Porque sou assim
"Não sou do tipo de pessoa que consegue falar 'Eu te amo' facilmente, algo me bloqueia. Sou aquele tipo de pessoa que prefere amar e demonstrar isso através de pequenas coisas, pequenos gestos, como um simples sorriso ao ver a pessoa amada, estar por perto quando ela precisa, um simples abraço quando ela menos espera, essas coisas falam 'Eu te amo' por mim, o problema é que geralmente as pessoas amadas não acreditam que são amadas pelo fato de nunca escutarem um 'Eu te amo' de pessoas como eu, e não conseguem perceber que o amor está na preocupação da outra pessoa com você, o amor está na pequenez de um sorriso ou um abraço, o amor está em cada carinho, cada preocupação, cada olhar e cada silêncio."
Gosto de estar sozinho
e isto não implica que sou solitário;
tenho bons amigos, e, por eles, sou grato, mas minha mente floresce na solitude.
Sou grata pela bondade de Deus em minha vida,
pela forma silenciosa e constante com que Ele me sustenta,
pelos cuidados que muitas vezes só percebo depois,
quando olho para trás e vejo que, mesmo nas tempestades,
havia uma mão me guiando,
um amor me guardando,
e uma presença me impedindo de cair.
Sou grata porque, mesmo quando me sinto pequena diante do mundo,
Ele continua me lembrando do meu valor
e do quanto sou profundamente amada. ✨
Em minha defesa, eu nunca escondi o que sou nem o que desejo.
Há em mim uma mulher inteira, mas também uma menina que ainda acredita no cuidado, no gesto que acolhe, no olhar que sustenta. E é por ela que eu escolho.
Não quero ser a mulher de um menino que ainda ensaia responsabilidades, que se perde nas próprias indecisões e chama isso de liberdade. Não quero ser abrigo provisório de imaturidades, nem colo para quem ainda não aprendeu a permanecer.
Eu quero ser leve… mas leve de verdade.
Leve porque posso descansar, porque não preciso endurecer para dar conta de dois, porque não preciso ensinar o básico a quem já deveria saber amar com presença.
Quero ser a menina de um homem.
De um homem que entende que cuidado não diminui, que presença não sufoca, que escolha não se adia. Um homem que não se assusta com a profundidade, mas mergulha. Que não foge quando percebe que é real.
Porque em mim, tudo é real.
O sentir, o ficar, o construir.
E se isso assusta quem ainda é raso, então que assuste.
Eu não fui feita para caber no medo de ninguém.
Em minha defesa, eu só estou sendo fiel ao que em mim nunca foi ausência
essa vontade bonita de ser bem escolhida… e, finalmente, poder ser leve sem precisar deixar de ser inteira.
Há momentos que sou tratado
como um vilão
e em outros como um mocinho,
entretanto, o fato é que não sou
nem um, nem outro,
nem penso em agradar a todos,
apenas sigo o meu próprio caminho,
querem que eu cure, que eu ensine,
vezes, pedem pra apressar-me,
em outras, pendem pra acalmar-me
mas só quem sabe o meu valor
e dar-me o devido respeito
que poderá assim beneficiar-se
do meu agir, O Tempo.
Às vezes penso que devo me aquietar, porém quieta já sou. Permaneço imóvel enquanto penso.
E, por alguns momentos, sempre me vem a mesma pergunta: e se eu fizer diferente? Ir em frente e buscar alcançar com as mãos aquilo que só meus olhos alcançaram.
E se eu tocar… será que estrago? Ou é precipitado o medo de me precipitar?
Porque o medo de estragar já não causa seus próprios estragos?
Vai tornando impossível um acontecimento talvez inevitável. Fazendo ruir, antes mesmo do início, aquilo que talvez só precisasse de coragem para acontecer.
Talvez, às vezes, o que chamamos prudência seja apenas temor disfarçado.
E o que mais desejamos não se perde pelo toque… se perde pela ausência dele.
Pra quem não me conhece...
"Quem sou eu? Um anônimo... Apaixonado pela vida... Encantado pela música... Fascinado por conquistas... Crente na fé, admirador do poder e deslumbrado pela capacidade de ser eterno... São características e sentimentos que me definem... Sou louco, intenso... Mas sou assim... me posiciono estrategicamente aos meus objetivos... E conquisto cada um deles... Sou guerreiro... Eu simplesmente... Sou apenas eu, eternizando Minha vida... "
Sou...
Eu sou a sombra de alguém que eu nao reconheço
dentro da pessoa que dizem que eu sou.
Sou o silêncio no meio de palavras não compreen-
didas...
Sou a diferença no meio te tantas coisas iguais.
Sou a imagem de alguém dentro de um espelho que
não há reflexo!
Sou a mulher dentro de uma garota.
Sou eu quem não sabe amar?! Ou é em meio de tanta
solidão vivida pelos outros que eu aprendi a esquecer!?
Sou um pouco do que vivi,
um pouco do que percebo,
um pouco do que sonho,
um pouco do que esqueci,
um pouco do que conheço!
Eu não sou devoto de nenhuma grife. Eu não professo a minha fé no altar das aparências. Eu sei que me falta brilho e glamour, mas será que um traje criado por algum guru da alta costura teria o poder de suprir as minhas carências? Já ouvi dizer que alguns pedacinhos de pano recobrindo estrategicamente a pele, têm o poder de elevar a auto-estima de pessoas vazias de si mesmas. Só o jeitinho particular de cada um não basta, é preciso uma fantasia feita sob medida para que as pessoas possam disfarçar suas imperfeições, tapear olhares e se sentirem as mais especiais no meio da multidão.
