Porque Esconde de Mim

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Carta para mim mesma


Estou num momento no qual só quero um bom livro, incenso, música e um lugar calmo. Ficar quieta, ter um tempo comigo mesma, para redescobrir minhas prioridades.
Parece que fiquei muito tempo longe de mim, vivendo para os outros, me colocando como figurante de uma história na qual a protagonista sou eu.
Não quero parecer egoísta, não me leve a mal. é só uma questão de pensar
um pouco mais em mim mesma, se eu não conseguir um equilíbrio não vou conseguir equilibrar os que estão ao meu redor.
Duvidas surgem a todo momento, mas se pensarmos bem, viver é isso, ter duvidas, tentar, dar o melhor de si, amar, sofrer, fazer besteiras, e mesmo assim continuar amando como se isso depois não fosse lhe custar semanas de sofrimento.
Porque tudo acaba, nada é para sempre. E coisas boas tendem a deixar saudade, e como essa tal de saudade dói! Mas é exatamente isso, e não se pode pensar muito, se não enlouquecemos, não é para tudo que existe resposta, às vezes a única resposta é “siga em frente”

⁠Você me subestimou. Você não olhou para mim. Você me viu, mas não olhou para mim.

Sim , claro que consigo perdoar uma pessoa que mentiu para mim . Mas não significa que confiarei nela de novo .

Se for pra ser será, e se não for acredite em mim eu vou lamentar bastante, porque é com você que eu desejo e quero que seja meu amor.

Falo não por mim mas por aqueles sem voz... aqueles que lutaram por seus direitos... seu direito de viver em paz, seu direito de ser tratado com dignidade, seu direito à igualdade de oportunidade, o seu direito de ser educado.

Amizade pra mim vale mais que ouro, mais que diamante. Pois no final, são os amigos e não o dinheiro que dão sentido à vida e a fazem valer a pena.

Se eu estou contigo, é porque você é o melhor para mim.

Eu não consigo forçar simpatia, é de mim já, não consigo fingir gostar de alguém que na verdade não me agrada nenhum pouco. Mas é claro que sei ser educada até com aqueles que me enojam, afinal a educação é algo bonito, e a uso mesmo com as pessoas que eu não gosto. O que eu quero dizer é que não sei ser falsa com ninguém, se eu não gosto, eu não gosto. Se a pessoa realmente for observadora vai saber se gosto ou não dela, não consigo disfarçar, meus olhos me entregam, meu sorriso então… e meus gestos mais ainda. Quando eu gosto eu gosto mesmo, falo, grito, canto, perturbo, chamo atenção, implico, defendo.. agora quando eu não gosto, eu realmente não gosto, posso até falar com a pessoa, mas será apenas por pura educação e não emoção.

⁠Quando a cantora começou uma melodia lenta, segurei-a bem perto de mim, com os olhos fechados, perguntando-me se alguma coisa na minha vida já havia sido tão perfeita, e, ao mesmo tempo, sabendo que não.

Não me importa quantas pessoas gostam de mim, do jeito que sou ou não. Os que já me amam são os suficientes para fazer meu mundo girar.

Estava infeliz. Por mim, o sol poderia ter derretido todo o azul do céu. Aí o céu seria tão infeliz quanto eu.

Especial pra mim
linda, linda, linda,
amar-te-ei por toda vida
inigualável mulher
nada se compara a ti
em ti está meu coração

⁠me operei
sozinho no quarto
sem anestesia

naquela noite tudo me doía

te retirei de mim
e isso vai muito além da poesia.

Eu hoje joguei tanta coisa fora, eu vi o meu passado passar por mim. Cartas e fotografias gente que foi embora.
A casa fica bem melhor assim...
O céu de ícaro tem mais poesia que o de galileu, e lendo teus bilhetes, eu penso no que fiz, querendo ver o mais distante e sem saber voar, desprezando as asas que você me deu... Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua, merecia a visita não de militares,
Mas de bailarinos e de você e eu.
Eu hoje joguei tanta coisa fora e lendo teus bilhetes, eu penso no que fiz, cartas e fotografias gente que foi embora. A casa fica bem melhor assim...
Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua. Merecia a visita não de militares, mas de bailarinos
E de você e eu.

Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua
Merecia a visita não de militares,
Mas de bailarinos
E de você e eu.

O fogo achou um lar em mim

Queria te dizer o que sinto por você.
Mas o medo em mim, impede te dizer.
Queria uma chance para poder falar,
Tudo o que sinto sem medo de errar.

se me amas volte pra mim porque o amor não acaba ele apenas desgasta!

Preciso falar de amor,
aquele que vibra em mim,
tão difícil encontrar palavras
versos, cantos e afins !
Nessa maniade serostra,
nunca abrir o coração,
um amor nem por àmostra,
apenas dizê-lo em canção,
Mas há felicidade em saber
que posso em metáforas seguir,
e numpoema escrever
que é tão bom você existir !

Sou a minha alma, o meu desejo, o infinito em cores, sou eu e os meus pecados. Sou livre de mim sempre dentro de algo que espero não ser o fim...

