Por Voce eu Pegaria mil vezes

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E mesmo antes de eu despertar para um novo dia
Lá está ela, a dor
Minha amarga companhia

AMADA, EU SOU PRETA!





Ainda outro dia…

Uma pessoa me perguntou:



— Eli, onde ficam escondidos esses pretos e pretas tão bonitos (de ver, claro — mas eu não me vestiria assim, nem colocaria meu cabelo desse jeito!) que desfilam no Ilê Aiyê?

Não os vejo no nosso dia a dia!



Respondi:

— Estão aí, amada, no seu pré-conceito.

É nele que se escondem os pretos que você não vê.

Precisa rever seus conceitos, só então os verá.



Os pretos estão nas ruas da sua cidade natal,

que transpira ancestralidade africana,

mas você não reconhece.

Eles estão no reflexo do seu espelho,

porque se não conhece sua história,

não sabe quem é.



Estão na forma como você me olha

porque entre “amigos” o preconceito é disfarçado,

mas a verdade sempre escapa.



Os pretos estão nas crianças que brincam na rua,

(os “pivetes” do seu bairro periférico);

nos homens que chegam cansados do trabalho

(os “peões”, “marmiteiros”);

nas mulheres que fazem milagre no mercado

(a guerreira que compra o que dá, com o pouco que tem);

nas mães solo e seus filhos

(os “moleques” que o mundo já julga).



Estão nos jovens da periferia, mortos a todo instante

trabalhando ou não, sempre rotulados como marginais.

Nos moradores de rua, sem assistência, sem resistência.

Nos trabalhadores, explorados pelo capital.

Nos estudantes que enfrentam um sistema educacional desigual,

lutando pelo direito de aprender

e pela reparação que vem em forma de cotas.



Estão também nos empresários e nos esportistas

que abriram brechas nas muralhas do racismo,

que resistem e existem.



Somos todos nós, brasileiros e brasileiras

nascidos dessa diáspora afrodescendente.

Mas muitos ainda escolhem negar,

se escondendo atrás de conceitos limitados,

sem consciência da própria história,

sem saber quem são.



Hoje, essa pessoa me evita…

Mas eu sigo.



Pretamente.

Felizmente.

No meu caminho de preta.

Um dia amei tanto alguém, que de tanto amar;
Eu me matei.


Morrendo me perdi e perdi quem tanto amei.


Mas pela força do amor, ressuscitei.
Me amando, me encontrei e encontrei quem me amasse também.

A Verdadeira Fonte da Riqueza


Não é que eu não tenha chegado lá…
Não é que eu não tenha riquezas…
Mas eu sei de onde vem tudo aquilo que é bom..
Foi Deus quem disse.


Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, que é Ele que te dá força para adquirires riquezas.
Deuteronômio 8:18


As fortunas do mundo não são fruto apenas de esforço humano, mas da graça divina.


Ele é o dono do ouro e da prata pega essa visão em (Ageu 2:8) e quando Ele decide abençoar, não há porta que fique fechada.


E se liga nesse texto . O Senhor empobrece e enriquece; abaixa e também exalta."
1 Samuel 2:7


Então, se ainda não alcancei tudo o que sonho, é porque o tempo dEle está se cumprindo.
Eu sigo firme, com fé, porque sei que a prosperidade que vem de Deus não traz dores, mas paz (Provérbios 10:22).


*Declaro hoje:*
“Minha riqueza está nas mãos de Deus. Ele me dá força, sabedoria e oportunidade. Eu confio, eu espero, e eu recebo!”


Em nome de Jesus Cristo amém.


Graças ao Senhor Jeová o Pai da criação.


Texto de fonte bíblicas .e adaptações de:

Há quem pense que a riqueza traz felicidade; eu acredito que a felicidade é a maior das riquezas!

Sim, já Amei! Senti um amor discreto para uma só pessoa…O mais perfeito foi o encontro. Sim, eu já Amei e senti aquela coisa boa, um pensamento. Sim, já Amei uma única vez, eu me recordo disso, assim, vivi esse sabor, o cheiro, a falta, tenho certeza que nunca pensei tanto em alguém... Sim , já Amei, mas o relacionamento acabou e hoje o mundo se resume, onde não enxergo, mas me sinto. As paixões, já nem lembro, são respostas que não me servem, ...
Porque, sim eu já Amei!
Minha alma descansa Sozinha.
Vida de Solteiro,
Alexandre Sefardi

Personalidade


Eu sou instinto, visceral
Eu sou impulsividade
Eu sou pele, carnal
Eu sou intempestividade


Eu sou fogo que arde
Eu sou chuva que sente molhar
Eu sou paz no fim de tarde
Eu sou luz que faz brilhar!


