Por Voce eu Pegaria mil vezes
Sobre ficar, quando é hora de ir…
Quantas vezes você já se percebeu aguardando uma mensagem que não vinha,
uma atitude que nunca se confirmava,
uma decisão que sempre ficava para depois?
Quantas vezes você já tentou se convencer de que era só uma fase,
que o tempo iria resolver,
que a pessoa iria mudar?
E, principalmente:
quantas vezes você já permaneceu em um lugar que não te entregava o que você sabia, no fundo, que merecia?
Em algum momento, quase todos nós passamos por isso.
Não é um sofrimento escancarado, não é drama evidente, não é caos.
É algo mais silencioso — e justamente por isso, mais perigoso.
É aquela sensação constante de espera.
De estar sempre aguardando algo que nunca se define.
Uma resposta que não vem.
Um gesto que nunca chega.
Uma decisão que sempre fica para depois.
E, se você for honesto consigo mesmo, sabe exatamente do que estou falando.
Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.
Esperança de que a pessoa se envolva mais.
Esperança de que, em algum momento, ela se posicione.
Esperança de que o tempo resolva aquilo que a outra pessoa se recusa a enfrentar.
Enquanto isso, você vai se moldando.
Ajusta o tom.
Reduz expectativas.
Tolera silêncios que machucam.
Aceita ausências disfarçadas de “fase”.
E vai ficando.
Não porque está em paz.
Mas porque sair parece doer mais do que permanecer.
O problema é que esse tipo de relação não termina de uma vez.
Ela consome aos poucos.
Consome sua energia.
Consome sua autoestima.
Consome sua capacidade de desejar algo inteiro.
Há pessoas que não prendem pelo amor — prendem pela indefinição.
Elas não dizem “não”, mas também nunca dizem “sim”.
Elas cozinham sentimentos em fogo baixo.
Mantêm o outro ali, orbitando, esperando, projetando.
E quem espera demais começa a viver menos.
Começa a adiar planos.
Adiar encontros verdadeiros.
Adiar experiências.
Adiar a própria vida.
O mais cruel é que, com o tempo, você passa a acreditar que o problema é você.
Que está pedindo demais.
Que precisa ser mais paciente.
Mais compreensivo.
Menos exigente.
Quando, na verdade, o mínimo nunca foi entregue.
Existe um momento — silencioso, mas decisivo — em que a gente precisa escolher.
Continuar esperando ou agir.
E agir dói.
Dói se posicionar.
Dói dizer “isso não me basta”.
Dói aceitar que a pessoa talvez nunca será aquilo que você projetou.
Mas essa dor é limpa.
Ela tem começo, meio e fim.
Diferente da dor de ficar, que se espalha, se infiltra, se prolonga.
Quando você se posiciona, algo importante acontece:
Você quebra o ciclo da espera.
E ao fazer isso, você não perde — você abre espaço.
Espaço para relações que não precisam ser adivinhadas.
Espaço para pessoas que sabem o que querem.
Espaço para vínculos onde presença não é esforço, é escolha.
O terreno só se torna fértil quando você para de ocupar espaço com aquilo que não cresce.
Agir não é desistir do amor.
É desistir de ser refém.
É escolher a própria dignidade, mesmo tremendo.
É aceitar o vazio temporário para não viver um vazio permanente.
Porque a verdade — dura, mas libertadora — é simples:
Quem não se posiciona, já escolheu.
E quem espera para sempre, paga com a própria vida.
Se não depende só de você, não carregue tanta culpa… às vezes, simplesmente não era para acontecer.
— Jess.
Você sabe abanar o leque e dar piscadelas. Muitas vezes, basta fazer isso. Os homens são seres bem simples.
Quantas vezes você caiu e se levantou…
Quantas vezes enxugou as lágrimas de tristeza ou chorou de alegria…
Sim, muitas vezes… você chorou, limpou as lágrimas com os dedos das mãos, pois não tinha forças nem para pegar um lenço, mas atravessou…
Muitas vezes, teve vontade de sentar e esperar passar, pois não tinha equilíbrio para continuar, mas caminhou …
Passo aqui para te dizer: você não precisa ser forte todos os dias, você não precisa ter medo de se mostrar vulnerável, você pode sentir …
E depois de sentir o que sente … aprender, aceitar e continuar!