A Meditação do Cigarro (Osho)

"Um homem veio a mim. Ele sofria do vício de fumar há trinta anos; ele estava doente e os médicos disseram: “Você nunca ficará bom se não parar de fumar.” Ele era um fumante crônico e não conseguia parar. Mas ele tentou, tentou arduamente e sofreu muito tentando. Conseguia por um ou dois dias, mas então a necessidade de fumar vinha tão forte que simplesmente o vencia. Novamente ele caía no mesmo esquema.

Por causa disso, ele perdeu toda a autoconfiança; sabia que não podia fazer nem essa pequena coisa: parar de fumar. Ele se desvalorizou diante de si mesmo; considerava-se a pessoa mais sem valor do mundo. Não tinha mais respeito por si mesmo. E assim, ele veio a mim.

Ele disse: “O que posso fazer? Como posso parar de fumar?” Eu lhe disse: “Você tem que entender. Agora, fumar não é apenas uma questão de decisão. É algo que já entrou no seu mundo de hábitos; já se enraizou.

Trinta anos é um longo tempo. Esse hábito tem raízes no seu corpo, na sua química, espalhou-se em você. Não é mais apenas uma questão de decidir com a cabeça; sua cabeça não pode fazer nada. Ela é impotente; pode começar coisas, mas não pode pará-las facilmente. Uma vez que você começou e praticou por tanto tempo, você é um grande iogue – trinta anos de prática em fumar! Já se tornou automático; você tem que desautomatizar isso.” Ele perguntou: “O que você quer dizer por desautomatizar?”
É nisto que consiste toda a meditação: na desautomatização.

Eu lhe disse: “Faça uma coisa: esqueça tudo sobre parar de fumar. Não há necessidade. Por trinta anos você fumou e viveu; é claro que foi um sofrimento, mas você se acostumou a ele também. E o que importa se você morrer algumas horas antes do que morreria sem fumar? O que você vai fazer aqui? O que você fez? Então, qual a importância em morrer na segunda, na terça ou no domingo, neste ou naquele ano – que importa?”
Ele disse: “Sim, isso é verdade; não importa”.

Então eu disse: “Esqueça tudo sobre parar de fumar; não vamos parar absolutamente. Ou melhor, vamos compreender isso. Assim, da próxima vez, faça do fumar uma meditação”.

Ele disse: “Do fumar uma meditação?” Eu disse: “Sim. Se as pessoas zen podem fazer do beber chá uma meditação, uma cerimônia, por que não com o cigarro? Fumar também pode ser uma bela meditação”.

Ele ficou impressionado e disse: “O que você está dizendo? Meditação? Conte-me – nem posso esperar!”

Então dei a meditação para ele: “Faça uma coisa. Quando pegar o maço de cigarros do seu bolso, pegue-o bem lentamente. Curta, não há pressa. Fique consciente, alerta, atento; pegue lentamente com atenção total.

Então, tire um cigarro do maço com toda a atenção, lentamente, não da velha maneira apressada, inconsciente, mecânica. Depois, comece a bater o cigarro no maço, atentamente. Escute o som, como fazem as pessoas zen quando o samovar começa a cantar e o chá começa a ferver… e o aroma… Então cheire o cigarro e sinta sua beleza…”

O homem disse: “O que você está dizendo? A beleza?”

“Sim, ele é belo. O tabaco é tão divino quanto qualquer outra coisa. Cheire-o; é o cheiro de Deus”.

O homem ficou um pouco surpreso: “O que! Você está brincando?”
“Não, não estou brincando. Mesmo quando brinco, não brinco. Sou muito sério.”

Então, ponha o cigarro na boca, com toda a atenção, e acenda-o. Curta cada ato, cada pequeno ato e divida-o em muitos pequenos atos para que você possa tornar-se o mais alerta possível.

Dê a primeira tragada: Deus em forma de fumaça. Os hindus dizem, “Annam Brahm” – “Comida é Deus”. Por que não a fumaça? Tudo é Deus. Encha profundamente seus pulmões – isto é pranayam. Estou lhe dando uma nova ioga para um novo tempo! Depois, solte a fumaça, relaxe; dê outra tragada – e faça tudo bem devagar…

Se você puder fazer isso. ficará surpreso; logo verá toda a estupidez disso. Não porque os outros estão lhe dizendo que é estúpido, que é ruim. Você o verá; e não apenas intelectualmente, mas a partir de seu ser total; será uma visão da sua totalidade. E então, um dia, se o vício desaparecer, desapareceu; se continuar, continuou. Você não tem que se preocupar com isso.”

Depois de três meses, o homem voltou e disse: “Ele desapareceu!”
“Agora, eu disse, tente isso com outras coisas também”.
Este é o segredo, o segredo: desautomatizar. Andando, ande devagar, atentamente. Olhando, olhe cuidadosamente e você verá que as árvores estão mais verdes do que nunca e as rosas estão mais rosas do que nunca. Escute! Alguém está falando, sussurrando: ouça atentamente. Quando você falar, fale atentamente. Deixe que toda a sua atividade de despertar torne-se desautomatizada."