Poesias sobre o Chamado de Deus
A depressão, chamada “doença do século”, é um inverno interno que se instala sem aviso, abafando cores e silenciando risos. Vem como neblina devagar, transformando rotinas em paisagens distantes e tornando o simples esforço de respirar um ato de coragem. Lutar contra esse mal é caminhar por trilhas escuras com a esperança como lanterna: às vezes vacila, mas não se apaga. Há dias em que o avanço é quase imperceptível; outros, o retrocesso dói como fim de tarde chuvoso. Ainda assim, resistir importa. Buscar ajuda profissional, aceitar apoio, dizer as palavras que tremem na garganta são pétalas lançadas contra o vento do isolamento. A cura não é linha reta: é mosaico de pequenos sinais — uma conversa que acolhe, um remédio que estabiliza, um gesto que repõe calor humano.Escutar sem julgar, ofertar presença e derreter o estigma. Não deixe que o silêncio seja refúgio permanente. Cada tentativa é resignificação, cada mão estendida, promessa de amanhecer. A depressão é real e dura; com empatia, cuidado e persistência, é possível reencontrar a luz.
Saudade de um amor antigo, não é somente uma lembrança boa, mas sim um lembrete de que não soubemos valorizar alguém muito, muito especial. Que a saudade não seja um castigo...
Às vezes, a vida exige de nós um tipo de confiança que nos faz questionar se estamos prontos. Mas Deus nunca pede mais do que podemos suportar. Se Ele nos conduz, Ele também nos fortalece. A fé verdadeira não se apaga quando as dificuldades chegam, ela se fortalece. No fundo, é esse o segredo: confiar. Confiar que, por mais turvo que o caminho pareça, Deus sabe exatamente onde nos quer.
A bússola gira e não aponta; o vento traz memórias que se despedem como barcos. No centro de um lago imaginário, a flor de lótus abre feridas de luz e guarda perguntas antigas. Um espelho quebrado espalha reflexos que insistem em voltar para casa, cada estilhaço um mapa de escolhas não feitas. Chove sobre o mar — água da chuva no mar — e as gotas se dissolvem numa conversa com o horizonte: lembranças que se perdem para se tornarem sal. Sete de copas dança nas mãos de um jogador sem rosto, oferecendo espelhos, sombras, promessas de estrada. A ampulheta de açúcar pinga lentamente, cada grão doce um minuto fugindo para a língua do tempo. Nada é coerente; e por isso tudo existe, coerente na sua falta de explicação. Aqui o sentido se esconde nas pequenas falhas: no estalo de um reflexo, no sabor de um minuto, no sopro que desloca a bússola. O acaso organiza-se em silêncio, e a flor fecha-se como se guardasse um segredo que só se conta quando ninguém mais acredita em mapas. Ainda assim, tudo tem o real sentido de ser.
Diante de problemas, a nossa mente tende a paralisar devido, as incertezas e ao medo que algo novo nós tras. A partir daí, não se desespere. Sabemos que manter a calma é difícil. Então, respire inspirando e exalando lentamente e profundamente. Esta técnica tende a trazer a mente para o momento presente. Gerando assim, mais clareza mental e serenidade para raciocinar, com o intuito de encontrar a melhor saída. Lembrando que tudo passa e que para todos os problemas existe uma solução.
Somos a lembrança de alguém, as histórias contadas, as fotografias tiradas e os pertences empoeirados em um baú, nós somos aquilo que deixamos e os sentimentos que causamos nas pessoas que passam pela nossa vida. Somos morada de alguém e as vezes apenas uma ponte em que necessitam ultrapassar ou transitar. Lugares como esses, me remetem ao passado, as histórias findadas ali e eternizadas nas paredes, em cada cômodo e móvel ali deixado ou esquecido propositalmente à degradação do tempo. Me faz pensar e imaginar tudo aquilo que foi visto, ouvido e sentido por entre essas janelas, além de todas as pessoas que passaram por aquelas portas (...)Alguns dirão: "É apenas uma casa velha!" Enquanto eu digo: "É uma parte da história.".
