Por Voce eu Pegaria mil vezes

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São os últimos dias de 2025 e, acima de tudo, eu vibro gratidão. Não foi um ano perfeito, mas foi um ano vivo, intenso, verdadeiro. Foram muitos os motivos para agradecer a Deus. Eu sinto gratidão, alívio, expectativa e fé. Aprendi muito. Aprendi a acreditar mais em mim, a respeitar meus limites, a lidar melhor com aquilo que não depende das minhas mãos. Aprendi a não absorver o que não agrega e a me afastar, com serenidade, do que me diminuía. Enfrentei medos e angústias, olhei para dores antigas e, mesmo machucada, segui em frente. Rompi padrões negativos, encerrei ciclos que já não me cabiam e iniciei outros, ainda em construção, mas cheios de esperança. Chorei meus problemas e também sorri minhas vitórias. Cai e levantei. Perdi e ganhei. E, em tudo, Deus esteve comigo. Hoje, meu coração bate com força de fé e gratidão. Eu creio em um fechar de ano com chave de ouro. Creio em um novo ano como o ano da virada, da grande virada, na qual eu me escolho com mais coragem, me acolho com mais carinho e sigo com mais confiança no que Deus prepara para mim.
Que venha o novo. Eu estou aqui: inteira, grata e em paz com o que deixo e com o que começo.


Josy Maria 30/12/2025


Frases, textos e citações by Josy Maria

MANIFESTO CONTRA A HIPOCRISIA.


Eu vim esclarecer o ódio, desgosto e principalmente nojo que sinto por festas "modernas". Não sou alguém muito sociável, apenas quero seguir uma linha reta que nunca mostrou perigos, mas as poucas vezes que fui a "festas" ou algo que infelizmente é parecido, sentir uma ancia de desgosto pelo oque estava a me cercar, nunca tinha visto algo tão.....imundo, escroto, repugnante, estupido e completamente sem lógica alguma pelo o por que aquilo significa "comemoração", eu vi tanto em poucas vezes que já estive presente fisicamente e não mentalmente, pois eu me mataria se dedicasse um neurônio ou resquício de minha alma para um evento tão depravante, vi pessoas andarem sem lógica alguma sem se importarem por onde pisavam ou quem perturbassem por simplesmente seguir não uma correnteza, mas sim, um redemoinho que matava seus corpos e carregava suas almas até o mais profundo oceano de águas mortas que enferruja o mais brilhante dos diamantes no mais inflamável carvão. O excesso de informações era tão ilógico quanto uma engrenagem sem dentes. Ali não existia comemoração além do caos, não existia música, apenas barulho incessante como gritos verdadeiros de sofrência vindos do pior dos assassinos. Pessoas dançavam sem sentido ou motivo, como se pisassem em chamas do próprio inferno, sabendo que nunca apagaram. Tentei, mas eu juro que tentei aproveitar algo de lá, não me juntando a eles, mas sim tentando aproveitar o peso da realidade. Tentei respirar para me lembrar que estava vivo, mas só consegui sentir o odor de fumaça e o fedor de burrice no ar. Tentei me movimentar, mas estava preso como um peixe em uma rede feita de pessoas se encostando por simplesmente não olharem o quanto espaço existia à sua frente, e, como um padrão, todas carregavam copos, com o único diferencial ser o nome da bebida, mas todas serem o mesmo veneno asqueroso. Aqui eu digo: se o próprio demônio vier me entrevistar, eu irei avisá-lo se eu cair. Espero que meu inferno seja semelhante a isso, pois não acho nada mais sofredor do que viver a eternidade em uma porcaria dessas.

Não queira ser como eu.
Sou um poço de fracassos, de dores cravadas na alma, traumas não resolvidos, amores cortantes, lembranças amargas, vergonhas gigantescas e fiascos incontáveis. Lembro-me mais das minhas falhas do que das minhas virtudes.

Não seja como eu: inevitavelmente grosso, habitualmente arrogante e, por fim, eternamente apaixonado.
Sinto muito, mas aquele que você viu — aquele que dizia conhecer — foi apenas a parte que eu escolhi mostrar, numa tentativa de parecer menos inútil do que realmente me sinto.

A verdade é que a única coisa verdadeiramente boa em mim sempre foram vocês e o meu amor genuíno. Um amor que, mesmo existindo por inteiro, muitas vezes não soube demonstrar — e, por isso, pode não ter parecido suficiente.

⁠eu vou mudar de genero, mas não de aparencia, e sim de mentalidade

Eu tenho orgulho de ser jovem rural.

