Posso ser Agradavel ou Rude Depende de Vc
“O verdadeiro avivamento manifesta-se quando a Igreja reconhece sua absoluta dependência do Espírito Santo para proclamar, em palavras e em vida, o amor de Deus revelado na encarnação, morte e ressurreição de Jesus Cristo.Não é iniciativa humana que gera o avivamento, mas o arrependimento sincero do homem diante de Cristo. Portanto, não somos chamados a defender homens, mas a interceder por eles em oração.”
“Quando a Igreja é íntegra em sua missão, seu impacto na política é natural. Mas quando a política se torna o centro da Igreja, o impacto negativo sobre sua integridade também é inevitável.”
Se era uma vez não foi suficiente para dar certo, vai adiante e faça outras vezes. Só lembrando de não cometer os mesmos erros.
No céu há três Marias e na terra três rainhas.
No céu há três estrelas e na terra três sinetes.
Vitória a mais desejada
Haru , como o bradar de grandes exércitos.
Amaya que é a combinação de duas palavras "Ya que pode ser mãe e Ama que é amar ou seja a mãe que ama"
Reis, governantes e autoridades se curvam...
Estrelas, rainhas e princesas entre milhares as três são as mais perfeitas.
Termino esses versos e somente uma coisa peço.
Aos exércitos apontem suas armas aos céus e fazem eles tremer.
Vitória!
Haru!
Amaya!
As estrelas de Santa Cruz
Dom Romanov
Pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState
Existem lobos em pele de cordeiro, uma certa vez, deixei um lobo e uma cobra entrar na minha casa como se fossem ovelhas, quando tirei o estrago já tinha sido feito, até hoje sofro as sequelas...
Me atrasei. Cheguei tarde demais para o beijo, não consegui a pole position para o seu bem querer. Mesmo estando lá quase todo o tempo, foi minha ausência quem você fez valer. E permanecemos sós, mesmo ao alcance de perdoar.
Foi fria, a tal da noite quente, usada de pretexto para dormirmos separados. E o desejo de não mais me sentir distante vai se afastando, à medida em que estico os braços e, com a ponta dos dedos, te toco — e minh’alma continua sozinha.
Gosto de presença, de casa cheia, de roda em praça. Gosto de gente quente, que liga, que chama, e que, mesmo quando tem que ir, deixa um até logo que convence. Até logo! Estou indo, mas continuo aqui.
E lhe bateu à porta um grande amor, que, através de olhos de vidro, fora informado da inconveniência de sua presença. Foi embora o amor, ser grande em outras portas adentro.
Percebo agora, que morrer de amor não é nada poético. É, é verdade, é verdade sim! O tempo passa, e chega a hora de ir. E ela vai. Mas nunca por completo!
Andei me reencontrando com velhas amigas perdidas, palavras que driblavam o discurso, deixando falas inacabadas. Voltaram, de aparência mudada, formando novos pares. Vieram em títulos, rimas de poemas — reinventaram suas próprias definições. Vieram completar balões e permiti-los voar, libertando a mim, de mim mesmo.
Eu estava voando, girando com você por todas as cores do céu. Sem pudor algum, sem nem mesmo ter certeza de se tratar da realidade. Como éramos graciosos! Os pássaros nos invejavam, e o Sol se punha mais cedo só para nos ver. Como eram belas nossas asas, quando éramos ainda leves o bastante para voar.
Não houve band-aid que fizesse curar o dodói aberto em mim. Busquei, de todas as formas, sarar. Mas o beijinho que faria tudo passar está tão longe. Longe, junto de todos os outros beijos importantes: os beijos de chegada, de partida, de reconciliação e, principalmente, os beijos de amor.
Por que colocar pra fora é uma necessidade? Por que virar poema, desenho, música, por que externar arte? Por amor? Para ser amado? Por amor. Para ser amado!
Vagando em uma quarta-feira qualquer,
separada pelo abismo de outros dias de feira, que, desprezíveis, prefiro nem citar, vejo aquele ônibus que, aos domingos, me transporta por entre realidades,
onde embarcam sonhos e saudades que amadurecem durante a viagem e desembarcam como vontades.
Esse ânimo que me dá de largar tudo e pegar esse ônibus pra te amar. Seja nas quartas, ou em todos os outros dias que houver, serei sempre meio, partido, inteiro apenas quando nós.
Outrora você foi um sonho que,
com o passar do tempo, fez-se concreto. Vislumbrei-te como um pretexto para que eu pudesse ser feliz. Tornaste-te platônico, tornaste-te plausível. Tornaste-te real.
Outrora você foi um sonho do qual eu preferia não ter despertado,
para continuar idealizando um ser perfeito. Amei-te enquanto sonho e pretexto, mas, quando real, percebi que a minha felicidade estava bem longe dali.
E dá-se a partida, o motor ligado vibra.
E meu corpo, junto, se alegra:
parto agora dessa odiosa rotina e deixo pra trás esse lugar onde não há você.
Parto-me pra junto de ti, onde volto a me montar, dessa vez, feliz.
Devo dizer que não me sinto capaz de um dia me acostumar à maneira como você vai,
sem nunca olhar pra trás.
Te observo até perder-te de vista, e,
quando não mais te vejo,
a vista embaça, pinga.
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