Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Onde eu chego, faço amizade, conquisto o afeto das pessoas a ponto de me pedirem pra voltar, sei entrar e sei sair de qualquer lugar, muita gente me odeia pela forma como outras me amam, mas ainda assim, sempre tive mais gente por mim do que contra mim!

Se ser forte é uma escolha, então, está decidido: eu escolho ser forte todo santo dia.

Podem até dizer ser loucura, mas eu escolho viver nos meus sonhos, e não mais na realidade. Se sonhando te encontro, então viverei em meus sonhos até o meu último suspiro.
- Marcela Lobato

Eu estou aqui...
Curtindo o ócio de um domingo a tarde.
A mais pura e original de todas as vagabundagens.
Nada de novo acontecendo...
E sobre as novidades???
Apenas as remanufaturadas!


di matioli

Se eu pudesse escreveria seu nome na superficie da lua com letras bem grandes e profundas, assim toda vez que a lua brilhasse no céu, todos na terra saberiam que um dia alguém foi até por você.

Dizem que cada átomo no nosso corpo alguma vez foi parte de uma estrela, talvez eu não vá embora, talvez eu vá para casa.

A natureza no verão
Me lembra quem eu sou
Quando estou no teu abraço
Tudo ao redor ganhou cor - Frase da música Convite de Verão do dj gato amarelo

Talvez eu também pudesse renascer após o crepúsculo da minha alma.

O tempo aparentava ter-se partido em silêncio, e eu parecia caminhar nos seus intervalos, passo a passo, pedra a pedra.

O CÓDIGO DAS APARÊNCIAS, A ELEGÂNCIA DO VAZIO

Nunca fui eu quem viu o mundo de um jeito errado. Foi o mundo que se acostumou a olhar torto e chamar de normal o que o desnutriu.

Sempre observei com calma e clareza as vaidades humanas, essa fé cega nas aparências, esse culto ao tecido, à marca, aparência cara.

Percebi cedo que o tratamento muda conforme a roupa.

Se estou de acordo com o figurino, sou tratado como alguém digno de escuta.
Mas basta vestir o que é confortável, o que é meu, e já sou confundido com alguém menor, sem valor.

O traje é um passaporte social.
Quem veste o uniforme da convenção entra. Quem veste a própria pele é barrado na porta.

O mais curioso é que os mesmos que exigem elegância não conseguem enxergar educação no olhar sincero, nem grandeza em um corpo simples.

Confundem brilho com valor, perfume com virtude, mentira com sabedoria.

E nessa inversão de sentidos constroem o vazio que os engole e consomem seus filhos, vendem status, compram aprovação e chamam o aplauso de propósito.

Tristes dos que vivem da casca, só percebem o abismo quando o chão cede, e o chão sempre cede, porque foi feito de vaidade.

A sociedade adora o disfarce.
É por isso que respeita quem finge e rejeita quem sente. O código das aparências é a religião do vaidoso, onde o espelho é altar e a consciência é silêncio.

Mas há quem se negue a ajoelhar.
Há quem saiba que a roupa não sustenta caráter e que o corpo, por mais enfeitado, não abriga verdade alguma se a alma estiver ausente.

Não é rebeldia, é lucidez.
A roupa que visto não muda o que sei.
A aparência que esperam não define o que sou.

O mundo pode continuar se engomando, eu sigo sendo humano.

Prefiro o desconforto da autenticidade ao conforto de uma farsa bem passada.

Porque, no fim, o corpo fica, a roupa apodrece, e o que resta é o que ninguém viu, a dignidade que sustentou o silêncio, a verdade que não precisou de terno e a coragem de não caber no falso figurino.

Daqui não se leva nem o corpo, muito menos a fantasia.

⁠Eu tinha tanta paz na minha vida, te conheci e cai direto no inferno, mas eu amava estar lá com você. Desse mesmo inferno eu mergulharia para te trazer de volta, mesmo voltando a ter paz sem você.

⁠Eu me visto para mim. Não para os outros.

Chorei lágrimas de extravio, de ausência, de amor imenso, já sumido. Teria eu, na adolescência, com tanto a acontecer e a descobrir, descurado aquele amor maior da minha avó?

Mr. Magoo divertia-me tanto. Mal sabia eu, que viria a ter destinos tão semelhantes.

Gingado antigo


Eu não nasci agora.
Apenas retornei.


Carrego nos ossos a poeira de constelações antigas,
fui sílaba antes da língua,
fui pulso antes do tempo.
No princípio, eu era clara,
não por ingenuidade,
mas por inteireza.


