Porque sou assim
sabe os pássaros tem os seus sonhos mas quando eles caem em uma gaiola, termina tudo pra eles assim é uma pessoa que sonha e chegando numa certa idade lhe é tirado tudo que ele mais sonha é como é chegada a hora da partida desta terra.
Quando saímos por uma estrada desconhecida assim é escolher um amor contrariado, nunca sabemos com quem estamos lidando.
Sem mais a acrescentar e adquirir acabamos assim; cansados, entediados de frente a um programa barato.
Estamos no meio
Não se pode começar sem dizer algo que faça sentido assim como não se pode acabar sem que o sentido retorne ao inicio de uma reflexão.Vemos que toda história, conto, fato ou uma simples frase não tem inicio nem fim, todas as crônicas, bibliografias e tudo o que está por vir são meios de uma narrativa sem começo mas que aguarda um final que talvez nunca chegue... "A nossa historia não é um filme que assistimos na semana passada...", antes de te conhecer eu mesmo já tinha ido a escola e você já havia beijado seu primeiro amor. Na roda da existência não se pode prever inícios e quem nos dera saber o final, estamos apenas compondo algo que vem sendo juntado, usado e jogado. Mesmo que tenha inicio para você, pode ser o fim na vida de outra pessoa; o divisor de águas para um qualquer e por que não acreditar que o combustível para qualquer um.
Fique tranquilo pois o tempo se encarrega de colocar cada Monarca em seu trono.
Assim como se encarrega também de colocar o bufão no seu devido lugar.
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
Assim como o homem não pode viver sem sonhos, ele também não pode viver sem esperança.
Se seus sonhos refletir em seu passado, saiba que a esperança lhe convoca para o futuro.
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
Mude a perspectiva de sua visão.
Só assim mudará a perspectiva de sua vida.
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
Não dá pra viver o presente se não deixarmos pensamentos repetitivos do passado.
Assim também não tem como sonhar um futuro, sem encarar a realidade.
Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.
R&F Perazza.'.
O problema é que a maioria das pessoas não sabem diferenciar as palavras.
Muita gente fala assim eu estou cheio de problemas.
Enquanto na realidade você não está cheio de problemas mas sim de desafios.
Problema é quem quer comer e não tem o que comer.
Problema é quem quer se levantar de uma cama e está condenado a ficar nela para o resto da vida.
Problema é que tem uma doença que não há cura.
O problema é quem estava cheio de vida tinha tudo para viver e infelizmente por uma fatalidade do destino deixou de viver.
Esse exemplos citados aí em cima são problemas se você não os tem.
Então você não tem problemas mas sim desafios.
Mude as sua palavras, que elas irão fazer você mudar seu futuro.
Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.
R&F Perazza.'.
O cérebro não escolhe no que acreditar assim, no que você mais comunicar a ele, mais verdadeiro será pra você, pode não ser a realidade do mundo mas passará a ser a tua diante de tanto você pensar...
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
Era assim! Assim era.Eu sei que era!
As moças, das famílias com mais recursos financeiros, só podiam namorar os rapazes que fossem do mesmo nível financeiro ou com um bom emprego, de preferência em algum banco,. se fosse no banco do Brasil, melhor ainda. O pretendente que não se enquadrasse nos requisitos exigidos pela família da moça; só se fosse no "namoro"escondido." As moças que namoravam "escondidos", para ir ao cinema, onde ocorria os encontros tinham que sempre estar acompanhadas com alguma amiga, ou com os pais, que as levavam até a porta do cinema.,Nunca iam sozinhas. O pretendente atrevido e sem os requisitos necessários, ficava por ali , na espera, na ante sala do cinema. Quando iniciava o filme, ele, na penumbra, saia procurando a namorada. Vez ou outra,depois de estar sentado e já de mãos dadas com a namorada, "arrebentava a fita," as luzes eram acessas, era, então, a hora de se levantar e sair, deixando a moça sozinha. Assim que resolviam o problema , apagava se as luzes, voltava, no escuro o pobre coitado à procura da namorada e poder, outra vez, se sentar ao lado dela. . Quando terminava o filme, aliás, antes do fim, o namorado já tinha que ir saindo, deixando a namorada sozinha. Normalmente alguns pais ficavam esperando a filha na saída do cinema, ou então, ela ia para casa acompanhada de alguma amiga, mas nunca com o rapaz. Os encontros extras, ou seja, fora da sala do cinema, eram sempre furtivos e rápidos. Quando os pais da moça descobriam aquele namoro, vinha o desfecho, sempre com o argumento de que eles, os pais, não haviam criado a filha para aquele tipo de rapaz. Fim!
O velho Agenor.
Conheci o a Agenor há uns dez anos.
Na verdade ele foi adotado, tipo assim, amor a primeira vista. Ele era de um casal de amigos; Selma e Zanotti.
Quando o conheci ele estava morando numa garagem com outros elementos, de estirpe diferente, ele era o único de sua raça.
A primeira coisa que fiz foi comprar umas roupas novas e também novos sapatos. Tanto as roupas como os sapatos, esses ortopédicos, foram substituídos por modelos mais condizentes com a idade dele. Por falar em idade tive que fazer algumas intervenções cirúrgicas. Seus joelhos foram operados e receberam novas cartilagens. Os olhos, já apresentavam sinais de cataratas e foi necessários a colocação de lentes corretivas.
Por ter ficado muito tempo se alimentando mal, foi necessária uma lavagem estomacal completa. Com essas atitudes o Agenor remoçou alguns anos.
