Por Voce eu Pegaria mil vezes
As vezes queria fazer um som mais feliz. Mudar um pouco. O problema é ter coisas felizes pra cantar e que sejam mais do que felizes, que me levem ao ápice dessa felicidade pra que eu transborde em arte, principalmente em música.
Geralmente meu som é mais triste porque eu preciso transbordar pra compor as minhas melhores músicas. São as emoções em seus extremos que me levam a criar inevitavelmente. É algo tão natural, tão real, tão orgânico, que sinto que é realmente o meu melhor.
Pensar em criar uma música com a mente nunca será o mesmo que cria-la com o coração no maior pulsar de uma emoção, seja positiva ou negativa. Sinto que, dessa forma, a arte é "mais arte", sabe?
- Marcela Lobato
O Inimigo Oculto: A Verdade por Trás das Suas Quedas.
Muitas vezes choramos, gritamos e sofremos com as pedras gigantescas que surgem em nosso caminho, achando que o destino é cruel. No final da escalada, descobrimos a verdade mais dolorosa e libertadora: fomos nós mesmos que colocamos aquele obstáculo ali. Superá-lo era o teste que precisávamos para nossa própria evolução.
#Superação #Evolução #Reflexão #Crescimento #AutoConhecimento
O Perdão na Jornada. Deixando o Peso Para Trás:
O Ato de Perdoar.
Às vezes, passamos a vida guardando as pedras que os outros atiraram em nossa direção. Carregar esse fardo não machuca quem atirou, apenas pesa a nossa própria caminhada. Perdoar não é esquecer o erro alheio, é ter a sabedoria espiritual de soltar essas pedras para seguir viagem com as mãos livres e leves.
#Perdão #Leveza #Libertação #AmorPróprio #Coração
Amor além da luz
O Amor Além da Caixinha Muitas vezes, cultivamos um amor que ainda vive guardado em uma caixinha estreita. É aquele afeto que oferecemos apenas aos nossos amigos de perto, aos parentes de sangue e aos que pensam exatamente como nós. Fora desse círculo, o mundo parece estranho e distante. Mas a nossa alma não nasceu para ficar presa em limites. O verdadeiro chamado da vida é expandir esse sentimento, permitindo que ele transborde para além dos rostos conhecidos. Amar apenas quem nos ama é o primeiro passo, mas o amadurecimento do coração acontece quando aprendemos a acolher o desconhecido. Que a gente tenha a coragem de quebrar essas paredes invisíveis e entender que a fraternidade real não escolhe laços de sangue; ela reconhece que somos todos parte da mesma grande família caminhando sob a mesma luz.
O Compromisso do Respeito
Muitas vezes, a falta de amor no mundo não se manifesta por grandes maldades, mas pela ausência de compromisso com o outro. É o desrespeito com o tempo alheio, o descuido com as palavras que lançamos e a indiferença diante da dor de quem caminha ao nosso lado.
Amar não é apenas um sentimento bonito que guardamos no peito; amor é atitude, é responsabilidade. Quando escolhemos ignorar o impacto das nossas ações na vida de alguém, estamos nos fechando em nosso próprio egoísmo.
O respeito é a base onde o amor cria raízes. Sem ele, qualquer ligação se desfaz. Que a gente possa acordar a nossa consciência para entender que o outro não é um objeto descartável, mas uma alma que merece o nosso cuidado. Ter compromisso com o próximo é, acima de tudo, ter compromisso com a nossa própria evolução.
#FaltaDeAmor #MaisRespeito #CompromissoComOBem #CuidadoComOOutro #ResponsabilidadeAfetiva
"Às vezes a maior dor não é perder alguém... é perceber que um dia aquilo que parecia eterno virou apenas lembrança.
Às vezes entramos em locais com uma energia espiritual horrível. Esses locais podem ser corporativos, lazer e até mesmo um local de compra como um supermercado ou uma padaria. É incrível como pessoas moldam ambientes e como gente ruim tem por todo lado.
"Muitas vezes erra não apenas quem faz, mas também quem deixa de fazer alguma coisa".Marco Aurélio
Perfeito; muitas vezes deixamos de fazer o que é necessário para progredir na vida. Só fazemos o necessário para nos manter. Ademar de Borba
Às vezes, nos pegamos ouvindo canções ou carregando pensamentos que tentam nos apequenar. Vozes do passado ou o cansaço do caminho insistem em sussurrar a ilusão de que somos insuficientes, de que não temos valor ou que nossas fraturas nos definem.
Se em algum momento você se olhou por esse prisma, permita-me discordar.
