Poesias sobre Jardim

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⁠Obrigada!
Obrigada por andar de mãos dadas comigo,
mesmo que por uma vez.
Obrigada por dar todo afeto,
mesmo que por um único momento.
Nunca recebi algo assim de alguém,
talvez porque nunca havia permitido.
Obrigada por me fazer permitir isso,
uma pena que foram por alguns instantes,
Porém instantes que sempre serão lembrados!
Obrigada por me fazer sentir única e especial.

Inserida por AnnaClaraCCJ

⁠O amor é para os fortes e corajosos,
É para aqueles que não sentem medo em demonstrar suas vulnerabilidades.
Para os que buscam e acreditam.
Que são intensos!
Amor é sinônimo de dedicação, escolha e reciprocidade!

Inserida por AnnaClaraCCJ

"Preciso da sua presença
sem ela me falta o ar
um desejo inexplicável
aqui dentro de mim".

Inserida por venusbabi

As vezes me pergunto, quantas borboletas mais terei que ter em meu estômago, para que saibas que sou o seu jardim e adoro quando encontra a abrigo em mim.

Cristão, se de repente você começar a acreditar que o que aprendeu ser pecado talvez não seja, que o que antes parecia um mal agora parece um bem, que o impuro se apresenta como algo puro e atraente, e começar a questionar se os conselhos de Deus realmente fazem sentido ou até duvidar das intenções por trás deles, cuidado! A serpente entrou no jardim da sua fé e está sussurrando ao seu ouvido...

Desculpa, mas nossa vida é marcada por estações. Há momentos que o verão predomina, vem o calor, os ventos bons, mas há momentos que o inverno chega e traz a tempestade e parece destruir o nosso jardim.

⁠Você tem o direito de ser o que quiser; você tem o direito de ser quem quiser; você tem o direito de ser feliz da forma que quiser! Assim, a serpente enganou Eva. Gênesis 3.4-5.

O amor é um sentimento inefável que transborda da raiz e desabrocha como uma rosa sua essência. Assim, olhamos para a vida como um jardim que semeamos no tempo divino dado e estabelecido para todos. Compreender os desígnios de Deus e amar em qualquer circunstância é nosso aprendizado. Seguir semeando é nosso dever e evoluir no amor é nossa missão.

⁠Existem dois tipos de homens: os que dão flores à mulher e os que a fazem florescer como se fosse um jardim.

O novo Cristo declarou: nasci sem pele. Um dia sonhei que estava nu num jardim e que cuidadosa e completamente me tiravam a pele como a um fruto. Não ficou nem um resto de pele no meu corpo. Foi toda mas toda retirada com cuidado e só depois me disseram para andar, viver e correr. A princípio movimentei-me devagar, o jardim era tremendamente macio e eu sentia de uma forma precisa o jardim- doçura, não na superfície do corpo, mas atravessando- me o ar doce e os perfumes, como agulhas penetrando todos os meus poros em sangue. Todos os poros estavam abertos e respiravam calor, doçura e cheiros. O corpo totalmente invadido, penetrado, reagindo, a mais pequena célula e poros vivos respirando e tremendo com prazer. Gritei de dor. Corri. E ao correr o vento chicoteava-me e as vozes das pessoas eram chicotes dirigidos a mim. Ser tocado! Acaso sabem vocês o que é ser tocado por um ser humano?

Anaïs Nin
NIN, A., A Casa do Incesto, Assírio e Alvim, 1993

Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto todas verdadeiras.

A vida é o meu palco de risadas constantes,
De um brilho natural que estreia a cada instante,
No meu espetáculo chamado “sentidos”.

POETANDO
O poeta é um amante eternamente insatisfeito. Entre a paz do doce lar e as incertezas das noitadas, prefere se esgotar nos braços das madrugadas, beijando estrelas, acariciando a lua, deitando e rolando nas praias, perseguindo estradas, pulando cercas, usurpando alcovas de cetim, invadindo cabarés, escolhendo trilhas, adentrando Casas da Luz Vermelha, galgando montanhas, repetindo mergulhos abissais em busca das sereias, adentrando bosques ansiando fadas, esgotando bares...
(Juares de Marcos Jardim)

Outono da minha vida

Adentrando ao outono da minha vida,
Um paradoxal inverno quente me anima.
E a primavera, florida, faceira e sorridente
Reflete a esperança de um dezembro caloroso,
Com o verão pulsando caloroso em minhas veias.

