Poesias sobre Você

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Construir uma fortuna com integridade exige a paciência de plantar árvores cujos frutos você talvez só veja alimentando as próximas gerações.

Nobreza não é sobre o sobrenome que você carrega, mas sobre o caráter que você sustenta quando ninguém está assistindo.

O maior teste da nobreza é o que você faz quando a mentira é lucrativa e a verdade exige sacrifício.

O dinheiro que você guarda compra conforto; o capital que você arrisca compra a história. De qual lado você joga?

Se o seu plano de riqueza termina no dia em que você morre, você não está construindo um império, está apenas administrando um estoque.

Você não constrói um império de séculos buscando a aprovação das multidões, mas antecipando as necessidades delas antes que percebam que as têm.

A melhor resposta para a maldade alheia é o sucesso estrondoso; deixe que o tempo eleve você a um patamar onde ninguém consiga chegar perto de tanta grandeza.

Não revide os golpes de quem quis te parar: deixe a vida mostrar o seu valor enquanto você cresce tanto que o seu sucesso silencia qualquer crítica.

O peso que você está carregando ao lidar com pessoas de caráter tão distorcido é imenso, mas lembre-se de que a maldade alheia é apenas um reflexo de quem tenta praticá-la, nunca de quem sofre a tentativa de golpe.

Você foge de quem te oferece paz porque o seu coração infelizmente aprendeu a confundir o barulho da agressão com a intensidade do amor.

É triste ver você implorar migalhas de atenção para quem te rasga por dentro, enquanto afasta com frieza a única pessoa que se importa em juntar os seus cacos.

O carinho genuíno causa estranheza a quem só conhece o chicote; por isso, você troca o abraço que acolhe pelo punho fechado que te esmaga.

Quem te ama de verdade aceita o peso dos seus dias difíceis, mas você prefere ficar na fila de quem te ignora, colecionando desculpas para justificar as bofetadas que recebe.

Você rejeita a luz de um tratamento digno e escolhe a escuridão dos calabouços emocionais, como se precisasse da humilhação diária para se sentir viva.

Você se ajoelha diante de quem te usa como capacho e cospe no prato de quem te oferece um banquete de respeito e consideração.

Você veste as correntes que te prendem a quem te diminui e rejeita a chave da liberdade que alguém tenta te entregar com tanto carinho.

O carinho limpo assusta quem só sabe respirar a fumaça da humilhação; por isso, você corre de volta para o incêndio que te consome todos os dias.

Você se acostumou tanto a ser o alvo que, quando alguém te trata com decência, você acha que é armadilha e prefere voltar para o chicote de quem te usa.

É doloroso assistir: você corre para o fogo cruzado de quem te fere e fecha a porta na cara de quem faria de tudo para te ver em paz.

Você prefere a companhia de quem te diminui na primeira oportunidade do que suportar a responsabilidade de ser amada de verdade por quem te quer bem.