Seus dias passaram a ser mais tranquilos, agora com um lugar somente para ele e com alguns passeios à tarde e finais de semanas. Mas como nada é eterno ocorreu uma mudança de destino novamente, o Igor, meu filho, adotou o Agenor como se dele fosse o que acabou se concretizando. Dado o carinho e cuidados que ele tinha passei a guarda do Agenor para ele.
Eu tenho um sobrinho, Fernando, que mora em Belém. Num de seus passeios por Santa Catarina ele conheceu o Agenor, já o conhecia de fotos e de ouvir falar, mas ainda não tinha visto ele pessoalmente. O Fernando se apaixonou pelo Agenor e tanto insistiu que o Igor passou a posse para ele, mas logo se arrependeu e o Agenor voltou para ele. Mas a saga continuou e houve uma segunda tentativa, aí não deu retorno e lá se foi o Agenor morar em Balneário Camboriú. Coube a mim leva-lo. Numa manhã pegamos a estrada, eu ele e o chicão. Quando o Agenor sentiu que estava numa estrada, se transformou. Rejuvenesceu uns quarentas anos. Parecia um foguete alado. Passava todos aqueles pangarés. Buzinava, dava sinal de luz pedindo passagem, ultrapassava pela esquerda, pela direita, uma festa só, mas depois de uns 80 quilômetros veio a canseira, acho que falta de ar e tivemos que parar. Tomou água, descansou e continuamos a marcha. Chegando em Balneário deixei ele na sua garagem, bem moderna por sinal, e ali ele ficou descansando da viagem, afinal foram oitenta quilômetros de aventuras.
Mudanças de planos: por acumulo de bagagens e de passageiros o Agenor teve que retornar para Joinville para ajudar no transporte,, a mais ou menos cinco quilômetros da minha casa, outro incidente: por falta de alimento o Agenor não aguentou chegar até o destino. Depois de alimentado, concluímos o percurso. Um mês depois voltei para Balneário, agora definitivo. A viagem igual as outras. Quando ele se via na estrada se transformava. A velocidade tinha que ser controlada se não era multas e mais multas por excesso.
Dessa vez havia, no prédio, mais uma moradora junto à sua garagem: uma mercedinha (paquitinha) linda. Claro que o Agenor, por ser um senhor, teve todo o respeito em dar à ela a parte frontal da garagem, ficando ele, com o fundo. A semana retrasada eu estive com ele. Levamos os dois no salão de beleza para fazer uma limpeza de pele e dar um passeio na nova orla de Balneário, diga se de passagem; linda.No lugar que ficava a paquitinha havia uma marca de sujeira no piso. Liguei para o meu sobrinho e disse que a paquita estava fazendo xixi no piso, Sabe o que ele me falou? Que era do Agenor; O Agenor, mesmo sendo um senhor, jamais faria aquilo, e outra coisa, ele não tem incontinência urinária. Eu disse a ele, mas ele não acreditou. Na despedida do Agenor, senti uma tristeza no seu olhar, agora não mais opacos, pois foi operado da catarata. Tive a impressão que ele sabe que vai passar por umas interversões traumáticas. Meu sobrinho vai trocar o coração dele, Vai colocar um mais potente, fazer um transplante de pulmões e colocar sapatos esportes. Ah, e novas lentes de contatos para enxergar mais longe.
Infelizmente não posso interceder. Só posso desejar boa sorte e que tudo corra bem. Ivo Terra Mattos
Para quem não gosta de Filosofia, ainda assim ela estará no nosso cotidiano. Temos pelo menos dez dilemas éticos por dia. Entre o que postar e não postar, compartilhar, nas aulas online, no trabalho remoto, nos grupos de família, de amigos e de estudos, no trânsito, em suma, em qualquer lugar, seja físico ou digital. Uma orientação ética no mundo digital é fundamental!
Assim como você a natureza é perfeitamente deslumbrante, algo Divino que DEUS nos proporcionou, por isso apreciar as coisas belas do mundo nos vivifica, edifica e fortifica!
“H.A.A”
DEUS no comando sempre!!!
Erros cometidos
Acreditando em falsas promessas
Assim como erros cometidos
Confundindo estrelas com planetas.
A viagem que não queremos terminar.
É assim a nossa vida.
Estamos norteados a uma direção.
As vezes nem sempre bem direcionados
Mas sempre nessa viagem.
Queremos tanto que o destino chegue
E que os objetivos sejam concluídos
Mas por vezes esquecemos do percurso.
Então, é quando nos damos conta de que
As vezes o destino da viagem nem tanto importa.
Mas sim o que você teve de fazer
O que você teve de viver
O que você teve de sentir
Para então finalmente
Ver que era sua jornada
O nascer de todas suas experiencias
De tudo aquilo que hoje, define você.
Não termine a viagem…
La noire, assim seja o despido céus.
Com sorte de nenhuma mágoa
Que surge sobre os desatentos mirantes
O lampejar dos astros é perdurável.
La noire, que enfeitiça quem te olha.
Com teus infinitos vigilantes
Que no teu intimo orbitam.
Perpetuam por olhares extasiados
La noire, faz da noite, tua arte.
A sua ausência pesa
Digo aos quatro ventos.
Sinto o desejo
Que assim comigo
Aos tempos perecerá
E lembre-se
Que daqueles sorrisos
Na qual lhe ofereço
Embargados de segredos
Estes assim são.
