Poesias sobre o Chamado de Deus
Colecionador de intensos sentimentos
Colecionador buscando amor em todos os momentos
Colecionador coleciona a dor de arrependimentos.
Domingo é o primeiro dia da semana
Sábado é o dia do Senhor
Mas é sexta-feira:
o dia nacional da perdição.
O homem trabalha e as mulheres também
Esquecem a porta de casa
Mas lembram-se do bar
Enchem a cara a noite toda,
até o dia raiar.
Esquecendo dos filhos, esquecendo de tudo
É sexta-feira, dia da alma se lavar
Muitos morrem a caminho de casa
E outros em quatro de motel
Quando dão por si, já estão no beleu.
Aí sim!
Que é o fim
Pra quem gritou!!!!
Hoje é sexta-feira!!!
Sextou !!!!
O Asilo.
Cheguei no Abrigo do Salvador
A muitos atrás, me deparei com uma sena
Que nunca mais esqueci
Encontrei um velho amigo
E logo o reconheci.
O chamei seu Firmario e ele me confessou
Trabalhei tanto por meus filhos
Olha onde eles me jogou.
Fico só nesse lugar, e nem vista
Recebo, a noite quando me deito
Só me resta o medo.
Eu quando criança, conheci esse senhor,
Era velho autônomo na profissão de encanador.
Era pai de duas filhas e um rapaz
Uma esposa excelente, disso eu
Nunca esqueci, mas ao vê-lo no asilo
Meu coração se intristeceu,
O que seus filhos lhe fizeram
Foi uma grade ingratidão.
Nem todos os sonhos
são para ser vividos.
Tudo fase a vida
Um dia, ganhamos.
Em outros perdemos.
É como um jogo
Uns ganham outros perdem
A vida é fluxo de momentos.
Viva acreditando que tudo
Tem seu tempo!
Pensei que me amava.
Pensei que era recíproco.
Todo sentimento que sinto por você.
Não tem sentido
Você não me ama😢
Não dá mesma forma que te amo.
Você não fala mais comigo!
Como antes, deve estar com outro alguém.
Eu não fico sem você 😢
Shirlei Miriam de Souza.
“São borboletas que voam humildemente ao vento com sabedoria e esperança”
Toinha Vicentina
(1911-1998)
Flor do Umbuzeiro
Quando o umbuzeiro começa a florir, a alegria começa a brotar em nosso coração.
Na flor do umbuzeiro vejo a natureza e a esperança, o trabalho do homem do campo e a luta por seu sustento. O seu sacrifício e o seu lamento.
Que o Sagrado Coração de Jesus sejam a luz e a proteção dos agricultores em todos os momentos de suas vidas.
Toinha Vicentina (1911-1998)
MEU LAR.
Em nosso barraco não entra rato,
Barata fica de fora, aqui não entra.
Tem enxada e veneno taco, se me dá na venta logo carpo o lixo
e arranco todo mato.
A água da chuva no meu barraco
Desce pela viga de concreto do viaduto.
Com luva e pano seco essa toxina no buraco deixo enxuto.
Antes que diga que uso na faxina indiscreto
essa água suja como produto.
Aqui no barraco, nosso fogão é a lenha,
O banho é coletivo.
Para sua reflexão, se contenha!
Estranho, não somos sua resenha, nem seu adjetivo.
Antes de dormir agradecemos ao criador.
Tememos a Deus nosso medianeiro.
Para reassumir carecemos de dinheiro,
não dos teus préstimos de avaliador.
Cê tu tem casa, nós temos um lar.
Tem teto e luz elétrica fluorescente,
temos o céu estelar.
poeticamente ainda que por um triz
vivemos a métrica dessa
vida, feliz e decente.
GENTIL
Gentil são seus passos
Que caminham firmes sem manchar a terra
Habilidosos são seus braços
Braços gentis que enfrentam guerra
Gentil é seu andar
Que serpenteia suavemente
Suavidade sem par
Na tua oralidade eloqüente
Defeitos que fazem parte
Partes que compõe teu corpo
Cada parte importante
Que faz belo o seu sopro.
Gentil
Gentil é seu respirar
Que desasfixia minha vida
Vidas para procriar
Nas nossas diferenças vencidas
A geração gospel exige um evangelho que os acaricie, que não os magoe e que se renda a sua sensibilidade.
Esse evangelho existe, mas não é o de CRISTO
Não tenha pressa
Quem colocou você no deserto vai te tirar de lá, não procure sair, não se desespere, não tenha pressa, confie. Os olhos estão vendo fome, sede e desgaste. A fé está vendo intimidade, disciplina, comunhão, santificação e maturidade
Não combatemos pessoas, combatemos o mal nelas.
É possível fazer isso sem ser necessário dizimar crenças, raças, culturas, civilizações e a liberdade de quem pensa o contrário.
CONTROLE POPULACIONAL SEM CONTROLE ("Mato-me como o recém-nato que não chora, sabendo o destino que o espera; pequeno, enrugado e nu." — Heitor Nunes)
O idoso enrugado não é zumbi, mas como se não bastasse talvez "vire jacaré" de casca grossa, toda vacinação, quando não é para criança, é para os velhos enrugados. Seria um teste de baixo custo sentimental. Não se ama o asqueroso! Ou quem ama um rato de laboratório? RUGAS NÃO É DOENÇA, QUANDO A CRIANÇA CRESCE, DESAPARECEM E NOS VELHOS, NÃO TÊM CURA. Todos os filmes e livros sobre Zumbis ensinam-lhes a matá-los, porque constituem-se um perigo para a população normal. A violência e o assassinato louvados em nome da preservação da vida dos nobres: que contradição! Logo estarão matando os idosos "desobedientes", senão à paulada, mas também de contaminação com vírus fortalecidos. Redução populacional errada, os idosos não procriam mais. Ou talvez as crianças tornem-se adultos estéreis. Mas, ainda, graças a Deus, nasce mais do que morre. Perderam o controle pretendido. CiFA
O teu silêncio me transmitia...