Quando me feriram,
não foi o corpo que sangrou primeiro,
foi o espanto.
E eu mergulhei onde poucos ousam:
nas sombras que sabem conjurar.
Ali aprendi nomes que não se escrevem,
acendi fogueiras com o que me restava
e chamei isso de sobrevivência.


Passei eras no intervalo.
Nem céu, nem chão.
O limbo é um lugar onde a alma aprende a esperar
sem perder o fogo.


Quando fui chamada de volta,
aceitei o pacto:
retornar quantas vezes fosse preciso
até que o amor deixasse de doer
e virasse ação.


Já alimentei bocas famintas
com as próprias mãos cansadas.
Já pari futuros
em corpos que não eram meus.
Já fui abrigo,
fui silêncio,
fui exemplo moldado para caber
em expectativas estreitas.


Vesti aventais em campos de guerra,
limpei feridas enquanto o mundo desmoronava,
morri cedo por ideias grandes demais
para épocas pequenas.


Redimi-me vivendo.
Redimi-me servindo.
Redimi-me caindo e levantando
com o mesmo coração aberto.


Nesta vida,
vim sem algemas invisíveis.
Não me dobro a dogmas,
não peço permissão a tronos,
não negocio minha essência com medo.


Sou filha da terra viva,
irmã das águas profundas,
aliada do vento que muda tudo
sem pedir desculpa.


Minha missão é guardar o que respira:
florestas, bichos, mares,
e também gente —
mesmo quando a gente esquece como ser humana.


Sim, muitos confundiram minha ternura
com disponibilidade.
Minha criatividade com recurso explorável.
Meu cuidado com obrigação eterna.


Mas quem nasceu para construir mundos
não endurece,
aprende limites que também são sagrados.


Há um gingado antigo no meu passo,
uma malemolência que vem da sobrevivência alegre,
do riso que não se rende,
do corpo que conhece prazer
como forma de oração.


Meus olhos não pedem licença:
atravessam.
Reconhecem.
Despertam.


Sou deusa não porque mando,
mas porque sustento.
Não porque sou perfeita,
mas porque continuo.


Trago no ventre as eras que vivi
e nas mãos o agora pulsando.


E se o mundo tentar me conter,
que saiba:


já fui cinza,
já fui chama,
já fui noite sem nome.


Hoje sou raiz e horizonte.


Livre.
Indomável.
Em plena lembrança de quem sempre fui.

De que vale amar se não for para sempre? Pode até ser contra as leis da natureza, mas eu acredito que amar é lutar por sermos eternos. Quando amamos jamais imaginamos um fim. Quando amamos batalhamos todos os dias para que a maravilhosa história que estamos construindo se torne eterna. E isso preenche totalmente nosso coração com os sentimentos mais puros e belos que existem no universo.
Se for para amar que seja para sempre porque se não for para sempre nunca será amor!
Um sentimento de amor pode passar com o tempo, mas a escolha de amar dura para sempre.
Durante toda minha vida, muitas pessoas passaram por mim, dia após dia. Mas somente algumas dessas pessoas, ficaram para sempre em minha memória. Essas pessoas são ditas amigas, e as levarei para sempre em meu coração.
Às vezes pelo simples fato de terem cruzado meu caminho, às vezes pelo simples fato de terem dito uma única palavra de conforto quando eu precisei. Às vezes por terem me dado um minuto de sua atenção, e me ouvido falar de minhas angústias, medos, vitórias, derrotas...
Às vezes por terem confiado em mim, e me contado também seus problemas,
angústias, vitórias, derrotas. Isso é ser amigo: é ouvir, é confiar, é amar. E amigos de verdade ficam para sempre em nossos corações, assim como as pegadas na alma, que são eternas.
Assim como você, que é muito especial e importante pra mim. Eu te adoro muito! Sua chegada transformou a minha vida, com você chegou também o amor, você tem uma magnitude incrível, que supera muito além dos limites, que transcende o inimaginável.
O meu coração transborda de todos os melhores sentimentos que possam existir.
Se isso pode chamar de amor, então é AMOR!
John Novinski.

Se eu tivesse que escolher uma palavra para representar o sucesso atualmente, seria:ATITUDE!

Eu amo meu principal inimigo, eu mesmo.

⁠Que eu encontre
alguém igual a ti.

Que eu a ame o tanto
quanto a amei,
mas que eu faça
mais do que eu fiz.

Que eu me entregue
mais do que tentei.

⁠Enlear-me no espaço dos teus lábios,
para eu sentir, no paladar,
o sabor do seu céu.