Poesias sobre o Frio

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Quando o mundo parecer vazio e frio, lembre-se: o silêncio também pode florescer. Basta permitir que o Espírito Santo sopre esperança e gratidão dentro do coração. Então, tudo volta a viver.

Eu sabia que tinha um corpo porque ele cansava. Porque ocupava uma cadeira, porque sentia frio. Mas raramente porque eu o via.

O frio mostrava mais rigidez naquele momento, cobertores e chocolate quente tornavam - se necessidades básicas, graças a ineficácia das meias e casacos. "Admiro sua força. Sinceramente é uma das coisas que mais admiro em você." Lançou o rapaz, entre os dois primeiros atos do filme que assistiam. "Eu amo seus elogios simplesmente aleatórios." Sorridente, disse a moça. Aquele abraço cumpriu todas as metas que o chocolate ou o cobertor não conseguiam, pondo fim em dois corpos frios e criando duas almas quentes.

Acordar cedo e saber que o primeiro desafio é tomar banho no frio já é uma forma de superar a si mesmo.

Quando se aprende que pessoas são como as estações… Um dia quente noutro frio, um dia Sol noutro chuvoso. Assim primavera, verão, outono e por fim Inverno… se aprende que por mais frio, um dia ela também já floriu…

O frio que desce pela minha garganta esmaga meu coração. Estou com tanta raiva do mundo. A violência atrás dos meus olhos está vívida e quente. Aqui no meu coração, acesso pela chama fria, acumula ódio para muitas vidas… Estou com tanto ódio do mundo.

Quando o frio do afeto de alguém é constante, deixo o agasalho de lado e fico perto da lareira de quem quer me aquecer.

⁠Dias cor de cinza e chuvosos,tempo frio e ruas em silêncio,o único som que ecoa é da brisa do vento,sublime paz me parece!

Lá fora está frio e chuvoso e as ruas se encharcam de silêncio. As gotas escorrem nas janelas como se fossem lágrimas antigas que o céu já não consegue conter.

No deserto, o conforto virou dor, eo silêncio me acusava sem piedade. O frio do esquecimento quase apagou meu nome… Até que ouvi a voz do Pastor chamando por mim.

A obra-prima interior não se realiza no berço do conforto, ela é esculpida a frio e martelada na aspereza da rocha.

A maturidade é o cálculo frio onde se troca a febre vã de ter a última palavra pelo alívio profundo de ter sossego, a serenidade é a moeda de troca que aniquila o valor de qualquer argumento.

Recuse o frio e pálido destino de ser mera nota de rodapé na saga de outrem, rasgue a coadjuvância e tome o palco central, pois este é o seu próprio livro, e o protagonismo é um direito de nascença.

Eu caminhei sozinho por ruas estreitas, sentindo o frio e a umidade sob o halo da lâmpada, buscando fugir dos sonhos inquietos

Quando chego ao limite, finjo que não sinto o frio. O corpo anestesia, a alma não, esta última é outro animal. Ela late na escuridão, pede por pão e silêncio, e eu aprendo a oferecer o pouco que tenho: o meu tempo.

​Minha mente é um calabouço, frio, escuro e esquecido. Aqui dentro, o tempo é relativo, um nó entre o passado e o presente. Tudo é confuso, há mais perguntas que respostas. Não sei quanto tempo faz, nem se a liberdade é uma promessa real. Enquanto o fim não vem, vou aceitando esse estado de sobrevivência.

A melancolia é uma visita que chega sem avisar e senta-se à mesa para tomar um café frio conosco, o segredo não é tentar expulsá-la aos chutes, mas ouvi-la com atenção, pois ela sempre traz notícias de partes de nós que esquecemos de cuidar no meio da correria.

​Por trás de cada olhar frio ou de cada silêncio absoluto, existe uma batalha invisível que o mundo não viu acontecer.

Em um mundo frio onde corações viraram moeda de troca e o amor foi reduzido a transações, escolher a solidão não é desistir: é se salvar. Fique solteiro. Ser dono de si mesmo é o único luxo que ninguém pode comprar

Dói tanto quando me olham sem me enxergar. Seus olhos varrem minha alma como vento frio, deixando-a exposta, nua, sem eco. Um joelho ralado sangra rápido, cura com band-aid e tempo; mas um coração partido? Esse fere devagar, sangra em silêncio, eternamente. Cada olhar vazio é uma faca cega, rasgando o que resta de mim. Prefiro a dor física, palpável, à essa ausência cruel que me apaga. Por que ver o corpo e ignorar a essência que implora ser notada?