Porque Esconde de Mim

Cerca de 55534 frases e pensamentos: Porque Esconde de Mim

Toda singularidade dela torna-se plural para mim.

O intangível só é alcançado quando tenho ousadia de desafiar o impossível e dizer a mim mesma: Que com Deus tudo posso .




Marcilene Dumont

Eu não atravessei apenas fronteiras, oceano, euatravessei silêncios e versões de mim
até encontrar a voz
que nunca precisou de tradução.

Tu gostas de mim, tudo bem, eu também gosto de mim. Mas se tu não gostas de mim, sem problemas, o meu gosto em mim é mais do que suficiente.

Quando há uma dúvida dentro de mim, afasto-me, observo e só volto quando a dúvida se tornar um caminho.

Eu sou o primeiro a me elogiar, criticar, opinar sobre mim, comentar coisas em mim e fazer perguntas em mim antes que alguém faça e eu fique sem resposta.

Mate a árvore... E o que sobrou de mim te matará antes do seu fim!

Sou o sopro que aprende a existir no agora,
e o tempo que em mim desaprende a correr.
Hoje renasço naquilo que nunca fui embora,
e celebro o infinito que insiste em ser

Eu não posso fazer nada se o meu 'não' te desagrada. O meu compromisso é agradar a mim mesma. E confesso: isso já me dá um trabalhão danado.

Há dias em que chove em mim. Nesses dias eu já acordo com os olhos molhados e a alegria completamente alagada, sinalizando que é impossível chegar até ela mas, eu não desisto, coloco uma esperança no olhar e sigo. Logo à frente eu sei que o sol voltará a brilhar em mim e a luz de um sorriso inteiro dissipará essa tempestade que se formou nos olhos meus.

Eu vou me sentir orgulhosa de mim, quando eu tiver com oitenta e poucos anos.

⁠Afirmações para momentos de angustia:

▪ Eu não controlo nada externo a mim.
▪ Mas posso controlar como eu me sinto em relação aos acontecimentos.
▪ Eu aceito os fatos, mesmo que sejam incompreensíveis para mim.
▪ Pois confio no Amor de Deus!

O que seria de mim sem…
sem a dúvida que me faz pensar,
sem a dor que me ensina a valorizar,
sem a incerteza que me obriga a seguir em frente?

Carta ao meu amor


Você chegou quando o céu ainda estava escuro dentro de mim.
Chegou no fim de uma tempestade que parecia não ter fim.
Quando eu já não sabia mais se ainda existia luz, então você veio.


Como arco-íris depois do caos. Como sol atravessando as frestas da minha alma, acalmando meu anseio.
Como amanhecer depois de uma noite escura.


Você me devolveu motivos para crer, mesmo parecendo loucura.


Chegou sem prometer eternidade, ou jurar permanência, tampouco a tal felicidade; somente com sua insistência.


Mas, mesmo sem promessas, você ficou onde mais importava: dentro de mim.


Trouxe a paz de um amor seguro, calmo e bonito.
Um amor que não gritava, mas acolhia. Que não prendia, mas cuidava.
Que não exigia, mas permanecia.


Quando eu tive medo, você segurou minhas mãos como quem segura um mundo prestes a desabar.
Quando eu senti dor, você não fugiu. Você ficou. E, ficando, fez meu coração aflorar.


Você me ensinou a olhar para a vida com mais delicadeza. Me mostrou que até os dias difíceis carregam alguma lição, algum sentido, alguma pequena luz escondida no meio da dor.


Eu ainda me lembro da sua mão pegando na minha, meio tímida, mas quente. Da sua voz sussurrando no meu ouvido e cantarolando nossas canções.


Você chegou me mostrando que o mundo podia ser mais bonito do que eu imaginava. Me ensinou o valor da empatia, do respeito, do cuidado e da presença. Tocou minhas feridas sem me machucar. Suavizou minhas cicatrizes sem tentar apagá-las. E acreditou que eu ainda podia amar, mesmo quando eu já não acreditava mais no amor.


Você encontrou meus pedaços espalhados e não teve medo da bagunça. Não tentou me consertar à força. Apenas me amou com tanta calma que, aos poucos, eu fui lembrando quem eu era.


Você é mais do que a palavra amor; você é a certeza do meu amar.

Sou abrigo de um amor que não mora em mim;
ele olha para outra, enquanto eu olho para ele.
Somos desencontros caminhando juntos:
eu, querendo ser escolhida;
ele, querendo esquecer quem não o quis

A mim não interessa uma congregação de descongregados de outros templos. Interessa-me sim, congregar os perdidos para encontrá-los em Cristo.

"Mim" é igual um político corrupto. Passivo. Portanto, não faz nada.

Sinto saudades de mim...
Às vezes me ocorre... quase sempre.

Ainda há vida em mim?!
Assim sigo, ora ousada, ora com coragem, ora triste e desanimada. Por que a necessidade de pertencer a qualquer outro ser que não seja eu?!
Vem a pergunta
Eu não me tenho? Não sou minha?
Mas, pq ainda me sinto, e ainda não deixo alguém entrar e permanecer. Entendi que a solidão não me apavora, e medo da entrega sim, medo da escolha errada. Bem no fundo ainda tenho amor em mim.

Extravio de mim o mais essencial amor,
Que nem imaginava existir:
- O amor próprio!