Por Voce eu Pegaria mil vezes

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~Escrevo simples, as vezes eu uso uns palavrões nos meus textos.

“Às vezes eu olho para o mundo e só enxergo o lado frio do ser humano — o desprezo, a desumanização, o silêncio. E nesses dias sombrios, eu mesmo começo a acreditar que não sou digno de amor… mas no fundo, essa dor fala mais sobre o mundo que me feriu do que sobre quem eu realmente sou.”

A estranheza entre o eu de agora,
E o eu de antes, é tanta, que às vezes acho que
Nunca fui eu mesma.


Cada dia que se passa, eu me sinto mais distante de quem eu era, ou quem achei que fosse.

Seria eu a errada de te amar como mulher ama homem?
Eu te amo mesmo que as vezes não perceba e te odeio em meu secreto; mas desta vil couraça meus olhos partem para algo mais claro e que pareça justo.
Te escrevo linhas que não entenderia. Sobre essa abrasadora paixão porém antiquíssima e madura, te deixei meu coração, que deveria fazer? Perder aquilo que amo por um mero instinto — que se bem analisado, não é certo ser descrito como tão pacato e indiferente — de certeza, parece-me verdade, mas quando é que foi que esta se tornou tão incerta e inflexível — critico à mim mesma por pensar assim. Divido então, amor e razão. Razão essa qual não me é sólida, que força-me a olhar tudo que não pedi para ver, como te deixar ir com um embolo de mil linhas no estômago, os olhos lacrimejando, os passos como em uma melodia dramática trançando e o peito ardendo em pranto.

Às vezes, o silêncio é mais forte do que qualquer palavra.
Eu sei do que vi, do que senti, do que vivi... e, ainda assim, escolho calar. Não por falta de coragem, mas por excesso de dignidade.
Enquanto você dorme em paz acreditando que sua imagem está intacta, lembre-se: sou eu quem guarda, no peito, um oceano de verdades que poderiam afundar o seu nome.

Eu já morri muitas vezes nessa vida...
Porque gente morre um pouquinho
Quando se perde alguém que ama...
Quando sofremos uma decepção...
Quando perdemos um bichinho de estimação...
A gente morre um pouquinho quando vamos alguém sofrendo e por mais que se queira ajudar não é possível...
Quando deixamos o lugar onde nascemos...
Quando nos deparamos com a traição...
A gente morre um pouquinho quando um projeto não deu certo...
Quando um amigo vai embora...
Quando deixamos de amar e alguém chora...
A gente morre um pouquinho quando os filhos deixam nossa casa...
Quando eles batem asas e passam a viver suas vidas...
A gente morre um pouquinho até que um dia de pouquinho em pouquinho a gente morre...

Renato Jaguarão.

Que caminho louco eu percorri, eu já sabia que não existia contos de fadas mas por várias vezes eu me vi iludido pelas coisas maravilhosas que me aconteceram. Não sou aquele falso profeta que fica com a Bíblia embaixo do braço, que só saem merd... quer dizer bagaços. Mas mesmo assim fui movido pela fé, acho que o meu maior orgulho é dizer que não acredito, mas sempre acreditei, até porque... como estou aqui, se não foi por Deus? Difícil é acreditar que Deus tem um propósito pra mim, um plano... ou projeto pra mim. Aí vem a arrogância de reclamar, pô, Deus, fala comigo... Conheço pastores e simples pessoas como eu que dizem por aí que receberam sua mensagem, que o senhor é loiro e lindo, com olhos azuis, não acredito nessas palavras e acho que pecam usando o nome do Senhor em vão. Aparece pra mim e fala comigo, meu filho, eu quero você, como o senhor fez com os seus apóstolos. Creio no Senhor, mas queria sentir sua presença, tenho certeza que naquele era o senhor. Só assim acreditaria que eu mereço tudo o que senhor sempre ofereceu.

Às vezes eu prefiro o silêncio de um livro.

O que eu sou


Sou melancólica,
às vezes pura,
às vezes sedutora.


Minhas fases escuras
contaminam os outros:
ficam tristes,
se enojam de mim.


E eu pergunto:


que mal eu fiz


por ser assim?

Sei que o riso me faz feliz, contudo, muitas vezes, é no choro que eu cresço. Não que eu queira chorar mais do que sorrir. Não é isto. Apenas não quero me esquecer de que, são nas dificuldades que eu me levanto mais forte. São nas cicatrizes que aprendo a estancar o sangue das minhas próprias feridas, pra poder seguir em frente sem medo, afastando de mim um dos sentimentos mais destrutivos que existe: ter pena de si mesmo. É das quedas que alço voo sem tapete mágico, sem asas, sem paraquedas, num impulso incontrolável de abraçar o céu, percorrer oceano e pisar firme no chão, porque é dela que brota a raiz do meu progresso. Sobretudo, quando Deus me diz: vai lá, colhe o que plantou!

