Posso ser Agradavel ou Rude Depende de Vc
Eu tive que amadurecer,
para que a minha mente
e o meu sentir
não exaurisse o meu ser...
para que também
não tivesse que
me abater com as coisas
que não consigo entender.
Hoje, sigo com muito mais fé
e sabendo que DEUS
vai me acompanhando...
Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.
Dizem
Dizem por aí que ser livre é cafona, que é coisa de gente brega, de quem não quer seguir os padrões sociais antropologicamente impressos há milhares de anos como os mais coerentes.
Dizem que não aceitar desrespeito é coisa de quem não tem o que fazer.
Dizem que calar é elegante, que fingir demência diante da maldade merece um prêmio diamante.
Dizem que aplaudir os “maus” traz mais resultado do que jogar na Mega da Virada, mas que a virada de chave é perigosa e não deve acontecer.
Dizem que evoluir é coisa de gente careta e que seguir o “gado” é a solução do planeta.
Dizem.
Só falam.
Não calam.
Nildinha Freitas
Tem trave que insiste em ser cisco. Tem homem que se diz isto e aquilo, mas meu bem, não me vem com esse monte de mentiras, que tenho armadura contra máscaras.
As páginas sobre a mesa estremeceram como se esperassem ser escritas por mãos que ainda não tinham chegado, ou por vozes que não se sabiam mãos.
Bom dia!
Que este dia seja abençoado e repleto de amor, paz e alegria. Que possamos ser instrumentos da Sua bondade, levando amor e compaixão a todos ao nosso redor. Que a gratidão por este novo dia transborde em nossas ações e palavras, fazendo da nossa jornada um reflexo do Seu amor...
- Edna Andrade
A sua máscara de sanidade pode ser facilmente destruída quando colocada contra a percepção, só não confunda isso com ignorância.
Já parou para pensar
que o que tu chamas
felicidade,
pode ser passageiro?
Então, aproveite
o momento e tente prolongar
o que te faz bem!
Afinal, nem tudo
será eterno!
Lembre-se
que tudo é mutável,
portanto,
aproveite todos os momentos,
porque um dia
tudo poderá ser diferente,
e não haverá tempo
de recuperar
o que se perdeu,
o que ficou,
o que não se aproveitou...
A vida é como maré...
um eterno movimento
de vem e vai!
Decisões devem ser tomadas
para que seu amanhã
seja renovado!
FAÇA O NOVO CHEGAR
E SINTA TUDO SE TRANSFORMAR!
Quebrou?
Será que tem conserto?
Será que os cacos
podem ser colados?
Somos feitos de pedaços,
buscando sermos inteiros,
num mundo cheio
de seres imperfeitos.
Professor,
Realmente você tem valor!
O seu exemplo deve ser seguido,
Forte guerreiro com seu
Escudo - o livro.
Semeador de conhecimento,
Sua lida enobrece
O seu caminho e
Rega de bençãos a sua vida.
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