Por Voce eu Pegaria mil vezes
Amar é um nó cego em nossa programação genética, muitas vezes orientado pelo instinto. Conectando consciência e inteligência, o amor pode ser tanto doce quanto amargo.
Muitas vezes ficamos tristes por coisas pequenas, insignificantes
Daí vem Deus e te alegra, te honra com coisas grandes
Nunca fui de ler o mesmo livro duas vezes, fiz na esperança de um final diferente,
mas entendi que algumas histórias
não mudam o fim,
mudam quem a gente se torna ao fechar a última página.
E não estou falando de livros
"Quantas vezes temos a sensação de que nada parece dar certo em nossa vida? E não poucas vezes costumamos questionar a nós mesmos e a Deus o porquê de sermos bons e termos uma vida tããão difícil, enquanto que as melhores coisas acontecem com quem, a nosso ver, não vale o pão que come, não é mesmo? Se você estiver num desses momentos, lembre-se de que, quase sempre, o demônio seleciona as presas mais fáceis no intuito de afastá-las ainda mais de Deus."
Às vezes a gente leva dois dias ou mais para tentar organizar o pensamento da gente, e mais uns dois para conseguir fazer com ele vire um texto de no mínimo três linhas, aí, quando a gente enfim consegue postá-lo numa rede social, aparece um sujeito do nada e com um simples comentário (idiota) bagunça o pensamento da gente todinho. Aff. É desestiiimulante, viu🙄
Uma coisa que a minha mãe sempre me dizia, e que às vezes tem funcionado bastante pra mim, é: "Desarme-se, não leve a vida à ponta de uma espada".
Livre arbítrio? Vivemos, muitas vezes, a ilusão dele. Escolhas? Na maior parte do tempo, apenas reagimos ao nosso próprio conteúdo. E o nascimento? e a partida? O corpo, o tempo, a história? Sujeitos ao envelhecimento, às perdas e aos imprevistos, resta-nos viver pra ver. Luz própria? Dependemos de uma energia de vida que não dominamos. O conflito é claro, quando quero fazer o bem, acabo fazendo o mal. Daí a incoerência, não como falha moral isolada, mas como condição humana. Enterrar versões que já não sustentam a vida e dar à luz, outras, mas honestas com quem somos agora. Em nós, morrer e nascer não são opostos. São o mesmo movimento.
Acreditar que tudo depende apenas de Deus é, muitas vezes, transferir a própria responsabilidade. Fé em ação não constrói, não move, não transforma. O milagre já nos foi dado, consciência, capacidade e escolha. O resto é conosco. O Reino está dentro de nós, e tudo que o impede, também. este é o tempo de agir, lutar e assumir o protagonismo com honestidade.
Ao longo da vida, morremos muitas vezes. Enterramos versões de nós mesmos e renascemos, nem sempre melhores, mas sempre mais conscientes.
O luto é a parte mais difícil entre o que deixamos de ser aquilo que ainda estamos aprendendo a nos tornar. Nada do que fomos morre por completo. O que ficou para trás sustenta o que evolui em nós.
Acreditar que estamos no controle é, muitas vezes, uma pedido silencioso de proteção. A ideia de que basta decidir evita encarar o tempo, o esforço e o risco de falhar. Quando a confiança em si vacila, cria-se a ilusão do controle. A virada não começa na força, mas no reconhecimento. Segue no perdão próprio. E se sustenta na coragem de permanecer. Não é sobre controlar a vida. É sobre sustentar o processo. Em que parte do processo você está tentando controlar?
Ás vezes, a vida pede que a gente desmonte quem foi, pra reencontrar quem ainda pode ser.Velhas versões morrem.Outras nascem no silêncio. Seguimos, mesmo sem saber como, mesmo sem saber escolher.
Porque viver é isso, cair, levantar, reinventar, e continuar acreditando.
No fim, aquele brilho antigo nunca se apagou. Ele só espera ser lembrado.
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