⁠Às vezes me pego pensando em como seria minha vida se eu tivesse tomado outra decisão oito anos atrás. Tem muitas coisas que acontecem na nossa vida que não conseguimos entender e o que nos basta é o questionamento. E começa o verdadeiro dilema do que poderia ter sido evitado, de qual forma eu deveria ter agido e assim segue por anos na minha cabeça. São tantas perguntas sem respostas, tantos sonhos deixados para trás. Passaram-se oito anos e ainda sigo com isto na mente, seria um arrependimento? Acho que não. Enfim, minha vida é uma loucura

Luta Interna


Quantas vezes eu tentei lutar contra?
Muito lutei sem saber.
Hoje luto por um espaço,
não perto, mas dentro de você.


Vivemos a vida de outros
e esquecemos de viver a nossa.
E o que somos por dentro se perde,
não luta e se acomoda.


Canto para esvaziar
o que dentro de mim transborda.
Se fico em silêncio, a madeira racha
e estouram as cordas.


Para quê tentar lutar contra quem somos,
contra o pranto, contra a dor?
Nos esquecemos que sempre perdemos
ao lutar contra o amor.

A liberdade sempre foi meu ponto de partida
E por isso eu mudei várias vezes
Não aceitava ficar onde minhas assas eram podadas
Em função disso deixei para trás pessoas, amores, lugares, trabalhos
Talvez não seja motivo de orgulho mas de amor próprio
Para alguns fuga, para outros coragem
Minha própria companhia me bastava e continua me bastando
Não tente me entender, estou em constante transformação

Parafraseando Clarice Lispector: Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome.

Às vezes, eu me encanto comigo mesmo.
Fico pensando como eu reagiria se visse alguém igual a mim.

Hoje, por exemplo, depois de um dia inteiro de trabalho,
dirigi até um igarapé, pulei da ponte e me diverti sozinho.
Vivo cantando e sorrindo enquanto dirijo.
Passei por uma fazenda e conversei com Jesus.
Depois, brinquei com os amigos.

E então, ao voltar para casa,
vi alguns garotos brincando de pular corda na rua.
Parei a moto e fui brincar com eles.
Ficaram extasiados por eu ter pulado tanto.
E eu pensava naquela frase famosa:
“Posso fazer isso o dia todo.”

Se eu visse alguém fazendo isso com crianças na rua,
eu também ficaria encantado.

E acho que é bom se encantar consigo mesmo.
Porque eu poderia estar morto,
mas Cristo me deu vida.
E viver é uma roupa que me cai bem

Alma perdida

Às vezes sinto-me tão vazia
Como se nada mais pudesse sair de mim
Eu abro e fecho portas
Acendo e apago cigarros
Abro e fecho as mãos
Acendo e apago desejos

Nada mais sai de mim
Nem mesmo essas palavras
Elas saem do vazio
Que tomou posse do que fui
E quando é assim e nada sai de mim
Não vejo o início, não vejo o meio
E isso me acende o desejo do fim

Talvez eu tenha saído ou sido retirada
Por isso nada mais sai de mim
Seria um anjo caído?
Um andarilho sem rumo na estrada?
Alguém viu minha alma?
Acho que ela foi roubada
Quero senti-la de novo
Mesmo se estiver quebrada

Às vezes eu finjo entender o sentido da vida, repito para mim mesmo que tudo é passageiro, que o agora é tudo o que existe.

Mas, no silêncio da noite, a mente me trai.

Começo a pensar nas escolhas que não fiz, nas palavras que calei, nos caminhos que abandonei.

E percebo que, mesmo aceitando quem me tornei, ainda há uma parte de mim que sente falta do que nunca aconteceu.

Bem que às vezes até das tardes tumultuadas, eu gosto. Tormentas servem de lembrete de rendição e confiança, e da irremediável necessidade de repousar em Deus mesmo sem entender o porquê. Há paz em meio à espera!

Já se perguntou o quanto é ruim viver na solidão.
Por muitas das vezes eu fico pensando, o porque disso tudo mas se você parar para analisar a solidão não é tão ruim assim.
Temos que viver sendo na solidão ou não
Tudo é questão de fases uma hora essa passa

“Às vezes eu respiro fundo… e lembro que o silêncio é mais inteligente.”

Situações de desespero revelam um outro eu que vive dentro de nós, alguém capaz muitas vezes de fazer coisas não muito admiráveis.