundo, a acuidade da análise, a capacidade de forjar opiniões e um anseio insaciável por desvendar os mistérios do cosmos, da vida, da morte, do tempo. Uma sede de conhecimento tão vasta que, por vezes, vislumbra a eternidade, a sensação de que a existência finita mal arranha a superfície do que há a compreender.
Contudo, na face oposta, reside uma aparente antítese: uma total ineptidão prática, a incapacidade radical de assegurar os meios mais elementares de sobrevivência material em um mundo que, ironicamente, se move sob a égide do pecuniário. Uma irracionalidade que não reside na lógica do pensamento, mas na inabilidade de navegar a realidade mundana.
Seria plausível que tamanhos extremos coexistam em uma única individualidade? Parece que, enquanto uma face da moeda pulsa com a vontade de perscrutar o infinito, a outra se confronta com a pura dificuldade de "ser" na contemporaneidade. Talvez, neste contexto, a própria moeda se revele menos uma dualidade e mais um abismo, um buraco negro de ineficácia existencial face às demandas do agora.
Talvez, a única saída para a insuportável tensão deste paradoxo seja permitir que a moeda, como um buraco negro existencial, se retraia, implodindo em seu lado mais sombrio e melancólico. Quiçá, apenas assim, dissolvendo-se na própria incapacidade, este conflito inerente possa, enfim, cessar de existir.
“Ser coerente demais é a maneira mais elegante de aprisionar a própria essência.”
Do Livro (Entre a Razão e o Delírio - Confissões de uma insensatez Necessária)
— Nina Lee Magalhães
Melancólia
No devaneio de meu ser
Onde o desespero, reina
Só restou, a efigie do meu eu
Outrora, o rio que foi cheio
Noutro, simplesmente secou
O que era doce, se amargou
Ouço o sussurro, da felicidade
Na angústia do meu ser
No epitáfio, do que eu fora
Está escrito, a palavra solidão
Perdido num desalento
Amor, não me dê esperança
O que está feito, está feito
Tempo, um cruel dramaturgo
Reina, no teatro da tragédia
Minha doce, tisbe.
Agora, restam só sombras
Do que um dia, eu fora
A foice do destino, é uma patina que recobre cada fagulha de meu ser
O Crepúsculo chegou.
A ideia de “pessoa certa” ou “errada” pode ser variada dependendo do contexto emocional, racional, espiritual, social e educacional. Os valores podem mudar conforme a mudança também, isso é interessante de pensar.
Deus permite o tempo de pranto e luto porque conhece a estrutura do ser humano e entende a nossa dor, oferecendo consolo e esperança no meio do sofrimento.
Não era para ser assim. Tanto que não me orgulho. Nem aconselho ninguém a trilhar caminhos semelhantes. O que fiz foi um mal necessário. Uma atitude drástica. De quem se sente acuado. Julgado. Sentenciado. E sozinho.
Gente que levanta outras é gente que entendeu a vida.
Não é sobre ser melhor, ter mais ou saber tudo. É sobre ser abrigo quando o outro desaba, ser impulso quando falta força, ser presença quando o mundo vira ausência.
A gente nunca sabe a dor que o outro carrega. Mas pode escolher ser alívio, ser cuidado, ser ponte — não muro.
Palavras podem curar. Atitudes podem salvar. E um coração disponível pode ser o milagre que alguém estava pedindo em silêncio.
Seja luz. Seja abrigo.
O mundo precisa de menos competição e mais compaixão.
Diego Santos
Ser pai para Deus vai muito além de qualquer paternidade humana. Diferente dos pais terrenos, que são limitados e falhos, Deus é o Pai perfeito, transbordante de amor e sabedoria. Ele é o Pai por excelência, cujo amor incondicional e cuidado sem fim superam, de maneira incomparável, até o melhor exemplo de paternidade que já conhecemos.
Para o ser humano desperto, que integra a sua natureza, a IA é ponte.
Para o ser humano adormecido, vivendo apenas para o externo, a IA é abismo.
Eu escolho ser desperto!
Tribunais que praticam ativismo judicial deixam de ser guardiões da Constituição para se transformarem em atores políticos.
“A Cruz não é algo que aconteceu; a crucificação é algo que está acontecendo. Pode ser encontrada em qualquer lugar e em qualquer hora na raça humana, pois é a luta épica das forças do bem e do mal.”
"A razão pela qual os momentos de catástrofe podem ser as vésperas da vitória espiritual é porque é nesses momentos de derrota que o orgulho do homem é mais humilhado e a sua alma assim preparada para a ajuda de Deus."
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