Um amor puro!
eu quero falar oque sinto mais não consigo por medo de perder vc e
nossa amizade eu quero me entregar de alma a corpo mais meu coração está com medo e cm mto amor mais n consigo explicar ou falar pra vc qnd falo com vc parece q meu dia melhorou fico mais feliz em saber q está bem e que seu dia foi bom, meu dia fica bom qnd falo cm vc eu tenho q aprender mto mais não consigo esperar mais pra abraçar vc e encher de beijos

Poucas coisas odeio nesse mundo, porque a maioria das que me incomodam eu simplesmente esqueço que existem se estiverem distantes, mas odeio feminismo, Não vejo libertação no feminismo: vejo uma mulher pressionada a ser forte, dócil, útil e silenciosa — tudo ao mesmo tempo, conforme a conveniência dos macho que foram desconstruídos por esse movimento maligno, e nós que somos independentes somos obrigada a ser sozinha mesmo cercada de gente, porque a maioria foi inutilizadas por movimentos que não desconstrói somente homens, destrói seres humanos.

​✨ O Meu Brinde de Domingo
​"Hoje eu escolho a calma. Escolho recarregar cada pedaço da minha energia para encarar a última semana do ano com o coração pronto.
​Que a prosperidade não seja apenas um plano, mas uma colheita. Que a paz e a saúde sejam o meu alicerce e que a alegria transborde em cada pequena realização.
​Estou pronta para encerrar 2025 com gratidão e abrir as portas para um 2026 extraordinário! ✨🚀"

“Não sei quem partirá meu coração;
sei apenas que a vida não para
para que eu o restaure.”

Que eu possa alcançar o horizonte que há em mim.


Que eu possa ser tua, sem me perder no caminho.


Que eu possa doar uma parte de mim aos corações que anseiam por carinho.

No peito de cada pessoa
O amor deve ser a raiz
Isso não somente eu digo
É o que todo mundo diz
Sentimento que faz a gente
Viver muito mais contente
E se sentir muito mais feliz.

Lembra-te…
Que eu te amei, mesmo quando eras apenas sombra nos meus pensamentos.
Amei-te na ausência, no silêncio que gritava teu nome,
na distância que não apagava tua essência.
Ainda assim, eu te amei.
Amei-te como quem guarda fogo no peito,
como quem se perde e se encontra na mesma lembrança.
E mesmo quando o tempo tentou roubar tua imagem,
eu te mantive vivo em cada suspiro,
em cada palavra não dita,
em cada madrugada que se vestia de saudade.
Lembra, porque eu não esqueço:
o amor que te dei não foi pequeno,
foi tempestade e calmaria,
foi ferida e cura,
foi eternidade em instantes.
Ainda assim… eu te amei.

Minha mãe é a referência de resistência mais próxima e real que eu tenho.

Pode acreditar em mim, eu te amei — mesmo quando só havia teu rastro
no silêncio dos meus pensamentos,
mesmo quando a tua voz era um eco distante
e a tua presença, um mapa que eu desenhava à noite.
Amei-te como quem guarda um fogo em segredo,
sem pedir abrigo, sem cobrar retorno;
amei-te com a fome de quem conhece a própria sede,
com a coragem de quem planta flores no inverno.
Havia em mim um mar que te chamava pelo nome,
ondas que batiam nas pedras da saudade,
e cada lembrança tua era uma estrela acesa
no céu que eu tecia para não me perder.
Sei que te amei com a força dos rios que não se explicam,
com a paciência das raízes que sustentam árvores inteiras;
amei-te sem medida, sem trégua, sem testemunhas —
um amor que foi inteiro, mesmo quando só existia em mim.
Guardo esse amor como quem guarda um segredo sagrado:
não para esconder, mas para lembrar que fui capaz
de amar com toda a pele, com toda a voz, com todo o tempo.
Lembra — eu te amei, e esse amor ainda me habita.

Que minha solidão me sirva de companhia. Que eu tenha coragem de me enfrentar. Onde a minha paz de espírito seja sempre em primeiro lugar, diante de todas as aflições da vida.

A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.

⁠Por mais que eu não seja compreendida, nunca desistirei dos meus ideais

⁠Quanto mais eu tenho vontade de gritar, mais me curvo ao silêncio.

Eu não te peço amor como súplica,
nem imploro que faças da tua vida um altar para mim.
Peço apenas que sejas verdadeira,
que não me ofereças migalhas quando tens um universo dentro de ti.
Se não fores capaz de incendiar teus dias ao meu lado,
se não fores capaz de viver o teu melhor comigo,
então não posso permanecer na sombra do que poderíamos ser.
Prefiro a solidão honesta
ao abraço morno que não me sustenta.
Prefiro partir com a dignidade intacta
do que ficar onde o coração não floresce.
Eu sou feito de intensidade,
de horizontes que pedem coragem,
de sonhos que exigem presença.
E só quem ousa viver o próprio melhor
pode caminhar comigo até o fim.

Eu implorei a deus pelo remédio, mas não tenho mais certeza.