"Quantas vezes ainda vou amanhecer? Não sei. Já vi o sol nascer milhares de vezes sem contar nenhuma delas. Hoje penso que talvez o tempo não passe; talvez ele fique parado, silencioso, esperando que nós passemos por ele. E enquanto passamos, colecionamos amanheceres que um dia se tornam lembranças."
O insensato mata a alma com as suas próprias armas. Suas palavras são como balas ricocheteadas que atingem o seu coração.
O ser patético sempre se apresenta com uma alegoria para chamar a atenção. Enquanto o brilho do ser sublime reluz da sua própria essência
Amor, amar e ser amado. No amor surge o amar à alguém que se torna amado. O amar só existe se há amor por um amado. Mas nem sempre o amado sente amor e sabe amar.
No fim das contas, o seu nome tem mais serventia para os outros do que para você mesmo. Embora seja algo profundamente pessoal, inicialmente você não o escolheu, sequer você tinha essa capacidade, foi uma palavra dada por quem sequer tinha noção do que aquele ser viria a se tornar, nem você tinha. O seu nome é uma cicatriz, uma das primeiras. Uma palavra cujo significado, se é que existe algum relacionado a alguma outra coisa ou alguém, jamais representará quem você realmente é. O nome carimba a abstração de uma pessoa no mundo. Enquanto estivermos em sociedade, inclusive em sua lápide, um nome estará relacionado a você. O nome pode não ser aquele do seu nascimento, pode ser um apelido, que aliás pode ser mais sensato, já que pelo menos normalmente é uma tentativa, ainda que rasa e por terceiros, de representar algo visto posteriormente.
Você estava lá para decidir a caçada…Ninguém se importa se você ficou sem almoçar… muito menos se contava com aquele momento para descansar e passou batido. O que realmente importa é que você falhou no tempo de pegar a presa. Aos olhos de quem não estava lá, era algo simples. Mas você viveu aquela caçada… você esteve com os leões e as hienas. E, mesmo assim, os urubus te chamaram de burro por entregar carne fresca no lugar de carniça.
"O mundo conta com a sua colaboração; ajuda-te, viva de um trabalho honesto, não se omita em se esforçar, a tua contribuição, pode ser um pingo d'água no oceano, mesmo assim é infinitivamente importante"
"Não conseguimos plantar a semente hoje e colher o fruto amanhã. Há o período de maturação. O mesmo ocorre com os nossos projetos. Investimos tempo, dinheiro, esforço pessoal, para colher o resultado no tempo próprio. Mas não é isto que às pessoas pensam. Ficam aflitos."
O homem é a mais bela das tragédias; fábrica de poesia e horror; o único ser capaz de escrever sobre o amor, e ainda assim erguer campos de extermínio.
"Os intempéries da vida; pode nos levar a pontos extremos. O dinheiro acaba, nasce um filho com problema físico ou mental, perde um trabalho que você tanto gosta e é perto de sua casa, (em cidade grande as pessoas passam por uma via-crucis) todos os dias, morte de familiar, filho na droga e tantos outros. Portanto, se você não está passando por nenhum destes problemas agradeça a Deus"
"Devemos aproveitar a vida familiar, porque se o dia MAL, ainda não chegou, ele está a caminho pra todos. É a perda de um antequerido; a falta de dinheiro, a despedida do trabalho, a falência, parente nas drogas (prisão), entre outros. Não podemos avaliar o grau de sofrimento; mas podemos nos preparar para enfrenta-los. Tudo que fazemos na terra, fica registrado no céu"
"A doença mais perigosa para os jovens é a NOITADA (companhia dos perdidos na noite), sem perceber, está se aproximando do precipício, onde não há retorno"
"Seja caprichoso com tudo que você faz e faça tudo que deve ser feito. Quem faz bem às coisas fácies estará se habilitando para fazer coisas difíceis"
"Quem faz OUVIDO de mercador (finge que não escuta), é porque não gosta de receber vídeos e mensagens, por isso, é melhor evitar compartilhar"
