Porque sou assim
Sou um cais sem barcos...
E nesta solidão...
Um acaso de amargos presentes
E neste silêncio que assola o coração
Sou o tempo
Escondendo o mistério das penumbras
Sou a mentira cruel que afogou a verdade
Sou um par de pérolas
Na amnésia do mar brincando de vida...
Nestas lágrimas de dor e alegria
Sou um amor guardado em soluços
Sou tantas dores, e tanto perdão!
Sou um violino tocando notas musicais...
Imitando as marés e os gritos de uma gaivota!
Sou um trovador apaixonado ... Meu nome é melancolia!
Sou uma encantada...
Cheguei do mar...
Trago nas mãos aromas perfumado... Cujo nome é paixão
Que te ofereço em silêncio
Venho do tempo... De um lugar distante dourado... Misterioso...
Sou a luz que tomou de assalto tuas pegadas..
Enquanto o Mar geme com suas ondas da maré cheia...
Saudoso de mim...
Eu estou a sorrir-te no cristalino das águas...!
Tem dias que acordo atacada por uma veia poética onde sou capaz de escrever mil poemas de amor ao me sentir perdidamente apaixonada pelo indivisível...algo hipotético que acho que foi vivido em outras encarnações...daí me ponho a ouvir melodias que me fazem lembrar alguma coisa, um não sei quê...de encantamento
de misterioso...não sei dizer...talvez escrever...escrever...escrever...fechar os olhos e levitar literalmente sobre todas as palavras escritas ...talvez para anjos e arcanjos..e debruço-me sobre meus poemas, meus escritos e procuro descobrir vidas que vivi...
ou talvez pedaços de vida vivida em minha infância e adolescência que hoje me parecem tão distantes ...e que o tempo levou e não trouxe de volta...o tempo não volta!
E me vejo chorando com saudades de algum pedaço vivido amarelado pelo tempo...mas não apagado pois permanece em minha memória e meu coração!
Uma fragrância selvagem é sentida no ar...
Agrada a minha alma... Acorda-me os sentidos...
Sou apenas um ser que abraça o vento
Nele te sinto...Perdidamente...!
Sou...um poeta doce!
**Talvez uma alma triste... Um poeta doce e sofrido
Que vive à margem da vida flutuando entre
Nuvens e devaneios... Colecionando lembranças
De um passado tão presente***
Cobiçando ser apenas uma gaivota a voar...
sobre este verde mar..
Anoiteço esperando os amanheceres
Exausto desta contradição... De sentimentos...
***Vou ao encontro da brisa que sopra vagarosamente com
A melancolia do anoitecer... ***
**Quando então
escrevo meus versos à lua prateada...***
***E vou renascendo e morrendo tantas vezes...
Quantas na vontade de ser um poeta...ou mais que um poeta doce
Um louco...de amor!***
Quem sou? Quem tu és?
E passaste em frente aos meus olhos
Tramando a crueldade no amanhã sombrio
Estou cansada de ti e de teus espinhos
Que cravas no meu peito...
Abri-te meus braços novamente a um abraço
quem sou?
quem tu és?
Sou...Talvez uma canoa sem alcunha
Um pássaro ferido... Por tua crueldade!
E eu qual ave que voa na alma do vento
Quero lembrar-te que te amei e
Que te dei aquele para quem cantei para faze-lo adormecer...
E que me encantei por ele durante toda a minha vida...e por
Seus sorrisos cândidos...e que dele fiz uma cintilante estrela
Para que seguisse estradas de flores perfumadas da vida
Com o farol do amor..
Quem tu és? aquela que me devolveu.a dor
Eu não merecia tanto desamor!!!
Nada sou...sem ti!
Sou lágrima que escorre dos teus olhos....
Sou aquela que te espera... Sempre esperou
Sou quem continua crendo
No voo misterioso dos sonhos que não mais existem...
Sou poesias esvoaçantes e meditativas...
Sou o teu esquecimento... Nas noites de solidão...
O teu mar íntimo do seguir... Invasora do teu coração fechado...
Sou tua saudade!
Sou passarinho insano que grita sussurrante no silencio
Dilacerando o vácuo...
Cintilei meu caminho com o teu olhar...
Será sempre escuridão sem o teu chegar
És vida ...e nada sou sem ti...sem mim...sem nós!
O silencio da minha alma!
Tenho um grito de pássaro que vem da alma
Sou uma gaivota perdida no espaço
Muitas vezes exalto o amor
Noutras carrego nos meus voos uma grande dor...
Neste momento me visto de poeta só para escrever versos...
São palavras que vem no torpor dos sons...
Um poema delirante
Onde escuto melodias silentes... No final das tardes...
E vou tingindo os céus e o horizonte com pincéis
- de uma cor dourada -
E sorrio ao recordar o teu sorriso num lento entardecer ...
E viajo batendo as asas... Hesitante... Para depois deixar chegar à escuridão...
