Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim
Saia do casulo, permita-se viver essa metamorfose e se transforme em uma linda borboleta prestes a voar!
Diante do “leite derramado”, do “cristal quebrado”, do quebra-cabeças que não encaixa mais, da peça que perdeu o sentido; onde tudo se desfez ou feneceu, não há muito que ser feito: é preciso se erguer, lutar e vencer.
Apesar de tantas lutas, a violência contra as mulheres ainda subsiste, faz parte do nosso convívio hodierno, de nossas raízes socioculturais, algumas vezes veladas, silenciosas e difíceis de ser identificadas, outras totalmente ostensivas.
Aquele que pisa com os pés em falso, negligencia a prudência e subestima a eminente presença do perigo.
Escrevo para não enlouquecer. Para me divertir também, e para ter prazer. Tenho um prazer imenso em escrever. Escrevo para me salvar. Mas me salvar do quê? Será que alguém sabe por que escreve, por que faz música? Porque alguma coisa empurra a gente.
Ou controlamos nossa mente e gerenciamos nossas emoções e pensamentos; ou nos tornamos reféns de nós mesmos!
Não vi em minha vida a formosura,
Ouvia falar nela cada dia,
E ouvida me incitava, e me movia
A querer ver tão bela arquitetura.
Ontem a vi por minha desventura
Na cara, no bom ar, na galhardia
De uma Mulher, que em Anjo se mentia,
De um Sol, que se trajava em criatura.
Me matem (disse então vendo abrasar-me)
Se esta a cousa não é, que encarecer-me.
Saiba o mundo, e tanto exagerar-me.
Olhos meus (disse então por defender-me)
Se a beleza hei de ver para matar-me,
Antes, olhos, cegueis, do que eu perder-me.
A uma dama dormindo junto a uma fonte.
À margem de uma fonte, que corria,
Lira doce dos pássaros cantores
A bela ocasião das minhas dores
Dormindo estava ao despertar do dia.
Mas como dorme Sílvia, não vestia
O céu seus horizontes de mil cores;
Dominava o silêncio entre as flores,
Calava o mar, e rio não se ouvia,
Não dão o parabém à nova Aurora
Flores canoras, pássaros fragrantes,
Nem seu âmbar respira a rica Flora.
Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,
Tudo a Sílvia festeja, tudo adora
Aves cheirosas, flores ressonantes.
Nunca tomo a iniciativa de atacar ninguém. Só ataco quem me ataca ou ataca algum amigo meu inocente.
Discutir com o analfabeto funcional é desesperador, porque, não entendendo o que ele próprio diz, ele pode mudar retroativamente o sentido das suas frases quantas vezes deseje.
O analfabeto funcional vive num mundo de puras frases, onde não há verdades ou mentiras, só vaias e aplausos.
Hoje a minha decisão é ser feliz, acreditar e estar em paz comigo mesma, independente do que acontecer. E amanhã também! Um dia de cada vez para um condicionamento cada vez mais enraizado.
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