Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
O desaforo que, quase sempre, por orgulho, recusamos levar pra casa, na maioria das vezes, seria bem mais leve do que o novo fardo que acabamos levando em seu lugar.
Precisamos dar à nossa família, pelo menos, o mesmo tratamento que dispensamos às pessoas com as quais não temos laços consanguíneos.
Não tem jeito de enxergar qualquer animal como fonte de alimento. Eu, pelo menos, não consigo. E sou muito feliz por isso.
Pouco importa se a vida é dura, os sonhos são muitos e o tempo é pouco. Depois da curva, há um rio.
Temos sempre que cultivar a serenidade, a fé e a doçura. Dessa forma, nenhum limão que, vez ou outra, a vida nos oferece, será desperdiçado.
Perdoe-me por, muitas vezes, confundir persistência com teimosia. Não é por ignorância ou insanidade; é questão de sobrevivência.
Em nossos relacionamentos, toda sequência de ação e reação desrespeitosa precisa ser interrompida, no menor espaço de tempo possível.
“Ouvi, certa vez, e jamais me esqueci: quando um amigo, do nada, se distancia da gente, quase sempre, é para nos poupar de algum problema que o esteja afligindo.”
Não devemos nunca magoar a quem quer que seja; principalmente as pessoas que nos são mais caras. Quando elas se forem para sempre, são dessas atitudes que mais nos lembraremos ao longo da vida.
Os padres dizem para “buscar Deus todos os dias”. Porém, quem realmente encontra Ele, não precisa mais ficar buscando todos os dias.
Seja aquele que semeia olhando só para a frente, enquanto deixa para trás as flores como testemunhas de que não foi apenas mais um a passar.
Eu não tenho nenhuma dúvida de que tenho a mais absoluta certeza de que sou alguém cheio de dúvidas.
Abrace-me doce noite, sussurre seus segredos através da suave brisa, me envolva com a escuridão e cante os seus silêncios para que eu me desprenda do meu corpo e, conduzido por suas mãos, suba no palco dos sonhos.
Nos devaneios que planam sobre as correntes de ar da ilusão, me vejo olhando para o infinito, riscando os céus com as pontas das minhas asas.
Embora as autodescobertas sejam motivos para celebração, elas geralmente são brindadas com lágrimas.
Retirar-se para o paraíso em busca do nirvana só se justifica quando há o retorno para o mundo caótico, assim como o passeio das abelhas pelos jardins só tem sentido quando elas voltam às colmeias e nutrem as suas larvas.
