Porque sou assim

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Já fui novo demais para entender, e hoje sou velho demais para me arrepender.

⁠O ato de escrever deixa-me vulnerável. Sou invadida pela sensação de que a inteireza se partiu em pedaços, onde partes de quem sou se tornam visíveis. Cada poesia, crônica, conto e prosa poética que escrevo, sangro no papel e pedaços de mim se espalham por aí, ganham vida própria e multiplicam minha existência no mundo.

⁠Sou tão ansioso, que vivo vomitando.

Ser quem eu sou me poupa do desgaste de fingir ser quem não sou pra agradar quem eu não conheço.

Cuido da minha vida, sou o que eu quiser, e não tento fazer do costume alheio o motivo para ostentar minha fé.

Eu sou uma lenda viva

"Se me perguntarem quem sou, direi: sou a prova de que sempre há vida depois do fim."








Marcilene Dumont

⁠Manifesto — Marcilene Dumont


Eu sou Marcilene Dumont.
Não fui moldada pela facilidade, mas refinada pela travessia.


Carrego nas entranhas a força que não se anuncia,
mas que sustenta, em silêncio, tudo aquilo que permanece de pé.


Não me curvo ao ruído do mundo desordenado.
Eu me alinho — e, por isso, me elevo acima.


Minha resiliência não é resistência bruta,
é inteligência emocional lapidada pela experiência.


Minha coragem não grita — ela decide.
E em cada decisão, eu honro a mulher que escolhi me tornar.


Eu não busco aprovação — eu sustento presença.
E é dessa presença que nasce o verdadeiro engajamento.


Porque aquilo que é autêntico não precisa convencer,
apenas se revela — e naturalmente conduz.


Minha vida é guiada por alinhamento, clareza e propósito.
E onde há propósito, não há dispersão — há direção.


Na mentoria, não entrego respostas prontas.
Eu ativo visões, elevo padrões e reposiciono destinos.


Eu não sigo caminhos comuns.
Eu crio espaços onde o extraordinário se torna inevitável.


Sou feita de profundidade, elegância e decisão.
E é por isso que permaneço acima — não por acaso, mas por essência.


Eu sou Marcilene Dumont.
E tudo em mim comunica força, direção

“Sou inspiração até para aqueles que me negam: espelho que devolve o que falta.”⁠

A fibromialgia não define quem eu sou, mas transformou a forma como aprendi a sobreviver.

Eu sou quem sou. Sei o que deveria saber e saberei o que me espera. Aplaudo a vez do outro para que um dia, eu também seja aplaudido.

Eu sou a minha melhor companhia. Se não for eu, então é Deus ou a minha mãe.

Eu sou o primeiro a me elogiar, criticar, opinar sobre mim, comentar coisas em mim e fazer perguntas em mim antes que alguém faça e eu fique sem resposta.

Eu não sou o Macaito e a minha mãe não é Maria. O meu nome completo é Paulo Macaia, sou filho de Paulo Macaia Poba e Alfonsina Buconzo Ngoio. Não me confundam com o Macaito ou qualquer outra pessoa.

Ainda sou um estudante. Estou estudando 9ª classe no Colégio Graças a Deus em Cabinda.
Estudei no Colégio Bueia (foi a minha primeira escola) em Cabinda, Colégio Paulo Macaia (desde a 2ª classe até a 6ª classe) em Cabinda e no Colégio Neo Semear (desde a 7ª classe até a 8ª classe) em Luanda.

Eu não sou o Paulo Macaia Buiti. O meu nome de registro no bilhete nacional apenas é Paulo Macaia e nada mais.

Sou Pauleremonopsicofilosofante: na dor aprendi, na tristeza cresci, na solidão venci. Filho do mar, mas eu não me afogo.

Não sou cópia. Não sou eco.
Sou Paulo Macaia:
Na dor eu não fugi, na tristeza eu não calei, na solidão eu me achei.

Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.

Sou o tipo que corta o teu pescoço na foto de meio corpo ou tipo passe e coloco a sua cabeça no copo de água da qual você cuspiu porque sentiu o sal e o açúcar no mesmo
limite porque têm o mesmo aspecto.