Com certeza um natal muito feliz
Entre familiares e amigos.
Um “adeus ano velho” ruidoso
Com prazerosos brindes, fortes abraços,
Estalados beijos e furtivas lágrimas.

Mais um Ano Novo repleto de promessas.
Que aventuras viverei em janeiro?
Viagens, estradas, novas paragens.
Fevereiro de olhares, sorrisos e afagos.
Conquistas merecidas, achados fortuitos,
Quiçá novos amores, explosivas paixões,
Prazeres incontáveis, noitadas inesquecíveis.

Assim a vida se renova, até a hora da partida.
Março trará corações dilacerados,
Almas partidas, bilhetes rasgados,
Pulseiras, anéis e colares jogados.
Roupas rotas, tênis gastos,
Revistas dobradas, livros esquecidos.
Enfim, páginas viradas, vidas passando.

Os passos antes largos, agora lentos,
Os olhos lassos, as nuvens altas,
Prolongados suspiros, ais, sussurros.
O tempo escoando entre dedos e frestas,
As ondas do mar lavando lamentos,
Na areia desenhando imagens funestas...
(J.M. Jardim, setembro/2013)

Jardim sem fim
Tem um Fusca no meu jardim
Adornado de lindas flores
Rodeado de jasmim.

No meu jardim tem um Fusca
Palco de pássaros cantores
Um espetáculo sem fim.

Amanheço sempre assim
Agradecendo meus amores,
É o Paraíso, enfim...
(Juares de Marcos Jardim)

Outono - Noite fria - Madrugada sombria
Brilha a Lua de Outono, noite quase fria, madrugada sombria, assombros da planetária pandemia, que nos atingiu ao romper do dia, quando o povo ainda amanhecia. Implacável, cruel, tornou-se fiel companhia àqueles que com alguma doença incurável convivia, ao infortunado que com baixa imunidade sobrevivia, na esperança que de alguma forma a cura viria. Insone, eu prometia que resistiria, que escreveria e aos quatro ventos postaria, que amplamente compartilharia meus temores, presa fácil da sutil armadilha, da oceânica quinquilharia, da orbital pancadaria. Uma morte inglória assim, é tudo o que eu não pretenderia... Jamais sonhei que assim quedaria, inerte, sem a esperança de um novo e abençoado dia.
(Juares Sasso Jardim / Sacy Pererê do Grande ABC - Santo André / São Paulo - SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)

Bob Marley disse: "Prefiro perder a guerra para ganhar a paz."
Mas eu prefiro guerrilhar pela paz.

A gente anda com uma certeza fugaz
De que somos tudo o que queremos da vida,
Sem saber se somos pelo menos parte
Do que a vida queria de nós.

Inserida por Jardimpoesia

Hoje vivemos em um conto de fadas mais real...
Onde os monstros são mais reais do que na
Imaginação de quando eu era criança,
Estão no menino que nunca tivera inocência,
Roubada ainda no ventre da sua mãe,
No jovem que barganha a própria vida por um
frívolo prazer,
Na mãe que chora por não saciar a fome do
filho que chora,
Dos filhos, abandonados pelos pais, abandonados
Pelo mundo, que já não sabem mais chorar...

Inserida por Jardimpoesia

Apetite
Meu paladar é poliglota
Meu apetite voraz.
Minha digestão é agiota
Minha disposição fugaz...

Quando a fome me agita
A comida satisfaz...
- É hora da sobremesa! Alguém grita,
Eu arrepio, a satisfação é fugaz.

Depois um suco de limão
Sem nada de açúcar
Pra facilitar a digestão.
E um suspiro pra arrematar.

É hora do café coar
Lentamente saborear.
Breve caminhada, é saudável
Antes de relaxar.

Por fim no sofá deitar
Suspirar, suave respirar
Ao sono se entregar
Que gostoso, agora é só roncar.
(Juares de Marcos Jardim)

Inserida por Superjujar