Eu sou consciência que te faz pensar
Eu sou amiga que te acolhe
Eu sou abrigo no abraçar
Eu sou genuína, pode acreditar!


Eu sou loucura para te alegrar
Eu sou brinquedo quando quero brincar
Eu sou responsabilidade sempre que precisar
Eu sou séria quando a vida me cobrar.


Eu sou mansa, basta não me provocar
Eu sou uma louca tempestade
Eu sou sossego, se você não me irritar
Eu sou bondade e não maldade!


Eu sou intensa, sou amor
Eu sou tranquila, não provoque minha ira!
Eu sou alegria, mas tambem posso ser dor
Muito prazer, eu sou Palmira!

Entre o que seca
e o que germina,
há um intervalo
onde eu respiro.


Alguns dias sou raiz cansada,
outros, vento recente
Há presenças que me pedem
com os olhos de antes,
e outras que me buscam
como se eu fosse abrigo


O tempo se dobra,
e eu, estou no vinco
tentando não rasgar
para dar conta de tudo

"Nos seus olhos... eu vi o verso mais lindo que a vida já foi capaz de escrever"

Rir: remédio da alma vazia.
Eu (rio) me transbordo.

Amo esse sorriso, amo esse cabelo, se eu fosse descrever, um reflexo perfeito, se meu coração fosse um espelho, seria a sua imagem que apareceria, todas as vezes que eu falasse a palavra paixão


Dan Cliver

Entrega não realizada.
O amor não é correio expresso.
Se eu tivesse que rastrear, o meu já deve ter morrido na triagem.
Ele me apareceu do nada, miando na minha porta, fingindo que sempre morou aqui.
Eu ofereci um pouco de leite, ele aceitou, e de brinde levou meu sofá, minha paz e o controle da minha TV!
Mas tudo bem... Eu sempre quis companhia para reclamar da vida.

Eu Alessandro Macena acredito em Deus como um todo que compõe o universo, como um quebra-cabeça infinito, eu não sou deus mas faço parte do todo que é, sou parte dele.

Quando Deus Me Fez Olhar


por Purificação


Eu disse em voz baixa, cansado de tudo:


Senhor, eu não quero mais continuar.
Eu aceito parar. Eu aceito entregar.


Mas Ele não me respondeu com palavras.
Ele me mostrou.


De repente, foi como se o chão abrisse a alma.
E eu vi —
não com os olhos,
mas com algo que doía por dentro.


Havia um homem.
O corpo arqueado,
os ombros feridos,
as mãos tremendo de tanto carregar.


Não falava nada,
mas cada passo parecia uma prece sem som.


E a Voz me perguntou:


“O que vês?”






Eu disse:


“Vejo um homem sendo conduzido…
e alguém atrás dele, com algo nas mãos…
um chicote talvez…
e cada golpe parece rasgar o céu.”






“Fala mais.”




Vejo poeira, vejo sangue
e vejo gente que não entende o que está vendo.
O homem cai,
os joelhos abrem,
o chão se mistura com o sangue,
mas ele tenta se levantar.”






“E o que mais vês?”






Eu respirei fundo, e disse:


“Vejo dor…
mas vejo amor no meio da dor.”






E então a Voz falou, calma, firme, real:


“Não estás vendo outro homem.
Estás vendo o que Eu quis construir dentro de ti.”






“A cruz não é sinal de fim,
é símbolo de processo.
O peso que te dobra é o mesmo que te molda.”






E naquele instante eu entendi.


O madeiro que ele carregava não era de madeira —
era propósito.
O sangue não era castigo —
era entrega.
A dor não era derrota —
era lapidação.


E o chicote?
Era o som da alma sendo forjada.


“Purificação,” — disse Ele —
“quando pensares em parar, lembra:
a fé não anda em linha reta,
ela rasteja, tropeça, cai,
e mesmo sangrando, continua crendo.”






Eu chorei.
Não porque doía —
mas porque entendi o que o amor de Deus faz com quem não desiste.


O silêncio Dele não era ausência.
Era treinamento.


