Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Muitas vezes, acredite, o amor é algo indescrítivel para todos nós!

"Muitas vezes, infelizmente, o certo está errado e o errado é que está certo!"

Sabedoria do Tavinho: "O infinito, às vezes, está dentro de nós mesmos!"






Otávio ABernardes








Gyn, 19 de março de 2026.

"Às vezes, a gente prefere ver e sentir a chuva a adormecer!"




Otávio ABernardes


Itumbiara, 2 de abril de 2026.

"Às vezes, a gente fica a procurar motivos para ser feliz, mas, na verdade, a felicidade está escondida nas pequenas coisas!"






Otávio Abadio Bernardes




Goiânia, 23 de junho de 2026.

Percorri caminhos , tantos que nem sei...às vezes eles surgem em minha mente, na velha sensação de deja vu, uma fugaz lembrança do que fui ou do que sou, por onde andei, não sei...Talvez sejam sonhos...Talvez sejam reais.Só sei que às vezes penso que nada sei.

Dos Olhos da Sociedade


Demétrio Sena - Magé


Na maioria das vezes, não sei se uma pessoa com quem lido é "bonita" ou "feia". Entre aspas, porque não tenho conceito ótico específico para beleza. Refiro-me aos olhos da cara de uma sociedade que vive do que olha. Não do que vê, exatamente, porque ver é algo bem mais profundo. Foge aos olhos que prioritariamente olham.


Faz tempo que meus poemas românticos não exaltam traços e curvas das eventuais musas. Isso perdeu importância para mim, nos primeiros anos da minha trajetória de poeta, praticamente os primeiros anos de nascido. De alguma forma, eu seguia o curso da poesia romântica em voga naqueles tempos de uma decantação excessiva da "beleza", como não saiu totalmente de voga. Principalmente a "beleza" feminina.


Faço preferencialmente poemas de protesto político e também social, normalmente com as sutilezas que aprendi nos tempos da ditadura, quando eram necessárias muitas metáforas. Hoje podemos rasgar mais o verbo, até xingar, porém me viciei nessa forma de compor. Mas componho poemas românticos. Muitos, mesmo. Nesses poemas, decanto a essência da musa. O quanto ela inspira com a sua índole, sua sensibilidade, a inteligência e outros atributos que não passam pelo crivo dos meus olhos. Os da cara.


Essa ótica da minha poesia romântica não tem lá muita popularidade. A velha exaltação da pele, dos lábios, cabelos, os traços faciais e as curvas, continua no topo da preferência popular de quem consome música e poesia. Mesmo nas artes plásticas, quando retratam pessoas e são para uso doméstico, existe a preferência popular por essa exaltação.


É como todo mundo, nesta sociedade supérflua, olha para o outro. Vai direto à capa e volta, sem dar nenhuma folheada. Não lê sequer o prefácio do ser humano, se a capa não o agrada imediatamente. A essência pouco importa. O livro, a trajetória, o roteiro pesssoal do ser humano valem menos; muito menos do que a pele, os lábios, os cabelos, os traços faciais e as curvas do corpo.


A riqueza material, o poder e a fama fazem parte crucial dessa frente; dessa vitrine; a capa do indivíduo. Tornam qualquer pessoa "bonita", pois a plastificam e fazem encher os olhos de quem olha. É assim que somos, na camuflagem das virtudes gritadas nos palcos, palanques e púlpitos do preconceito e da hipocrisia.
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Respeite autorias. É lei

Às vezes vestimos em nós um pesado casaco de pele,
não por vaidade… mas por silêncio.
Quando o mundo deixa de nos ouvir,
aprendemos a nos esconder dentro de nós mesmos,
como se fosse mais seguro desaparecer
do que insistir em ser visto.
Helaine Machado