Segredos do fundo do íntimo,
E o seu expressar eram os olhos.
Os olhos que gritavam com agonia e raiva
O que a boca mantia no sigilo
Com o dom de suportar,
O corpo terrivelmente sofria
Mesmo com voz,
Mas não se ouvia
No interior só podia gritar
Uma vida acorrentada,
Uma consciência perturbada,
Pedindo socorro
E sem sono para dormir as madrugadas.
Mas quem ajudará está alma indigente?
Ou quem quebrará as suas correntes?
A voz que nunca se ouviu
Uma voz linda
Que está no silêncio escondida
Uma boca que nunca beijou nem riu.
Histórias de vida que o trauma aprisiona
Ai...
Deixa-me ouvir a tua história escravo da existência.
Olhos lindos que a poeira estragou,
Futuro que a guerra matou,
É deprimente o teu semblante
E sei que o teu testemunho é frustrante.
Mas liberta-te e conta aos quatro vento.
Chora, canta, ou escreve,
Mas sai desta prisão que é o Silêncio.
Não seja na vida um para raio, que só entra em sintonia com a descarga elétrica, em dias de tempestade.
ACHO que á cura do covid 19 estará nas próximas eleições... 2022 acaba essa PALHAÇADA... briga de gigantes... onde esses gigantes esmagam a população durante essa batalha... os últimos assaltos dessa luta, serão em 2022... até o ar que era de graça, está caro... o povo morrendo por falta de oxigênio... pulmões contaminados por um vírus chamado ganância... com o codinome de covid 19... propagado pela ignorância humana... alimentado pelo abuso de poder... à vida torna-se irrelevante... o povo nunca foi tão escravo do funcionalismo público e/ou do sistema financeiro e burocrático... todos aguardando duas vacinas... uma chamada competência e a outra honestidade... enquanto não chega, aguardamos em DEUS um milagre... enquanto esse sistema político MUNDIAL abusa de nossa paciência, de nossa inteligência e, acima de tudo, de nossa FÉ... tirando-nos toda chance de prosperidade!!
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(Cris)
As vezes é necessário distanciar-se de algumas pessoas,
Se elas se importam, elas vão perceber.
Se não, você irá saber o que fazer
Apenas Pensemos menos e vamos agir mais!
O mundo precisa de ter coragem para tomar A Decisão!
Paremos de pensar! Ajamos!
Paremos de pensar! Sejamos!
Paremos de falar! Vivamos!
Paremos de pedir! Doemos!
Paremos de orar! Sintamos!
Paremos de querer sermos bons... Manifestemos o bem!
Sejamos o bem!
William Marques de Oliveira
Texto inspirado na música Sozinho de Caetano Veloso
"Às vezes no silêncio da noite", a gente chora, a gente ri, agradece, ora, pensa, repensa…
"Às vezes no silêncio da noite", a gente pensa em desistir. Mas depois de tanta luta, não dá pra largar tudo e dá adeus aos sonhos.
"Às vezes no silêncio da noite…", a gente se decepciona. Lembra das amizades antigas, das novas amizades, das que deram certo, das que nem chegaram a ser amizade… das que pensamos ser amizade.
"Às vezes no silêncio da noite", a gente reconhece os erros. Relembra os acertos e rir de si mesmo pelas mancadas, dos micos que pagou…
"Às vezes no silêncio da noite", conversamos sozinhos: "tá vendo? Eu te falei… Você já disse isso para si mesmo? Eu já.
Ah! Às vezes o silêncio da noite é solitário, frio, melancólico, triste.
Todos temos o nosso momento de silêncio. Basta parar um pouco.
Quer saber? Parece triste. Mas no decorrer de um dia cansado, entre o deitar e o momento em que o sono chega, fique em silêncio. Fale com você mesmo. Fale com Deus. Ore. Agradeça. Peça. Seja forte. Faça o simples, mas o faça com vontade. E quando acordar, bem, aí é com você. Seja feliz. Boa noite.
A VIDA SUPLICA A MORTE... (" QUEM VAI, LEVA O NORTE; QUEM FICA, SUPLICA. DOR... NÃO ME CONFORTE." — Oscar de Jesus Klemz)
Não é mais quarentena, é distanciamento social, buraco negro na vida de qualquer um. As mudanças realmente são necessárias, mesmo que sejam politicagem; é claro que vou aproveitá-las e dirigir minha vida com estratégia e uma certa modéstia para não provocar situações complicadas, mais do que já está. Para quem esperou até agora, mais alguns dias não vai atrapalhar em nada uma vida protegida. Só devo ter cuidado para não cair próximo da linha de chegada. O rigor é excessivo, tratando-se de medidas preventivas, para pouco resultado. Devo ter disciplina sim, mas não vou deixar que o receio de sair de minha casa e ser punido cerceie oportunidades interessantes no âmbito social, pois o caos também tem uma lógica. Muito trabalho por fazer, nada realizado, na internet não se faz tudo!, todavia não vou me deixar afligir, conforta-me Vicente Jolvino: "Se as coisas não estão tão boas, talvez seja porque a vida suplica por um pouco mais de reflexão." Os anjos me socorrerão com soluções inovadoras, foi assim toda vida. Que venham os meus demônios ajudar meus anjos. E assim o mal vem para o bem. CiFA
