Porque sou assim
Uma lei injusta pode ser válida perante o Estado e ainda assim permanecer culpada perante a consciência.
"Quem ama a Palavra de Deus não se cansa de estudá-la. Assim como um torcedor apaixonado passa horas falando sobre uma partida de futebol, o cristão que ama a Bíblia pode passar horas meditando nas Sagradas Escrituras, porque sabe que cada palavra foi inspirada por Deus e revela as riquezas da Sua sabedoria, conforme Ele quis dar a conhecer ao Seu povo. Quanto mais estudamos a Palavra, mais conhecemos o Senhor, compreendemos Sua vontade e contemplamos a beleza da Sua verdade."
Referências bíblicas:
•2 Timóteo 3.16-17;
•Salmos 1.1-3;
•Salmos 119.97-105;
•Josué 1.8;
•Colossenses 1.9-10;
•Romanos 11.33;
•João 17.3;
•2 Pedro 3.18.
O amor é estranho assim mesmo?
Pensei que amar fosse mais fácil… mas não é, não é nada fácil amar.
Talvez a gente possa viver sem o amor, se nos concentrarmos no que é mais importante do que isso, só não sei ainda o que seria mais importante que o amor…
Mas amar é praticamente impossível. Queria nunca ter amado! Que coisa chata é o amor!
Gruda igual chiclete e não sai mais esse vestígio de nós. É uma tortura saber como é e não poder tê-lo novamente.
Queria não amar.
Queria não sofrer.
Queria não querer.
Eu realmente cheguei a pensar na possibilidade de aceitar essa decepção futura e ser livre, cheguei a pensar que agora seria o momento perfeito… mas não foi, não é?! E a culpa é sempre do outro e não das nossas expectativas.
Expectativa mata a gente, sabia? Pois é!
Acreditar em algo impossível não o torna realidade. Isso é balela inventada para conter as pessoas.
Fui! E continuarei com esperança, afinal, eu faço parte dos contidos.
Foi assim:
Depois de algum tempo em São Paulo, meu irmão conseguiu comprar o primeiro carro da família. Como não podia deixar de ser, era um Fusca 67 azul, muito lindo. Aliás, o mais lindo do mundo.
No dia da compra, nem trabalhamos direito. A ansiedade para pegar o carrinho era enorme. Já era quase noite quando meu irmão finalmente chegou com o dito cujo.
Tudo certo. Arrumamos nossas malinhas no porta-malas. Naquela época, tínhamos mais felicidade do que coisas para carregar.
Pegamos três amigos e... estrada.
Assim que escureceu, surgiu o primeiro problema: cadê a luz dos faróis? Havia apenas uma claridade fraquinha. Nada, porém, que um eletricista de beira de estrada não resolvesse. Instalamos um par de faróis "Tremendão", moda da época, que consumiu boa parte das economias reservadas para a viagem.
Problema resolvido, seguimos viagem. Só alegria.
Depois de rodarmos mais uns 250 quilômetros, próximo a Avaré, apareceu outro pequeno contratempo: um pneu furado.
Coisa simples. Bastava trocar o pneu e seguir viagem.
Abre o capô, tira as malinhas. E eram tantas que cobriam o estepe.
Quando finalmente pegamos o estepe, veio a surpresa:
— Vixe! Está vazio!
Na pressa da viagem, ninguém tinha verificado as condições do referido pneu.
Era madrugada. Frio. Mês de junho. E lá fomos eu e um amigo pedir carona para encontrar um borracheiro sabe-se lá onde.
Depois de alguns minutos, parou um caminhão-cegonha. Sem muitas explicações, o motorista mandou que subíssemos na carroceria.
Se parado já estava frio, com o caminhão em movimento a situação piorou muito.
Rodamos uns dois quilômetros até que ele parou e nos chamou para a cabine aquecida.
Logo encontramos um posto com borracharia e restaurante. Enquanto o pneu era consertado, aproveitamos para tomar um café.
O motorista, como todo caminhoneiro, conhecia praticamente todos os outros caminhoneiros da estrada. Não demorou para encontrar um colega que seguia no sentido contrário ao dele.
Ficou fácil.
O outro motorista nos deixou perto do Fusca e ainda manteve os faróis do caminhão acesos para facilitar a troca do pneu.
Quando terminou, enchemos o homem de agradecimentos e... estrada novamente.
Como todos morávamos em Santa Mariana, a distribuição dos três amigos foi rápida.
Sempre que voltávamos para casa saindo de São Paulo, avisávamos nossa mãe.
Que castigo!
Ela passava a noite inteira nos esperando.
Mas fazer o quê?
Mãe é mãe.
Dormimos algumas horas, tomamos café de bule e partimos para a missão mais importante: mostrar o Fusca para a cidade.
Afinal, ele era objeto de desejo de muita gente. Naqueles tempos, ter um carro era privilégio para poucos.
