Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim

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SIMPLESMENTE EU.

Quando a emoção toma conta não dá pra segurar, as palavras vêm com força tamanha, estranha, incontroláveis. Neste momento uma avalanche de frases interrogativas, imperativas, exclamativas e conclusivas formam um turbilhão em minha mente e o caminho mais certo é falar. Não há princípios para o certo, incerto, coberto, descoberto e no brilho dos teus olhos busco respostas, justificativas e o que vale é jogo aberto.

Que eu envelheça... tudo bem, faz parte da vida.Em minha pele surgirão rugas,já não terei a força que tenho tido até agora, tudo mudará. Mas, que em meu coração, jamais fique marcas de sentimentos ruins, só quero que o amor permaneça.Que eu nunca, nunca perca a oportunidade de demonstrar um gesto de ternura e uma palavra de incentivo.

⁠Mãe
Desde do dia em que se foi minha vida não é mais a mesma, tudo perdeu o sentindo, eu não sei como seguir, eu tô só vivendo, levando a vida como Deus quer.
Eu tô sozinha, sempre me sentia só, mas hj eu realmente tô sozinha.
Ninguém pergunta por mim, ninguém liga pra saber como eu tô, se estou bem o elo acabou.
Meu único motivo de está aqui ainda nesse mundo é a Laura é por ela que eu ainda insisto em viver.
Talvez só ela que me ame e por ela continuo aqui.

Senhor,
lembrei-me de momentos dolorosos,
por amizades e também por amor.
Quando eu achava que tudo havia acabado pra mim,
Tu aparecias, e mesmo sem estar visível, eu via
como era presente a Tua presença.


Tua mão, Teu toque, são tão reais,
e Tua voz, tão audível.
Com a mão, me seguraste,
e com a voz, me acalentaste, dizendo:
“Filha, Eu estou aqui, e vou te ajudar.”


Mas admito, a dor era tão grande que eu mal Te escutava.
Minha alma gritava,
e mesmo com meu corpo querendo reagir,
Tu me seguraste.


Mais uma vez, Tua mão me amparou
e me impediu daquilo que só o Senhor sabe.
Tu me enxergaste no meu pior momento
e ainda assim me amas.
Não tem como não questionar o porquê
simplesmente: por quê?
“Por quê?” - dizes: “Ah, se tu soubesses como te vejo…”


Queria ver-me como Tu me vês,
porque tudo o que eu vejo é escória.
Mas Tu, me tratas como uma pedra preciosa.


Por isso, sei
não importa o quanto eu entregue minha vida a Ti
nunca serei merecedora de tamanho amor
de tanto cuidado
e de Ti nunca serei merecedora, meu Deus.


E no fim, Tu entregas a mim
o Teu amor e a Tua confiança.
Como podes ser tão bom
tão bom assim pra mim?


Por: Gabrielle Torok

Do que adianta ter tudo,
se sem ti eu não sei viver.
Meu Deus, o Senhor é tudo,
Tudoo que preciso ter para viver.

Se me conheceu uma semana atrás,
deixe-me apresentar de novo.

Eu mudo.
Eu cresço.
Eu renasço.

Aquilo que eu pensava ontem já não me define hoje.
Sentimentos antigos deram lugar
ao novo que Deus tem revelado em mim.

Vivo em reforma constante,
porque em Deus nada permanece estagnado:
paredes caem, áreas escondidas são iluminadas,
raízes antigas são arrancadas
e uma versão mais verdadeira de mim
vai ganhando forma.

E eu sigo
não sou a sabedoria,
mas estou em busca dela.
Não sou perfeita,
mas me esforço para melhorar meu caráter a cada dia.

O que é bom permanece,
o que é ruim eu mudo,
transformo,
abandono
e renasço.

E agradeço a Deus por cada mudança,
porque pior seria ficar igual
quando há tanto em mim
pra ser aperfeiçoado.

“Eu não bebo para esquecer quem sou, mas para lembrar que ainda preciso encontrar um jeito de viver sem fugir da minha dor.”

“Eu não busco na bebida a solução, mas sei que preciso encontrar coragem para enfrentar minha verdade.”

