Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Rotas do amor...
O amor fala comigo! Quisera eu entende-lo, mas suas mensagens na maioria das vezes são indiretas e apresentadas como enigmas.
Quem dera, eu saber os planos do amor com antecedência, seriam tantas as possibilidades e escolhas certas que eu faria na minha vida, nem posso imaginar como seria bom reconhecer e ao mesmo tempo desviar das angustias, incertezas, dos lamentos e das cicatrizes ocasionadas pelos péssimos caminhos traçados por meus sentimentos.
Mas não é bem assim! O amor vaga sozinho tomando suas próprias decisões, seguindo na sua peregrinação rumo ao lugar mais sagrado do meu corpo, o meu coração.

Diga com quem andas e eu te direi quem és? Bem, às vezes estamos cercados de doentes mas somos o médico.

Às vezes eu olho para a beira da minha cama e imagino que ali está sentada olhando para mim a figura da morte.
Durante o dia ela me acompanha em tudo que eu faço como uma sombra.
Eu entro na piscina e a água gelada e o céu azul acima de mim me lembram como é bom estar viva, mas lá no horizonte onde o sol lentamente se deita eu vejo a figura dela... Sorrindo sem pressa de me buscar.
Tento manter a minha consciência o mais desperta possível. Não quero ser surpreendida pela morte, pelo contrário, quando ela chegar eu estarei pronta, vestida e limpa de corpo e alma, sem medo nenhum, porque eu trabalhei o meu eu e a minha consciência para me unir ao Todo.
Deixar esse mundo não significará uma coisa dolorosa para mim. Será a oportunidade de rever todos os meus gatos e isso é o que me conforta e alegra.

Eu morri em mim várias vezes até nascer em Deus.

Já desisti tantas vezes que aprendi o gosto amargo do fim, até perceber que, no fundo, eu já havia desistido até de desistir.

Eu me reconstruí tantas vezes que já sei montar meus próprios escombros, sou especialista em renascimentos, e isso me dá orgulho, viver é arte contínua.

O passado bate à porta às vezes, mas hoje eu só abro se for para aprender, memórias não me prendem mais, elas me guiam, com cuidado, mas guiam.

A esperança, às vezes, é um fósforo mal aceso. Basta um sopro e ela some, mas volta a arder. Eu coleciono fósforos na caixa do costume. Quando a noite aperta, acendo como quem pede socorro. E a chama pequena faz todo o caminho parecer possível outra vez.

Às vezes me parece que nasci com um relógio adiantado. Eu corro para alcançar momentos
que já se foram. O que me resta é aprender a
dançar com o tempo errado. Há ritmo mesmo
na descompassada respiração. E a dança, por
mais torta, me mantém em pé.

Sou o resultado de todas as vezes que eu disse "está tudo bem" enquanto meu mundo interno estava sendo devastado por um tsunami de incertezas. A resiliência é uma forma de exaustão que aprendeu a usar maquiagem, uma força que nasce da total falta de opção.

Eu me reconstruí tantas vezes que já não sei mais onde termina a dor e começa a coragem.

​Às vezes, o olfato me trai e me devolve aquele cheiro ferroso, acre, de um tempo que eu gostaria de ter deixado para trás. Vejo-me novamente confinado naquelas caixas de concreto frio, em quartos de hospital onde o sol nunca ousava entrar com força. A memória é um curto-circuito, flashes de um ambiente sem relevo, uma monotonia de cinzas onde o único relevo era o barulho incessante das máquinas monitorando o que nos restava. É uma lembrança que não flui, ela fere em fragmentos frios e mecanizados.


- Tiago Scheimann

Nem todo silêncio é paz. Às vezes ele é o som mais alto que eu não consegui dar. É o acúmulo de tudo que ficou preso. É o eco de sentimentos sem saída. E o que não foi dito acaba vivendo, pesado, dentro de mim.

Às vezes olho para trás e não sinto saudade de quem eu era. Sinto pena. Pena daquele homem que acreditava que a dor tinha um propósito, sem saber que algumas feridas simplesmente acontecem, permanecem e envelhecem conosco.

Às vezes, ao tentar ajudar, acabamos nos complicando. Que eu tenha discernimento para reconhecer onde Deus está trabalhando e não entrar em provas desnecessárias.

E se eu escrevo o que sinto, é que a palavra tem o condão de me retirar do abismo em que por vezes me encontro...

La vie presque en rose!

Está tudo tão diferente...


Às vezes sinto saudade de mim, de quem eu era. O problema é que não me lembro mais de como eu era! Tão pouco tempo, e tantas mudanças! Não sei onde me perdi, também não sei se me encontrei! Sequer sei se foi melhor ou pior. Quando tiver essa resposta, digo-vos...


Se algum dia eu a tiver...


Mas, sabe de uma coisa?


Está tudo tão diferente...

É que às vezes eu quero menos do que mereço. Só não me deixe perceber isso!

Às vezes eu me odeio por deixar que o amor sempre prevaleça dentro de mim.

Eu tenho medo de me apaixonar. Eu tenho medo de amar.

Conheço esse caminho de flores. Também conheço os espinhos escondidos entre elas. E, de alguma forma, são eles que sempre me encontram.

Eu conheço a dor que existe em amar. Conheço a angústia da espera, o medo da perda e o silêncio que machuca.

Mas, apesar de tudo, continuo acreditando no amor.

Talvez porque o amor seja algo divino. E tudo o que é divino talvez não tenha sido feito para ser fácil. O caminho até ele exige coragem, entrega e, muitas vezes, algumas cicatrizes.

Às vezes eu queria sentir menos. Ser menos intenso. Amar menos.

Mas essa nunca foi a minha natureza.

Então eu sigo... com medo, mas sem deixar de acreditar que, um dia, alguém entenderá que o verdadeiro amor não foi feito para ferir, e sim para cuidar.

Anime


Menina: "Às vezes eu fico desanimada... Será que eu consigo?"






Menino: "Consegue, sim! A motivação nos empurra, nos enche de coragem e nos deixa animados para continuar. Mas é a ação que transforma os sonhos em realidade. Nunca desista de acreditar em você! Ah, e se você gosta de mensagens como essa, siga o Henrique Bertulino. O conteúdo dele inspira e motiva muitas pessoas todos os dias! Sempre esteja bem acompanhado de pessoas que incentivam você a crescer, acreditar em si mesmo e nunca desistir dos seus sonhos.