O coitado do Fusca ainda estalava por todos os lados, consequência da longa viagem.
Azar o dele.
Tínhamos compromissos mais importantes.
Meu irmão ao volante e eu de carona, fomos direto para a cidade.
Paramos em frente ao Cine Plaza e ficamos ali, do lado de fora, exibindo nosso troféu com o mesmo sorriso de uma criança que acaba de ganhar um presente.
Não demorou muito e apareceu um conhecido (nome omitido por ordem judicial).
Para os nossos padrões da época, ele era milionário.
Nem nos cumprimentou.
Ficou olhando para o Fusca e disparou:
— Ué... a firma onde você trabalha deixa você viajar com o carro dela?
Tudo bem que o carro ainda não era exatamente da família Mattos. Era da financeira, e ainda faltavam vinte e quatro prestações — justamente as vinte e quatro do financiamento.
Mas ele não precisava ser tão maldoso.
A frase caiu como um balde de água fria.
Tirou um pouco da nossa alegria.
O dia perdeu o brilho.
Perdemos a vontade de passear pela cidade e voltamos para casa.
Para perto da mãe.
E, pensando bem, talvez ali fosse mesmo o melhor lugar para estar.
Somos assim sobreviventes do deserto.
Somos todos cactos.
Flores secas e molhadas.
Chão rachado.
Acabando com o gado...
Homens chorando sem pasto
Sol
Rachando o solo que agora está molhado.
Você é sua companhia eterna, ninguém mais. Então, ame-se o mais profundo que puder, só assim não aceitará migalhas de quem quer que seja!
O tempo mostra, o caráter prova, e as máscaras caem.
É assim que descobrimos quem está ao nosso lado de verdade.
Como se devolve aquilo que nunca se recebeu?
Você sabe o que é não ter e, ainda assim, ter que ter para dar? É aprender a esconder a própria fome para repartir o pão. É guardar a dor na gaveta porque alguém precisa encontrar em você um abraço. É enxugar as lágrimas antes que elas caiam, porque há outras lágrimas esperando o seu ombro.
Há dias em que a vida parece nos cobrar exatamente aquilo que nunca nos ofereceu: um amor que nunca nos ensinaram, uma paciência que nunca tiveram conosco, um cuidado que um dia desejamos receber, mas que nunca chegou.
E, então, nasce a pergunta que atravessa a alma: como se devolve aquilo que nunca se recebeu?
Talvez a resposta seja dura. Não se devolve. Porque ninguém pode devolver o que nunca teve.
O que fazemos é diferente. Escolhemos construir. Escolhemos oferecer justamente aquilo que nos fez falta. Não porque transbordamos, mas porque conhecemos a dor da ausência. Quem já caminhou pelo frio sabe o valor de um cobertor. Quem já enfrentou o abandono compreende o peso de uma presença. Quem já implorou por amor aprende, mesmo entre cicatrizes, a semear aquilo que um dia esperou colher.
Mas até a terra mais fértil precisa de chuva.
E há momentos em que é preciso voltar para dentro de si. Habitar a própria casa. Abrir as janelas da alma, tocar as paredes que o tempo ergueu em silêncio e lembrar que também somos lugar de descanso. Porque quem vive oferecendo luz aos outros não pode esquecer de acender a própria.
Talvez seja esse o maior milagre: transformar a ausência em presença, a falta em cuidado e a dor em um amor que, embora nunca tenha sido recebido da forma esperada, escolheu existir.
No fim, talvez não se trate de devolver aquilo que nunca recebemos. Talvez se trate de impedir que a ausência determine quem nos tornaremos. Porque as maiores virtudes, muitas vezes, nascem justamente daquilo que mais nos faltou.
Abra um livro, segure-o com delicadeza e com semblante atento.
Assim, pensarão que você está evoluindo e não apenas evitando conversas que cansam.
"Tem uma versão de mim que existia antes de tudo ficar assim. Eu lembro dela como se fosse outra pessoa que eu conheci há muito tempo. Ela sorria com mais facilidade. Era como se qualquer momento simples já fosse o suficiente."
– Luiza Barbosa
"Eu me arrependo de ter me aberto com certas pessoas. Elas não deviam ter me conhecido assim"
- Hwang Hyunjin
Sem ter por onde começar, eu comecei assim mesmo. Sem conhecer o caminho, apenas caminhei em alguma direção. Nunca parei para pensar em quantas pessoas eu faria sofrer durante esse percurso, nem em quanto mal eu seria capaz de causar sem jamais ter a intenção de fazê-lo.
Antes eu podia sentir. Hoje, nem esse direito me permito mais. Não posso me sentir triste, cansado, sozinho ou desamparado, porque a dor que carrego acaba se tornando muito mais intensa na mulher que amo.