Eu passei toda a minha vida com medo.
Medo do que podia acontecer... e podia ou não acontecer.
Eu passei 50 anos assim.
Ficava acordado até três horas da manhã.
Mas quer saber?
Desde o meu diagnóstico, eu consigo dormir bem.
Eu percebi que esse medo era o pior de tudo.
O medo é o inimigo real.
Então levanta.
Vá pro mundo real.
E bata naquele desgraçado o mais forte que puder, bem nos dentes dele.

(Walter White)

Aqui


No pé da serra eu construí o meu barraco
Fugi da correria,
Da selva
De concreto e cimento armado,
De valores forjados,
Onde animais indomados se corroem,
Se autodestroem
E morrem aos poucos.


No pé da serra eu vou viver em harmonia
Vou ver brotar a luz do dia,
Sem cortina de fumaça,
Sem medo de arruaça,
Sem essa de internacionalizar.


Aqui o viver é bem melhor,
Os animais se respeitam,
Não respeitam horários
Nem têm regras para seguir.


Aqui tem cheiro de mato,
Flor no regato,
Tem lírio e colibri.
Aqui tem vida, sim.
A língua falada é o viver,
Viver melhor,
Viver melhor.


Aqui não tem televisão,
Nem globalização,
Morte no asfalto,
Mãos para o alto,
“Isso é um assalto”,
Dá-me o teu dinheiro e a tua roupa,
És um prisioneiro nessa vida louca,
Na selva,
De concreto e cimento armado,
De valores forjados,
Vive condenado a vegetar.


Marcos Decliê

⁠Um a um, eu tive que deixá-los, e eles foram.
Como puderam ser tão bons nisso?
Eu me senti quase imperceptível muitas vezes, quantas dualidades.
Haviam castelos caindo em ruínas quase sempre
Castelos em ruínas, são o preço, em troca de continuar sendo livre

⁠Eu me perdôo
Por só ter sido uma doce, e pobre criança
Crescendo longe dos doces e chocolates e tentando segurar ao máximo todos os melhores que encontrava pelo caminho.
Apenas isso.

Eu agarrei com tanta força aqueles doces
Era tudo a primeira vez, as primeiras fantasias
Agarrando com muita força o meu passado, ao máximo, tão quanto fosse necessário para achar que eu tinha tudo por um instante.

Eu me perdôo por isso
"VOCÊ SÓ VIVE UMA VEZ, APROVEITE SUA VIDA", é a frase que o acaso (um brincalhão, como sempre) me trás enquanto estou me perdendo nestas linhas.

Eu estou ME PERDOANDO. Em algum momento seria preciso, sinto que chega a hora finalmente.
Preciso, enfim, mais que nunca e como sempre, desprender e deixar permanecer apenas o que deve ir comigo..

2025


Agora, eu sinto que tudo que eu sempre desejei conquistar já está no meu gatilho. Não preciso mais correr, e sim andar.
Mas o quê?? Como assim andar? Quem sempre correu, não sabe caminhar. É tipo para quem costuma andar, voltar a engatinhar. Não posso! Eu vou perder! Perder o que?

⁠És o centro gravitacional do meu mundo, a razão pela qual os meses passam e eu sigo com esperança de tocá-la novamente, ainda que respeitosamente, a menos que me peça para ser mais...


Peço-lhe que não apague a fusão nuclear que vive em seu peito por mim. Aguardarei como Plutão: mesmo distante, esperançoso por qualquer resquício de seu calor e brilho, para ainda ser considerado planeta — e eu, o seu amor.

⁠As coisas "ruins" que acontecem na nossas vidas é um ensinamento para um novo eu...
Tente sempre tirar algo de bom em momentos ruins, mesmo que seja difícil de ver algo bom naquele momento ruim, pois são as coisas ruins e o tempo que vão te ajudar a ser uma pessoa melhor.

⁠Eu Nunca. Vi um Campeão Comer Qualquer Coisa.

