Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Perdi as contas de quantas vezes segurei o mundo dos outros e deixei cair o meu.

Ares tem força. É tudo o que ele tem. Mesmo a força às vezes tem que de se curvar à sabedoria.
(O Ladrão de Raios)

O fracasso é geralmente o resultado de pensamentos e decisões erradas, tomadas repetidas vezes.

Me perdoa, Deus? Pelas inúmeras vezes que os meus medos foram maiores que a minha fé.

O que é o mundo?
Um baú cheio de mistérios,
É um oceano profundo,
Às vezes,um triste cemitério.

O que é a vida?
Às vezes um turbilhão da emoção,
Nos permeiando e causando feridas,
Muitas das vezes,labirintos da mente sem solução.

O que é o ser?
Um dependente do amor,
É aquele que ainda tenta crer,
Na superação da agonia de uma dor.

O que é o amor?
É um sentimento inexplicável,
Ao mundo esquálido, dá uma viva cor,
À mente humana,uma energia inesgotável.

Reside no interior,
Pode nos dar prazer,
Muitas das vezes causar dor,
Outras! Nos fazer crescer.

O que é o ódio?
É o amor invertido,
Uma queda do pódio,
Um sentimento sem sentido.

O que é a morte?
É o resultado de todas as nossas construções,
Pode ser um prédio da saudade forte,
Ou um triste bau da solidão.

Ser madrinha é ser duas vezes escolhida: pelos pais e por Deus. É pertencer a um serzinho, mesmo que ele não te pertença, e querer cuidar dele como você cuidaria de um filho. Porque, afinal de contas, ele é. É um filho que nasceu do seu coração.

Quantas vezes falei
o que não queria dizer e quantas outras
disse sem falar...

As pessoas são engraçadas: a maioria das vezes quem tá do seu lado não tá perto e quem tá perto não tá do seu lado.

As pessoas mudam, e muitas vezes se tornam as pessoas que elas disseram que nunca seriam.

Tenho fé de que Deus irá lhe mostrar a resposta. Mas é preciso entender que, às vezes, leva um tempo para conseguir reconhecer o que Deus quer que façamos.

Nicholas Sparks
SPARKS, N. The Last Song. London: Hachette UK, 2009.

Te escrevi duas vezes: a primeira saiu uma coisa sincera, mas lamentativa demais, um saco. A segunda saiu “madura e controlada”, mas extremamente falsa.

Em muitos trechos do caminho, às vezes bem longos, carregamos muito peso na alma sem também notar. A gente se acostuma muito fácil às circunstâncias difíceis que às vezes podem ser mudadas. A gente se adapta demais ao que faz nossos olhos brilharem menos. A gente camufla a exaustão. A gente inventa inúmeras maneiras para revestir o coração com isolamento acústico para evitar ouvi-lo. A gente faz de conta que a vida é assim mesmo e ponto. A gente arrasta bolas de ferro e faz de conta que carrega pétalas só pra não precisar fazer contato com as nossas insatisfações e agir para transformá-las. A gente carrega tanto peso, no sentimento, um bocado de vezes, porque resiste à mudança o máximo que consegue, até o dia em que a alma, cansada de não ser olhada, encontra o seu jeito de ser vista e de dizer quem é que manda. Eu fiquei pensando no que esse peso todo, silenciosamente, faz com a alma. No que isso faz com os sonhos mais bonitos e charmosos e arejados. No que isso, capítulo a capítulo, dia-a-dia, faz com a nossa espontaneidade. No que isso faz, de forma lenta e disfarçada, com o desenhista lindo que mora na gente e traça os risos de dentro pra fora. E o entusiasmo. E o encanto. E a emoção de estarmos vivos. Eu fiquei pensando no quanto é chato a gente se acostumar tanto. No quanto é chato a gente só se adaptar. No quanto é chato a gente camuflar a própria exaustão, a vida mais ou menos há milênios, que canta pouco, ri pequeno e quase não sai pra passear. Eu fiquei pensando no quanto é chato a gente deixar o coração isolado para não lhe dar a chance de nos contar o que imagina pra nós e o que podemos desenhar juntos nessa estrada. Mas chega um momento em que me parece que, lá no fundo, a gente começa a desconfiar que algo não está bem e que, ainda que seja mais fácil culpar Deus e o mundo por isso, vai ver que os algozes moram em nós, dividindo espaço com o tal desenhista lindo que, temporariamente, está com a ponta do lápis quebrada. Sem fazer alarde, a gente começa a perceber os tímidos indícios que vêm nos dizer que já não suportamos carregar tanto peso como antes e a viver só para aguentar. Devagarinho, a gente começa a sentir que algo precisa ser feito. Embora ainda não faça. Embora ainda insista em fazer ouvidos de mercador para a própria consciência. Embora ainda estresse toda a musculatura da alma, lesione a vida, enrijeça o riso, embace o brilho dos olhos, envenene os rios por onde corre o amor. Por medo da mudança, quando não dá mais para carregar tanto peso, a gente aprende a empurrá-lo, desaprendendo um pouco mais a alegria. Quase nem consegue respirar de tanto esforço, mas aguenta ou pelo menos faz de conta, algumas vezes até com estranho orgulho. Até que chega a hora em que a resistência é vencida. A gente aceita encarar o casulo. A gente deixa a natureza tecer outra história. A gente permite que a borboleta aconteça. Nascemos para aprender a amar, a dançar com a vida com mais leveza, a criar mais espaço de conforto dentro da gente, a ser mais felizes e bondosos, a respirar mais macio, essa é a proposta prioritária da alma, eu sinto assim. Podemos ainda subestimar a nossa coragem para assumir esse aprendizado. Podemos nos acostumar a olhar o peso e o aperto, nossos e dos outros, tanto sofrimento por metro quadrado, como coisa que não pode nunca ser transformada. Podemos sentir um medo imenso e passar longas temporadas quase paralisados de tanto susto. Podemos esgotar vários calendários sem dar a menor importância para o material didático que, aqui e ali, a vida nos oferece. Podemos ignorar as lições do livro-texto que é o tempo e guardar, bem escondido do nosso contato, esse caderno de exercícios que é o nosso relacionamento com nós mesmos e com os outros. Apesar disso tudo, a nossa semente, desde sempre, já inclui as asas. Já inclui o voo. Já inclui o riso. Já é feita para um dia fazer florir o amor que abriga.
E, mais cedo ou mais tarde, ela floresce.

Orgulho nem sempre é prepotência
muitas vezes pode ser a maneira
mais fácil de se valorizar

Às vezes alguns sonhos parecem inalcançáveis, mas a perseverança vai além do parecer.

O que mais me entristece é saber que na maioria das vezes sei o que é o certo, mas acabo que faço o errado.

O motivo da glória muitas vezes é o motivo da guerra, porque o gosto da vitória é saber lidar com a espera.

"Ás vezes as pessoas fazem jogo duro, porque precisam saber se os sentimentos da outra pessoa são reais."

Às vezes, só às vezes, a gente dá a sorte de esbarrar com alguém legal.

sentir saudades, as vezes é bom,
nos faz valorizar mais a quem amamos,
mas não se afaste muito, nem por muito tempo,
pois posso descobrir que CONSIGO VIVER SEM VOCÊ!!

Porque,ás vezes,acontecem coisas com as pessoas com as quais elas não estão preparadas para lidar.