E, apesar disso, sou inundado por todos esses sentimentos.
Não encontro forças para lutar por coisa alguma. Tudo o que eu queria era deitar ao lado dela, sentir sua mão deslizando pela minha cabeça e o perfume dela preenchendo o ar ao meu redor. Queria sentir seus cabelos tocando meu rosto e acreditar que fui perdoado por todas as vezes em que a magoei. Queria apenas ter a certeza de que ela ficaria bem, para que eu, enfim, pudesse voltar a sentir alguma coisa.
Mas eu não posso.
A vida tem uma estranha maneira de arrancar tudo que poderia me fazer bem. E, pouco a pouco, ela vem levando tudo de mim.
O Valor da Intenção
Hoje uma amiga veio no chat e falou assim: "Mana, vou ficar nesses 3 dias muito corrida por causa do trabalho, vou fazer um turno extra pra ajudar fulano, e não vou conseguir pegar no celular direito, vou estar muito corrida. Se me mandar mensagem, possivelmente não vou responder na hora e talvez nem no mesmo dia. Mas quando encerrar e eu descansar, vamos marcar um horário pra gente conversa? Tem umas coisas que queria te falar. Seu tempo é precioso e não quero que você fique ansiosa pensando se houve algo ou quando vira a próxima msg"
Eu achei isso de um GIGANTE cuidado com meu coração, meu tempo e minha mente! Porque agora,eu não vou ficar me perguntando se está tudo bem com ela, por que não responde, o que está acontecendo do outro lado... Não! Ela já explicou e é isso. Um bom relacionamento não é sobre estar disponível o tempo todo. Temos nossas vidas. Mas é sobre ter consideração suficiente para dar clareza. Quem honra uma conexão não deixa o outro preso ao silêncio quando algumas palavras poderiam trazer paz. A comunicação clara é uma expressão de grande respeito e cuidado. demonstra que você reconhece o valor do tempo, do esforço e da presença do outro. E isso me fez refletir muito sobre como tem pessoas que preferem o descaso e esperam que a gente deduza algo, ao invés de simplesmente se comunicar e tentar adaptar se realmente nos quer na vida dela. Mas a dedução é um veneno pra paz mental, porque no escuro a gente sempre imagina o pior. Espiritualmente, Deus nunca nos chamou para viver na confusão. Não é sobre estar disponível o tempo todo. É sobre ter consideração suficiente para dizer: "Hoje não consigo", "Podemos conversar as x horas?" ou "Essa semana está corrida, mas quero falar com você."
Quem honra uma conexão não deixa o outro preso aos pensamentos intrusivos, quando algumas palavras poderiam trazer paz. A comunicação é uma expressão de respeito. Ela demonstra que você reconhece o valor do tempo, do esforço e da presença do outro. Quando há clareza, a ansiedade perde espaço e a confiança encontra onde descansar.
Ela escolheu me blindar com a verdade, uma simples explicação.
Reconhecer o valor do outro e respeitar o tempo alheio é o tão oposto exato do egoísmo, é generosidade pura. Infelizmente, existem pessoas que ainda preferem o silêncio vaidoso. Se escondem atrás de mistérios vazios e esperam que o outro "deduza" o que está acontecendo. Mas a dedução é o veneno da mente; no escuro, a gente cansa. A comunicação clara é o único remédio que traz paz. Quem realmente tem evolução e sabedoria não joga com a mente de ninguém; simplesmente fala.
Essa mensagem veio como um espelho dourado, me mostrando exatamente o nível de clareza, de respeito e de maturidade que eu mereço e que decidi aceitar de quem permanece na minha vida. É nessas vivências que eu cresço, estabeleço meus limites e percebo que conexões de verdade, sejam de amor ou de amizade, não trazem jogos mentais, angústias ou dúvidas. Trazem paz, certezas e respeito pelo tempo do outro. Essa atitude me fez progredir 1% , aprendi e descobri o tamanho do meu valor, e o que aceito receber daqui para frente. isso só fez aumentar meu amor, respeito e consideração por quem ela é. 🫶🏻
Quando as pessoas decidem trilhar caminhos diferentes, mesmo assim, até o epílogo, permanece um reino de sentimentos, apreço, consideração e respeito. Este capítulo será registrado no diário de bordo de suas vidas e, assim, jamais será deletado ou esquecido.
Nada mais gratificante do que ser lembrado e ser lembrado com carinho. Assim, agradeço ao Criador por ser merecedor e dizer que o meu carinho está nas estrelinhas no firmamento sorrindo sempre com o olhar daqueles que me querem bem.
O mal não pode vencer o bem. O bandido não pode vencer o mocinho, assim como Tom nunca pode derrotar Jerry. Ao olhar ao redor, vemos, ouvimos e sentimos uma desesperança que tenta nos confinar — mas este é o momento de reagir e jamais aceitar.