Quer eu escreva ou desenhe...
Pois escrita são fonemas
O dito é parte da prosa...
Bem como os dizeres são expostos o desenho causa indignação...
Ou...
É uma expressão de irá e ironia
Num fato fatídico a irônica resenha.
No fardo ser rejeito ou expurgo.
Diante das letras a desatino.
A soberba falácia torna se ato de arte...
O artísta é um ator deu uma história dramática.

Eu já comi o pão que o diabo amassou.
Mas agora vou ser o dono da padaria.

Eu odeio sua boca, odeio seu sorriso, odeio seu olhar seduzente, odeio seu jeito, odeio sua risada, odeio suas piadas, odeio a sua voz, odeio seu perfume, odeio seu estilo que te torna único. Eu odeio quando me faz ciumes, ou seja, quase sempre, odeio quando me provoca me deixando mais brava, odeio suas músicas e odeio mais ainda quando você as canta, odeio o gingado do seu corpo extremamente sexy, odeio quando você morde seus lábios me deixando com vontade de beija-los, odeio quando você me faz rir com qualquer piada boba , odeio seus pensamentos safados. Odeio seu cabelo, principalmente quando você o joga de um modo que eu não resisto, odeio a melanina do seu corpo fazendo sua cor ser imensamente quente. Eu odeio quando você me faz de boba. Já te falei muitas vezes que queria te matar, que queria que você me deixasse em paz, e odeio quando você ri toda vez que ameaço bater você. E a coisa que eu mais odeio é não ser capaz de te odiar!

NÃO QUERO SER FÓSSIL VIVO
Eu me sento à beira do mar quando o sol ainda é promessa de luz. As ondas
vêm e vão sem perguntar se hoje me sinto disposto ou cansado, sem
perguntar se meu cabelo já é quase todo branco. Elas apenas chegam com a
mesma certeza de quem sabe seu lugar no mundo. Eu respiro fundo, e esse
ar gasto em todas as estações da vida me lembra de que, aos 80 anos, ainda
posso, sim, surfar a próxima onda.
E, nessas reflexões, me lembro também do dia em que comecei a pensar em
hormônios não como uma força do passado, mas como aliados do presente.
Certa manhã, enquanto fazia alongamentos, reparei que meu corpo reagia
diferente: as articulações falavam, a pele parecia pedir mais cuidado e, de
repente, descobri que o cortisol não precisava ser meu inimigo. Foi como
descobrir um velho amigo guardado em caixas de memórias, esperando para
me ajudar a encarar cada amanhecer com vigor. A cada dose de testosterona
que tomo, sinto não só o vigor físico, mas um frescor quase infantil de quem
redescobre o sabor de correr no parque, de sentir o vento bater no rosto. E
por que não correr? Meus ossos podem chiar, minhas costas podem
reclamar, mas meu coração ainda quer bater forte quando vejo o horizonte
se acender de laranja. Quero ver o sol despontar atrás das nuvens e também
contemplar a escuridão sem hora para acabar, porque a noite me lembra de
que há beleza nos mistérios, na imensidão da lua refletida na água escura.
Se alguém me chama de “velho”, não me ofendo: sou antigo como o oceano,
mas não sou “fóssil vivo”.
Aliás, já desenterrei esse termo do meu vocabulário — prefiro
“testemunha ativa”. Porque testemunhar, para mim, é participar: é pedalar,
é jogar basquetebol que amo e sempre amarei, é nadar, é jogar bola com os
netos que me vencem em agilidade, mas não me vencem em vontade de
viver.
Há dias em que a dor sussurra mais alto. A cada passada no asfalto ou a cada
curva do caminho, meu corpo lembra que o tempo deixou suas marcas. Mas
a dor, se bem entendida, não é sentença; é lembrete de que ainda estou
aqui, pulsando. Mesmo sentindo cada vértebra reclamar, descubro que
posso transformar essa dor em impulso para seguir adiante. É como se ela
fosse o vento que empurra minhas velas: incômoda, sim, mas necessária
para manter o barco em movimento.
Meus amigos dizem: “Quando a gente chegar à terceira idade, vêm a poeira
e a apatia”. Eu só sorrio e respondo com os olhos brilhando: “Terceira idade?
Estou criando turbinas” porque, no fundo, estarei sempre aqui.