Confie em você e nas energias divinas.
"Papai, faz tempo que você se foi, mas a saudade não passa. Às vezes, sinto que você está aqui, mas logo percebo que é só uma lembrança. Meu coração dói de pensar que nunca mais vou ouvir sua voz, nunca mais vou sentir seu abraço. Você foi meu porto seguro, meu melhor amigo. Eu sinto sua falta todos os dias, em todos os momentos. Eterna saudade, papai. "
Às vezes você abre mão de novas oportunidades por ter medo de se dar mal.
Se você só fazer o que sabe nunca será melhor do que é hoje.
Muitas vezes você se torna seu próprio falso profeta. Diz para si mesmo tantas coisas ruins e acaba acreditando nelas...
Bom dia, e Abençoada segunda-feira 🍀 🌻
Ery santanna
Às vezes, se sentir sozinho é bom!
Você pensa melhor, reflete sobre sua vida na parte emocional e física.
Mais saiba… você nunca estará sozinho!
Deus é contigo
Recomece quantas vezes for necessário!
Recomeçar não quer dizer que você perdeu a guerra!
Mas sim que você está montando uma nova estratégia para vencer a batalha...
Não importa quantas vezes você tente, errar o alvo não é fracasso.
Fracasso é guardar o arco e as flechas.
Cérebro: Mais uma vez você se deixa levar, né? Não lembra das últimas vezes? Das lágrimas, das promessas quebradas, da dor latejando no peito?
Coração: Eu sei… mas não consigo evitar. Cada sorriso dele, cada gesto, me puxa de novo. É como se meu peito tivesse memória própria, e a saudade me queimasse por dentro.
Cérebro: Memória própria? Você chama de memória, eu chamo de ilusão. Amor não deveria doer tanto. Amor não deveria te fazer sentir que está despedaçada toda vez que ele some.
Coração: Mas é que amar é isso… não é só flores e sorrisos. É sentir, mesmo quando machuca. E mesmo sabendo que vai doer, mesmo sabendo que vai me quebrar, eu ainda quero sentir.
Cérebro: Você já sofreu demais, já perdeu noites, já chorou rios de lágrimas. Você precisa se proteger! Quantas vezes você vai repetir o mesmo erro esperando que seja diferente?
Coração: E quantas vezes você vai deixar que eu viva? Que eu sinta? Eu não quero me esconder atrás da lógica, não quero esquecer o que é ter esperança. Mesmo se quebrar, mesmo se sangrar, eu quero tentar.
Cérebro: Mas e se tentar de novo e se machucar? Vai aguentar?
Coração: Eu não sei… mas já aprendi que a dor não me mata, só me fortalece. Cada cicatriz, cada suspiro, cada despedida… me molda. Me lembra que ainda posso sentir. E, no fundo, eu ainda acredito que o amor vale a pena.
Cérebro: Você é insana.
Coração: Talvez. Mas pelo menos estou viva.
Pedido por gentileza
Queria me desculpar.
Não com você,
mas comigo.
Pelas vezes em que me cobrei demais,
em que fui dura com meus próprios passos,
em que agi sem me ouvir.
Me desculpar por ter carregado culpas
que não eram minhas,
por ter me olhado com severidade,
por ter esquecido de me tratar com carinho.
Me desculpar pelos julgamentos silenciosos,
até quando me afastei da fé,
como se eu precisasse ser inteira
para continuar sendo amada.
Há coisas que ainda pesam,
mesmo sem nome,
mas aos poucos
aprendo a soltá-las.
E também peço desculpas
pelas dores que causei,
pelos sentimentos que endureci,
pelo ego, pelo rancor
que falaram mais alto que o cuidado.
No fim,
talvez tudo isso seja apenas
um pedido simples:
aprender a me amar
com mais gentileza.
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