Ninguém é feito apenas de dores ou de batalhas vencidas em silêncio. Somos feitos de resiliência, de uma sensibilidade rara e de uma força que, às vezes, o próprio peso da vida nos faz esquecer. As lágrimas que vertemos nem sempre são de dor; muitas vezes, são apenas o primeiro orvalho de uma nova primavera que começa a brotar.
O mundo pode ter parecido um inverno rigoroso por um tempo, mas a sua luz e a sua essência permanecem intocadas. Você não é o ruído das suas dúvidas ou das mentiras que disseram sobre você. Você é uma obra inteira, valiosa e abençoada.
Que você possa encontrar ao seu redor -- ou dentro de si mesmo -- o espelho correto. Aquele que não reflete as inseguranças, mas que recorda, todos os dias, o seu valor imenso, irrefutável e divino.
Você é suficiente. Nunca se esqueça disso.
John Rabello de Carvalho
"Muitas vezes, os maiores monstros que enfrentamos não estão no mundo físico, mas nos rincões da nossa própria mente. Nascemos na complexidade e, por algum motivo enraizado em nós, a plenitude nos soa artificial. Escrevi sobre essa nossa tendência à autossabotagem e como o ruído interno acaba sendo o que nos faz sentir vivos. Convido você a essa reflexão:
O ENTRAVE: POR QUE SABOTAMOS O SOSSEGO?"
Por tantas vezes, abri mão de coisas difíceis para encontrar em situações fáceis o prazer de alimentar meu ego; em outras vezes, nas coisas fáceis, encontrei a robustez para alcançar algo difícil. Aqui, deixo um pouquinho de tudo quanto mostra que o entrave, as lutas diárias e o embate de pensamento e no pensamento, altera a lucidez ou o devaneio no caminhar.
Solucionar questões criadas por monstros invisíveis na alma é bem mais difícil do que no campo físico. Toda nossa realidade, por incrível que pareça, começa na mente, nas categorias e nas camadas que nem mesmo nós, sendo nosso protagonista fiel, conseguimos mensurar. Dito isto, partimos para um lugar que todos desconhecem, mas suspeitamos que existe — bem lá nas profundezas e rincões da mente humana. Não existe o vazio, nem o vácuo, mas sim um ser que nos move, que chamamos de motivação, fé ou esperança, todos fortemente preparados para nos iludir e nos persuadir de forma que sabotemos nossos caminhos.
A chamada mente, dizem, nos distrai e nos sabota o tempo inteiro; é como se víssemos verde e falássemos azul. Hipoteticamente, a maioria das vezes que nos vemos em situações calmas ou de desespero, entramos neste entrave: é verde ou azul? Os fundamentos da alma são um engajamento contínuo de eras ancestrais, uma forma da mente proteger o corpo físico dos atritos reais enquanto a mesma nos adoece por dentro. O caminho para o paraíso pode ser convertido em nuances trazidas e fragmentadas por caixinhas, como: moral, ética, ego, temperança, certo e errado. Vemos a fragmentação e nossa angústia em saber qual caminho trilhar. Não nos deram um roteiro de como sustentar a vida e suas probabilidades, nem uma bússola para navegar em águas calmas ou em mar turbulento.
O interessante é que, quando a vida está calma, chamamos pela turbulência. A impressão é que nascemos para a luta e que viver no sossego é só uma palavra de companhia para o desprezo da nossa inquietude. Algo intrínseco em nós revelou-se nas entrelinhas sem qualquer disfarce: a monotonia nos assusta. Parece que a tempestade é o que nos guia e o conflito é nossa arma mais eficaz quando a felicidade bate à porta.
Nascemos na complexidade e vivemos dela. Nossa arquitetura interna é um labirinto: fomos feitos para o movimento de buscar a saída, não para o repouso de encontrá-la. A plenitude exigiria uma quietude que a nossa mente — ocupada em criar camadas e conflitos — não sabe processar. Viver dessa complexidade significa que o ruído interno é o que nos faz sentir vivos. Por causas profundas e enraizadas, a plenitude nos soa estranha ou artificial; nunca a alcançaremos plenamente porque o ser humano é dotado para se autossabotar, preferindo o embate que conhece ao silêncio que ignora.
O entrave busca estancar situações, paralisar de forma a mostrar caminhos que devemos escolher. Nisto cabe o ajustamento de forças, ideias e ações, que digladiam-se entre si como em uma eterna brincadeira de braço de ferro.
O Despertar da Alma e as Desculpas do Ego
Quantas vezes nos diminuímos diante dos desafios, esquecendo-nos da nossa verdadeira natureza? Acreditar que não somos capazes, muitas vezes, é apenas uma desculpa confortável para não sairmos do lugar onde já estamos acostumados. É a preguiça da alma, que prefere a estagnação ao esforço do crescimento.