E ali, no meio daquela visão,
com o chão molhado de lágrima e luz,
eu disse:


“Senhor, se for pra seguir,
que cada ferida vire testemunho,
e cada queda ensine alguém a se levantar.”






E o céu se abriu.
E o peso virou presença.
E eu me levantei.


Porque agora eu sabia —
não era o fim do ministério.
Era o começo da missão.


✍️ Purificação

Quando Deus Me Fez Parar


Purificação


Eu disse:
— Jesus... eu não aguento mais.
Se for pra parar, eu paro.
Se for pra entregar o ministério, eu entrego.
Mas me mostra... me mostra o porquê.


E o céu silenciou.
Por um instante, achei que Ele não fosse responder.


Mas então... Ele abriu uma visão diante de mim.


E perguntou:
— O que você vê?


Eu respondi, com a voz tremendo:
— Eu vejo... um homem de pé.


Ele disse:
— Fala mais.


— Eu vejo alguém com um chicote na mão...
batendo.
E vejo o homem... sangrando.
Sangrando muito.


— Fala mais — Ele insistiu.


E eu disse:
— Eu vejo esse homem carregando um madeiro nos ombros.
Pesado.
A rua é estreita... o chão fere os pés...
Há pedras pontiagudas... e ele cai.


Ele cai.


E quando ele cai...
dá pra ver a carne se abrir no joelho.
Dá pra ver a rótula se mover.
E mesmo assim...
ele tenta se levantar.


E o Senhor me perguntou:
— Sabe quem é esse homem?


Eu não consegui responder.
Só chorei.


E Ele disse:
— É você.
Toda vez que quis parar...
Toda vez que sangrou e continuou...
Toda vez que caiu e se levantou...
Sou Eu em você.


E naquele instante,
o chão deixou de ser pedra.
Virou altar.


Porque às vezes...
Deus não te pede pra continuar por força.
Ele te pede pra continuar por fé.


E quando você entende isso...
até o sangue vira luz.




✍️ Purificação

Van Gogh dizia que a tristeza duraria para sempre.
Eu digo que ela pode durar, mas não precisa vencer.
A tristeza tenta ser eterna, mas a alma que luta também é.

Van Gogh tirou a própria vida porque o mundo não o entendia. Eu escrevo porque ainda espero que alguém entenda.

O Que Fica do Que Fomos
William Contraponto


Se um dia eu cruzar a noite inteira
e o corpo cansar do próprio som,
não esperarei por luz ou fronteira;
apenas o rastro do que ainda sou.


Porque além da morte não há segredo,
não há espírito buscando um lar.
Há só memória vencendo o medo
e o que deixamos no fundo do olhar.


O que fica do que fomos é o gesto,
é o nome lançado ao vento incerto.
Não é alma pairando em algum lugar,
é a lembrança que insiste em continuar.
E se eu não voltar, que seja assim:
no que construí, no que vive em ti.


Quando a última porta se fechar,
não haverá juízo nem muralha.
A vida é um barco que aprende a passar,
e cada travessia ensina – e falha.


O que chamam alma, eu chamo história:
a voz simples do que se amou.
É a cicatriz guardando a memória
de cada luta que alguém lutou.


O que fica do que fomos é o gesto,
é o nome lançado ao vento incerto.
Não é alma pairando em algum lugar,
é a lembrança que insiste em continuar.
E se eu não voltar, que seja assim:
no que construí, no que vive em ti.


Se deixo um verso solto pela rua,
que seja luz pra quem quiser seguir.
Não há mistério entre sombra e lua:
há só a marca do que se quis sentir.
E quem nos guarda não é o além,
é quem repousa o nosso bem.


No silêncio que sucede o último passo,
ninguém nos chama para salvação.
O tempo recolhe o nosso espaço
e entrega aos outros a continuação.


Se algo vive depois do adeus,
não são anjos nem eternidade:
é o que plantamos no chão dos seus,
a parte nossa que vira verdade.


O que fica do que fomos é o gesto,
é o nome lançado ao vento incerto.
Não é alma pairando em algum lugar,
é a lembrança que insiste em continuar.
E se eu não voltar, que seja assim:
no que construí,
no que vive em ti,
no que chamam fim
e que eu chamo de existir.

Eu sou o resultado dos meus esforços.

Eu acredito que não existe nenhuma pessoa por natureza má. As que estão no estado de maldade é por que estão perdidas e isto é bem preocupante.