Porque as Pessoas nos Deixam Tristes
Não chores porque cada vez que derramas uma lágrima, uma estrela se apaga e o mundo perde um pouco da sua beleza.
Eu gosto de chorar durante o banho, porque com toda aquela água as minhas lagrimas parecem ser insignificantes.
Viva o dia de hoje com a pessoa que mais ama como se fosse o último porque não se sabe o dia de amanhã.
Se eu me irrito fácil com você, é porque eu te amo.
Se eu fico IRADA com você, é porque você não existe.
Agora se eu estiro o dedo para você, é porque eu te odeio de verdade. "ODEIO"
Não adianta pedir desculpas, eu não perdoo!
Existem certas coisas que acontecem em nossas vidas, que dificilmente entendemos "o porque"...Mas as piores, essas não temos dúvida nenhuma, pois elas são frutos das nossas escolhas.
Pensei em dizer-te muitas coisas clichês. Mas vou ser repetitivo novamente. Porque não há palavras que nunca foram ditas. Não há sentimentos que nunca foram sentidos. Mas ainda falta “nós”. Não quero saber se você já tenha se acostumado, se gosta quando falo que te amo. Te amar é tão natural, que repetir isso mil vezes aos quatro ventos ouvir todos os dias. É um vício meu.
Para algumas perguntas sobre a minha vida, darei o silêncio como resposta, porque sei que a sabedoria de quem pergunta irá entendê-la.
Eu não quero mais comemorar a data do meu aniversario, porque já não tem tanta importância perto do dia que eu te conheci.
Hipocrisia é comer brigadeiro diet porque está de dieta. Se está de dieta coma alface e não brigadeiro.
Só faço Check-in quando estou indo embora, que é para geral ficar me procurando! Ou será porque sou antissocial?
Viceje!
Viva o Verde verdejante
Viva a Vida vivida
Vívidos!
Porque do verde
Depende a vida.
Verdes vales e ramas!
Berço dos ninhos
Das “aves tagarelas”
nas “Velhas Árvores” de Bilac.
Raiz da primavera
De flores belas
Colírio dos olhos
Colorindo o ar
Abrigo... Refresco...
Do homem, bicho
Da seda, das feras
Namorados dos ventos
Descanso dos rios
Descaso dos homens-bicho
Que os aprisionam
Nas celas
De suas ganâncias.
Enjaulam-se
nas suas ignorâncias
E se esquecem
De cuidar de quem
Nunca deles se descuidou.
Ignoram a importância
Do viver do verde
Do verde, do viver.
Espancam a natureza
E me fazem chamar
Florbela Espanca
Para ajudar a clamar:
“Árvores! Corações, almas que choram
Almas iguais à minha, almas que imploram...
E tu?
O que vais fazer?