E guardar este momento dentro do silencio da minha alma!
Sou mulher do mar...
Sou o vento arrebatador da alma...
Sou pássaro que voa nas nuvens brancas...
Sou verso de amor oculto no horizonte
Sou eu...quem te ama!
Tu és um poema magnifico escrito no silencio
Das minhas noites insones...
Um anjo que os meus olhos seduz
Meu mais belo sonho... Minha eterna espera...
A mais linda canção...
É qual o volitar de uma gaivota varrendo o horizonte
Em manhãs primaveris... E neste delírio constante em te ter
Anseio por ti... Amo-te
E te penso...e te tenho...
Sou eu quem te ama...
Nas minhas mais profundas fantasias...!
Na límpida calma de uma madrugada de abril...
Faz-se o silencio na memória
Sou pássaro de voo... Jardim de primavera...
De ti já tentei em muitas outras estações...
Nunca te esqueci... Nem nunca parti...
E nesta distancia infinda jaz a tua lembrança
Nas noites e nos dias... Em todos os crepúsculos
Sonho com noites de luar... Em chama acesa...
Na fulgente placidez de uma manhã de abril...
Nada sou...sem ti!
Sou lágrima que escorre dos teus olhos....
Sou aquela que te espera... Sempre esperou
Sou quem continua crendo
No voo misterioso dos sonhos que não mais existem...
Sou poesias esvoaçantes e meditativas...
Sou o teu esquecimento... Nas noites de solidão...
O teu mar íntimo do seguir... Invasora do teu coração fechado...
Sou tua saudade!
Sou passarinho insano que grita sussurrante no silencio
Dilacerando o vácuo...
Cintilei meu caminho com o teu olhar...
Será sempre escuridão sem o teu chegar
És vida ...e nada sou sem ti...sem mim...sem nós!
Sou poeta que fenece existindo
Na tua voz calada que um dia disse que me amava
Um fantasma solto do exilo
Um piano que toca enquanto escrevo
Uma emoção... A palavra que abre o coração
O estonteamento de anseio que nunca se detém
Em mim... Há aguas brandas... Vindas de um dilúvio
Chamado Saudade...!
Não quero perder-me na solidão das noites
Vem... No sussurro da noite ao encontro do amanhecer!
celina vasques
Aqueles que sempre se acharam mais espertos do que eu, me ensinaram a ser quem eu sou.
E o tempo se encarregou de mostrar o quanto foi bom nao me achar que era melhor que ninguém.
Podemos ser muitas coisas,
Um bom exemplo disso sou eu mesmo.
Já fui esperança,pra quem precisou.
Alegria, pra quem me conheceu.
Frustração, pra quem decepcionei.
Fui prazer, pra quem me teve.
Saudad, pra quem não me vê mais e ainda queria estar perto.
Alívio, pra quem não quis me ver mais e está longe.
Amigo, pra quem buscou um.
Amor, pra quem quis e para quem não quis,
Porque eu escolho amar a todos
Amante, pra quem buscou apenas momentos.
Honesto, na grande parte da minha vida.
Desonesto, quando não pensei nas consequências.
Herói e vilão, Pra ver os dois lados da moeda.
Mais sempre fui EU, e espero que isso venha ser bom no fim da minha vida
Porque jamais quis ser alguém que não sou pra agradar quem quer que seja.
Eu sou como meu Pai
Devo amar e ter amor
Caminho para onde Ele vai
Com muita fé e fervor
Dar a prova do amor
Com paciência e obediência
Na mente ter temor
Examinar sua consciência
Basta acreditar na Missão
Que o Mestre nos deixou
Com fidelidade e dedicação
Cuidar daquilo que Ele confiou
Preste muita atenção
É chegada a hora
Vamos ser filhos de coração
Baixando a poeira, vamos embora!
Eu tenho que amar
Eu sou o Amor
A verdade irá respeitar
A quem ela der valor
Assisto a tudo
Com o dom de contestar
Faço com zelo contudo
Para meu Pai nunca reclamar
Muito foi dado
Muito será pedido
Desse vai ser cobrado
Até o que foi decidido
Eu devo sempre honrar
Ao Mestre com carinho
A Palavra de gratidão guardar
Ela guiando meu caminho
Sou discípulo obediente
Tento seguir com carinho
Para poder lá na frente
Estar junto a este caminho
Este lugar é uma estrada
Pode ser larga ou ser estreita
Vai depender da direção tomada
Se é a esquerda ou direita
Preste muita atenção
No que lhe foi confiado
Guarde no seu coração
Tudo o que foi reservado
Se for preservado
Receba o Dom de Nosso Senhor
Jesus Amado
Nosso Pai de Amor
Me pediram para escrever uma crítica textual. Não sou muito bom em escrever críticas. Analisarei os pontos positivos e os negativos, direi o quanto podem ser melhorados. Afinal, nesse mundo de pessoas tão críticas, porque não sermos sempre positivos?