Viver no Brasil, às vezes,
é sorrir por fora
enquanto algo grita por dentro.
É um país hospedeiro,
bonito na vitrine,
mas desigual nos bastidores.
De um lado,
os que limpam o chão,
que acordam cedo,
que carregam o peso do dia nas costas.
Do outro,
os que decidem,
que discursam,
que pouco sentem o peso da própria decisão.
A diferença não é só de dinheiro —
é de tratamento,
de respeito,
de humanidade.
Quando a lei alcança uns,
vem pesada, fria, sem escolha.
Quando toca outros,
vem leve, quase gentil.
E assim,
entre celas lotadas e salas refrigeradas,
o povo aprende a sobreviver —
não a viver.
Mas ainda assim,
no meio dessa revolta toda,
existe algo que não conseguem tirar:
a voz.
E é ela que, um dia,
pode mudar tudo.
Helaine Machado

Nem sempre milagre é cura,
às vezes é força pra continuar.
É o peito apertado, ainda assim de pé,
é o choro baixinho que insiste em não parar.
Helaine machado

Porque às vezes a alma precisa
parar, respirar, se refazer…
pra lembrar, no meio do caos,
que viver também é se acolher.
Helaine machado ⁠

Quantas vezes assistimos a vida passar,
como quem olha pela janela,
sem tocar, sem sentir,
sem realmente viver?
Memórias não nascem do acaso,
elas florescem
onde houve entrega,
onde houve tentativa,
onde houve verdade.
Helaine machado

Ser protagonista
nem sempre é estar no centro,
às vezes é só não desaparecer
dentro de si.
E quando possível —
sumir…
não do mundo,
mas das máscaras
que nunca foram nossas.
— Helaine Machado

A vida é como um lápis de cor —
às vezes gasto, às vezes novo,
às vezes quebrado na ponta
de tanto insistir no mesmo traço.
Tem dias de azul tranquilo,
céu aberto dentro do peito,
e outros de cinza pesado
que parecem não ter jeito.
Helaine machado

A vida não pede licença —
ela chega, ensina, marca,
às vezes com mãos suaves,
às vezes com golpes que rasgam a alma.
Cada dor carrega um segredo,
cada queda sussurra uma verdade,
mas só entende quem aceita
que aprender também dói.
Há lições que queimam por dentro,
que a gente tenta negar, fugir, esconder…
mas quando, enfim, as abraçamos,
elas deixam de ser feridas
e se tornam armas silenciosas.
Helaine machado machado

Gatinha
Helaine Machado
Gosto de ser sua gatinha,
macia no toque,
frágil às vezes —
ou talvez só escolha.
Encosto no seu ouvido
e deixo escapar um “miau”,
baixo, lento,
quase um segredo.
Recatada…
como quem veste auréola,
mas não se engane:
minhas garras sabem falar.
Elas marcam,
arranham o que invade,
enlouquecem quem tenta
ultrapassar o limite.
Há um doce no meu veneno,
um perigo no meu carinho,
um convite sutil
pra quem ousa chegar perto.
Sou sua gatinha,
se eu quiser.
Sou sua cachorrinha,
se houver respeito.
Mas experimente faltar com ele…
e verá
que nem todo carinho
vem sem defesa.
— Helaine Machado

morte nem sempre chega em silêncio.
Às vezes ela cresce devagar
dentro dos olhos cansados,
nos sonhos abandonados,
na parte da alma
que desaprende a sentir.
Há mortes invisíveis
que ninguém enterra.
A da esperança,
a da inocência,
a daquela versão nossa
que um dia acreditou demais.
Helaine machado

Palavras são leves como penas,
voam sem direção, sem explicação.
Às vezes pousam suaves no coração,
outras desaparecem antes mesmo de criar raiz.
Há palavras que acariciam a alma,
como vento calmo em tarde silenciosa.
E há aquelas que o tempo carrega,
perdidas no céu da indiferença.
Porque dizer é fácil ao vento…
difícil é sustentar o peso
do que foi prometido ao coração.
Helaine machado

Veja o mundo
com olhos que ainda sabem sonhar.
Nem tudo é dor,
mesmo que às vezes a tristeza fale mais alto.
Há beleza escondida
no nascer do sol,
na chuva tocando a janela,
no abraço que chega sem aviso.
O mundo também é feito
de recomeços.
De pessoas tentando sobreviver
às próprias batalhas em silêncio
Helaine machado

"Às vezes, parar não é desistir do caminho.
É dar à alma o tempo necessário
para reencontrar a direção."
— Helaine Machado