Sou um estúpido que não sabe diferenciar um item de boutique de um adereço hippie confeccionado na beira da calçada. Quando ouço falar em Victor Hugo, penso logo naquele cara que dizia que “Não há nada como um sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã”. Pois é... Eu também não sei quem foi Louis Vuitton, Dior, Calvin Klein, Hugo Boss; Gucci, Versace, Armani, Chanel e muito menos o que eles pensavam a respeito da vida. Sou apenas um boêmio ignorante e um poeta démodé totalmente ofuscado pelas palavras costuradas pela minha caneta.
Sei que eu deveria aprender um pouco mais sobre as últimas tendências da moda, mas eu sou tão distraído pra essas coisas, e o modismo é uma febre tão passageira que, quando eu penso que um determinado figurino está no auge, na verdade, já virou cafonice há muito tempo. A moda faz de mim um eterno prisioneiro do passado e o meu armário é um museu cujo acervo é incapaz de despertar a inveja dos meus semelhantes.
Sou um tipo assaz desinteressante, a ponto de nem ter que me preocupar em tirar as minhas máscaras toda vez que eu volto pra casa. A minha cara é ter a mesma cara todos os dias. Temo que para ser notado seja necessário que eu me transforme numa vitrine viva, mas a passarela da minha vida é bucólica demais, e apenas se resume na rotineira alternância dos dias se vestindo de noite e das noites se despindo sob a luz do dia. Talvez eu devesse conhecer mais a fundo a alma dessas grifes e marcas por detrás das quais as pessoas se escondem para se sentirem mais seguras de si, mas o que pode valorizar mais a existência de um homem: a marca da sua roupa ou o legado das suas idéias? Não sei... Eu nunca tive etiquetas informando do que é feito o meu coração.
Não existe um logotipo capaz de definir melhor a pessoa que sou do que as minhas próprias atitudes. Eu sou assim, como me vêem. Sou um símbolo de mim mesmo e defendo sem hipocrisia as cores que eu escolhi, e não as que querem me vender. Eu não gosto de expor a minha figura ridícula antes do último gole, mas adoro mostrar ao mundo tudo aquilo que eu gostaria de ter sonhado durante as minhas solitárias noites de insônia. Adoro medir as consequências dos meus atos, planejar os meus passos, me colocar no lugar dos outros e não me acomodar com aquilo que me incomoda. Para mim, calar-me diante de qualquer injustiça é como andar nu – me dá vergonha.
Reconheço que me falta panca na hora de fazer pose para o mundo. Mas o que eu posso fazer se eu nem sei no que os deuses da moda querem que eu me transforme para que eu possa atrair mais atenções? Será que nos livros que eu leio eu vou conseguir encontrar respostas que me façam compreender o que as pessoas pensam a meu respeito? Creio que não. De certo eu serei estigmatizado para sempre como um reles artigo de promoção.
Mas esse é o meu jeito: simples assim, raso jamais. Muitos dirão que eu não tenho estilo e nem charme, mas quero deixar bem claro que tudo que existe de mais fashion em mim, só quem faz parte da minha vida é capaz de enxergar. Este é o meu jeito de me mostrar ao mundo, e nada em mim é feito de retalhos. E se eu tenho alguma beleza que valha a pena ser exaltada, ela estará escondida muito além das roupas que eu visto e poderá ser encontrada aqui: desfilando faceira bem no fundo de mim.
Meu estado de espírito sintetiza estes dois sentimentos e os supera: sou pessimista com a inteligência, mas otimista com a vontade. Em cada circunstância, penso na hipótese pior, para pôr em movimento todas as reservas de vontade e ser capaz de abater o obstáculo.
Sou vidro quebrado
Já fui inteiro
Carregava um fardo
Quebrei-me; fui livrado.
Sou caco, e corto
Porque já fui cortado
Acontece que pela metade
Sinto-me inteirado.
Eu sou eu. Você é você.
Eu não estou neste mundo para atender às suas expectativas.
E você não está neste mundo para atender às minhas expectativas.
Eu faço a minha coisa.
Você faz a sua.
E quando nos encontramos.
É muito bom.
Sou o que sou, simplesmente mulher, decidida e de bem com a vida, buscando a felicidade sempre.
Se me criticam absorvo o que é bom e esqueço o que é ruim, se me elogiam agradeço e não permito que a humildade se afaste de mim.
Se me abraçam, abraço gostoso.
Se me batem, bato mais forte ainda. Se é pra sorrir caio na gargalhada.
Se é pra gritar, berro bem alto.
Se é pra amar, amo com todo coração.
Se é pra odiar odeio com todas as minhas forças.
E já que é pra viver, vivo cada minuto como se último fosse, sem medo de ser feliz, sem vergonha de errar e sempre pronta a recomeçar.
Assim sou eu: simplesmente eu.
Eu sei que os tempos modernos te deixam confuso
Mas eu sou tipo Charles Chaplin soltando seus parafusos.
"Sou colecionadora de sorrisos, de pedacinhos de céu, amo a natureza,
mais minha paciência é pouca, não suporto falsidade muito menos
pessoas arrogantes. Perdi a vontade de agradar quem não gostam
de mim, que sempre tentam me derrubar pelas costas, traiçoeiros.
Hoje estou simples assim... Amo quem me ama, gosto de quem gosta de
mim, sou cheia de sorrisos para quem sorri para mim... Simples assim.
Não vou dar mais ouvidos a suas fofocas. Acredito na amizade e no amor
no respeito mutuo. E não tenho mais paciência com aqueles que não
merecem a minha".
Não sou tão doce o quanto pensam, nem tão azedo o quanto gostaria.
Sou curioso, desconfiado, temperamental e teimoso.
Tenho o coração mole, sangue quente, mente inquieta e insisto na mania de querer acreditar, em sonhos, pessoas sinceras e final feliz.