Outras vezes, é o orgulho disfarçado, que nos impede de reconhecer que precisamos do outro e de aceitar uma mão estendida. A verdade é que a sua história traz uma bagagem rica de aprendizados, e você foi planejado para evoluir. Para caminhar, no entanto, é preciso coragem para vencer o comodismo e humildade para buscar ajuda quando as pernas pesarem. Silencie o orgulho, sacuda a poeira da acomodação e lembre-se de que a centelha da vida habita em você. O primeiro passo para a superação começa quando paramos de dar desculpas para a nossa própria luz.
A Lei do Merecimento e a Colheita da Alma
Muitas vezes, olhamos para a vida alheia e justificamos o sucesso ou a felicidade do outro como mera "sorte", enquanto lamentamos a nossa própria realidade. No entanto, a sabedoria da vida não trabalha com o acaso. A verdade, por mais desafiadora que pareça, é que estamos exatamente onde merecemos estar, colhendo os frutos daquilo que plantamos ou deixando de colher o que deixamos de cultivar.
Cada situação que vivenciamos hoje é o reflexo exato do nosso esforço, do nosso trabalho e das escolhas que fizemos no ontem. Reclamar da falta de sorte é tentar transferir para o mundo uma responsabilidade que é estritamente nossa.
A nossa posição atual, seja de vitória ou de
aprendizado doloroso, é consequência do nosso próprio caminhar espiritual. Se você deseja colher frutos diferentes amanhã, comece a mudar as sementes hoje. O trabalho digno, a dedicação e o suor da alma são as únicas ferramentas capazes de construir o verdadeiro merecimento.
Estou onde mereço estar e sim, é minha escolha.
O Tempo de Deus e a Nossa Ação.
Muitas vezes, justificamos a nossa acomodação dizendo que estamos "esperando no tempo de Deus". Mas será que o tempo do Criador é o mesmo que o nosso relógio humano? Lembramos daquela velha história do homem que, afogando-se no mar, recusou o barco, o navio e o helicóptero de resgate porque dizia estar esperando pela ajuda divina. Esquecemos que Deus não desce do céu para fazer o que nos cabe realizar; Ele nos envia as ferramentas, as oportunidades e as pessoas.
O tempo de Deus é o tempo da nossa própria tomada de consciência e de atitude. A espiritualidade nos oferece o cenário e os recursos, mas o passo em direção à margem precisa ser nosso. Não cruze os braços esperando por um milagre extraordinário enquanto a vida lhe oferece pequenas pontes de recomeço todos os dias. O amparo divino já está ao seu redor; falta apenas a sua coragem de aceitar a ajuda e começar a agir.
Muitas vezes a vida nos traz outras perspectivas muito diferentes da que imaginávamos, e isso pode ser surpreendentemente maravilhoso.Vivemos tentando prever o amanhã, mas a beleza dos dias está justamente naquilo que não podemos controlar. Que a gente tenha a sabedoria de desapegar dos planos rígidos e a coragem de abraçar as surpresas do caminho. Afinal, os melhores capítulos da nossa história costumam ser escritos nas linhas que a gente não planejou.
Trauma
Às vezes me deito e revisito o passado,
os dias que deixei escapar das mãos,
os risos contidos, as chances adiadas,
os momentos que não vivi com a coragem que o coração pedia.
Carrego uma vontade
antiga de chorar,
não só pelo que doeu,
mas pelos amigos que
Ficaram pelo caminho,
pela ingenuidade de sonhar
uma vida perfeita
sem saber que ela também fere.
Fui machucada por mãos confusas,
por palavras que diziam amor
e entregavam espinhos,
por quem tocou minhas
Inseguranças como se fossem brinquedo, e eu aceitei…
porque amar, pra mim,
sempre foi acreditar demais.
Aprendi, mudei, cresci —
mas nunca o bastante pra não sentir.
Ainda coloco esperança onde não há promessa, ainda espero verdade em gestos rasos, mesmo sabendo que isso me quebra.
No fundo, entre erros e tentativas,
descobri a parte mais dura do amor:
por mais que eu sonhe em ser abrigo, no final das quedas
sou eu quem recolhe
meus próprios pedaços.
Às vezes quero desaparecer por algumas horas,
não pra morrer, não pra ir embora,
só pra não precisar ser nada.
Queria um lugar onde eu pudesse chorar sem culpa,
gritar sem explicação,
ficar em pedaços sem ter que me recompor rápido demais.
Às vezes me perguntam por que meu amor anda em silêncio, mas ninguém viu quando abri o peito sem armadura, quando ofereci meu melhor gesto e o mundo respondeu com descuido.
Foi ali que aprendi que amar também sangra, e que nem todo toque sabe cuidar.
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