Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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Evangelizar pessoalmente neste século é inútil, em um país de liberdade onde todos têm acesso ao conhecimento com facilidade, a evangelização nas ruas do Brasil se torna uma prática vã e retrógrada.

Anaïs Nin, nascida no início do século passado, afirmou com a lucidez de quem desafiou sua época: “É errado a mulher aguardar que lhe construam o mundo almejado; compete-lhe criá-lo por conta própria”.

A tradição reformada calvinista surgiu no século XVI com João Calvino, mas seus fundamentos soteriológicos derivam diretamente da teologia tardia de Agostinho de Hipona, bispo católico romano norte-africano e ex-maniqueu. Na Patrística anterior a ele, a predestinação era predominantemente compreendida sob a ótica da presciência divina — conforme ensinam os Arminianos clássicos e Wesleyanos —, e não a partir da eleição soberana incondicional desenvolvida por Agostinho e posteriormente herdada pelo calvinismo.

Pelos novos avanços da atual física quântica do século XXI, a ciência acadêmica está cada vez mais próxima dos conceitos da ciência espirita mas sem o sectarismo religioso. Por uma nova e abrangente compreensão do ser integral, combinações estão cada vez mais próximas entre o espirito, o períspirito, o corpo físico neural e o energético mental.

Entre os maiores artistas plásticos brasileiros com renome internacional do modernismo do século XX, está sem duvida alguma o artista Roberto Burle Marx, paisagista, pintor, gravador, muralista, ceramista, desenhista, designer de jóias, moda e objetos, escultor e cantor. Seu reconhecimento mundial no mundo da arte, o diferencia de outros grandes artistas brasileiros, pelo conjunto da obra, como é da mesma forma com artistas espanhóis internacionais, muitos consagrados, pela versatilidade das técnicas, tais como Picasso e Salvador Dali.

No passado, digo no século XX, existia toda uma sismologia, loteamento e organização padrão de obras de arte para os tradicionais leiloes nacionais e internacionais. No intuito de serem iniciados com obras de menores valores e sendo acompanhadas de obras de valores médios e deixavam as melhores obras e mais importantes com valores quase milionários para perto do fim, do pregão. Desta forma dava um ritmo próprio de oferta e lances entre obras oferecidas como oportunidades e valores. No entanto hoje não é mais assim, aboliram está organização por que o loteamento, não é feito mais pelo organizador e sim pelo sistema computacional, que mesmo com a IA, não tem a capacidade de qualificar a importância das obras.

No mundo atual contemporâneo, dentro do pensamento acadêmico do século XXI, os novos investigadores buscam encontrar respostas distantes do pensamento linear tradicional e em grande parte pelo uso da Noética, que envolve as novas investigações científicas e filosóficas por experiências subjetivas, pela sabedoria ancestral interior, pela consciência coletiva e a interação entre a mente, o psique e o mundo físico, como um todo, freqüentemente explorando todo o potencial de perguntas e respostas para a melhor compreensão entre o humano e a espiritualidade.

O que as novas gerações em pleno século XXI, ainda não entenderam direito, por conta até do sistema sociopolítico que informa errado, é que a verdadeira liberdade cobra uma maior responsabilidade perante as escolhas. De certa forma a maioria dos jovens de hoje, vivem sem existirem, sem optar dignamente pela maturidade e autoridade devendo assim ficarem subtendentes e compostos só aos seus grupos.

A maior prisão do século XXI é a estabilidade de um bom salário. Quem quer ser lenda precisa aprender a ser dono da infraestrutura.

Mudo de século, mudo de corpo, mudo de estrada. Mas nunca mudo de rumo. Se o destino não nos permitir nesta vida, te encontrarei na próxima. Até logo, meu grande amor. O universo que nos separou hoje terá que nos aguentar juntos amanhã.

"Engana-se quem pensa que o mal do século é a ansiedade. A ansiedade é apenas o fruto. A raiz é o amor ao dinheiro: uns sofrem por não tê-lo, outros por nunca se satisfazerem com o que possuem."

"No século XVIII, o Brasil foi apelidado de 'quinto dos infernos' devido à alta cobrança de impostos. Qual apelido daríamos hoje?"

A maior fortuna do século XXI pertence a quem desenvolve soluções capazes de gerar abundância para quem mais necessita.

“O maior ruído do século não vem das máquinas, mas da incapacidade humana de permanecer em silêncio.”

A maior inovação jurídica do século XXI talvez seja reconhecer que o futuro também possui interesses juridicamente relevantes.

A solidão do século XXI não é a ausência de pessoas; é a ausência de pertencimento em meio à abundância de presenças.

A atenção é o primeiro território econômico do século digital e, talvez, o último território psicológico que o Direito ainda precise aprender a proteger.

O problema jurídico do século digital talvez não seja a ausência de informação, mas a presença de uma informação tão personalizada que o indivíduo deixe de perceber o mundo fora dela.

O século XXI sofisticou a mentira: já não precisa ocultar os fatos, basta inundá-los de versões até que a verdade pareça apenas mais uma opinião.

como o Direito pode compreender e regular as transformações humanas e tecnológicas do século XXI?