Porque você Mentiu pra Mim

Cerca de 52851 frases e pensamentos: Porque você Mentiu pra Mim

“O amor que tenho por você é o suficiente para preencher o vazio que você sente por mim.”

Inserida por DAmico

“Você está vendo em mim o louco que há em você.”

Inserida por DAmico

Há tantos dentro de mim que não tenho tempo para cuidar da vida dos outros.

Inserida por DAmico

⁠“Hoje tenho medo do medo, mas um dia o medo vai ter medo de mim.”

Inserida por DAmico

“Não sou um manequim para esperar que alguém encontre em mim algo que precisa.”

Inserida por DAmico

⁠"Há tantos eus em mim que não é fácil agradar a todos.”

Inserida por DAmico

⁠"Refém de Mim"

É madrugada e o silêncio grita,
me aperta, sufoca, me limita.
A cama parece um campo de guerra,
onde o travesseiro é refém da minha tristeza.

Me perco nos olhos que não estão,
no amor que finge que foi ilusão.
Mas eu sei... no fundo eu sei,
que amar não é erro, mesmo se eu calei.

O telefone não toca, ninguém vem,
o peito pesa, ninguém me mantém.
Meu avô luta, minha vó se perdeu,
minha mãe se apoia no que restou... eu.

E o emprego, e a vida, e as contas, e o mundo...
Tudo pesa num segundo.
Queria sumir, ser fumaça, desaparecer,
mas, mesmo querendo, não sei nem como fazer.

Tem dias que penso em ferir minha pele,
como se ela pudesse gritar o que minha alma não consegue.
Mas no fundo, lá no mais fundo,
eu só queria um abraço, um colo, um refúgio seguro desse mundo.

Se poesia é pra curar, que ela me cure,
se é pra salvar, que ela segure.
Que cada palavra seja um sopro de vida,
que me lembre que apesar da dor...
eu ainda respiro. Eu ainda existo.
E talvez... só talvez... isso já seja um sinal de que ainda há caminho,
de que não acabou, e que eu não tô sozinho.

Inserida por Patrick_Vieira

Seja você mesmo até o ponto em que você mesmo não seja nada além de Mim.

Inserida por MauricioVeneroso

⁠No pecado mim joguei !

Andei por todos os lugares,
no pecado mim joguei.
Ninguém, sabia por onde andava
e nem onde me encontrar.

Todos ficavam preocupados,
e eu, nem aí para o azar.
Mas, quando cheguei ao
fundo poço, a Cristo eu chamei,
ele veio ao meu encontro.

Sem nem mesmo eu merecer,
transformou a minha vida,
e mudou o meu viver.

Hoje sou uma nova criatura,
então posso lhe dizer:
Abra o seu coração,
pra que Cristo possa entrar,
e verás na mesma hora,
a sua vida transformar.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Estais bem perto de mim !


Estais bem perto de mim,
e tu não vem me visitar.
Quando souber que eu morri,
por favor fique onde estar.

Ao descer a capa fria, de ninguém
levo lembrança, nem a Deus eu
louvo mais, terminou minha esperança.

Tudo que conquistei em vida,
aproveitei para gastar, não deixo herança,
pra ninguém, pra não terem: que se matar.

Inserida por COMPOSITOR

Consciente do meu subconsciente.

Inserida por ARRUDAJBde

Desenho-a em linhas firmes e tão singulares.

Inserida por ARRUDAJBde

Eles se abandonaram na infância.⁠

Inserida por ARRUDAJBde

Por que duvidas? Se duvidas é porque sois tu de caráter duvidoso.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Sou como a poesia de meus versos, literária.

Inserida por ARRUDAJBde

Que a gente mude, mas que seja para melhor.⁠

Inserida por ARRUDAJBde

Os pensamentos, é isso, devem ser os mesmos para quem não pensa em desistir.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Olhei bem no fundo dos meus olhos e a pupila dilatou.

Inserida por ARRUDAJBde

O infinito éDeus.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Dos amores e desamores que me visitaram

O primeiro — não foi bem-amado, mas necessário.
No segundo, tropecei às escuras, e ali me perdi.
O terceiro? Fagulha e incêndio. Do prazer ao desprazer, uma dança entre brasas.
O quarto, suor e paredes. Instinto sem enredo.
O quinto, breve ilusão com perfume de engano.
Do sexto, um pacto: conveniência, desejo e sedução mascarada.
O sétimo... ah, o sétimo. Teus olhos, a chave. Teus cabelos ao vento, tuas mãos — santo ofício do infinito.
O oitavo, desértico. Sem sal, sem açúcar. Um barco à deriva, explorado sem destino.
No nono, alquimia e êxtase. Fórmulas soltas no ar, afagos que me dissolviam no teu luminar astral. Ali, fui inteira.
O décimo, a queda. A conquista amarga, tua alma em desalinho — própria ao caos, imprópria à divindade.
Então veio ele — o que nunca se fez número, mas foi tempestade. Breve e explosivo, intempestivo e tempestivo. Nunca me esqueceste, pois era o que procuravas: tua chave do bem e do mal, tua colheita. O indígena dos teus olhos foi a única coisa que me fascinava. E mesmo não sendo eterno, foste ritual.
O décimo primeiro, aventuras secas. Mas vieram as águas. Yemanjá, tua onda me trouxe até aqui.
O décimo segundo? Distante, mas pontual — como um cometa.
E o décimo terceiro... será que virá? Teus olhos azuis e pequeninos me encantam. Mas há loucura nisso. E sei — és proibido para mim.

Inserida por ARRUDAJBde