Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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Amo Chocolate,
chocolate libera a serotonina
uma dose, o mau humor rebate,
liberando o hormônio da felicidade,do prazer.
Gosto de chocolate desde menina,
por que sempre vem acompanhado de amor.
Chocolate quente, rebate o frio,
acalenta o coração e a alma.
Chocolate tem gosto de beijo roubado
que derrete na boca e se vai,
com gosto de quero mais!!!

⁠MEDICINA E MULHER
A medicina nos mostra que o coração
É o músculo fundamental do corpo humano,
E a mulher faz emprego dele, em mesmo plano,
Tendo em vista o desenrolar de uma paixão.
Se tal órgão tende a cessar a pulsação,
A medicina anima. . . salvo algum engano.
A mulher encoraja. . . dando ao desengano,
Leve e perspicaz toque de conformação.
A mulher acomoda — a medicina ensina;
A mulher faz uso adequado da doutrina,
E a medicina a usa com intrepidez.
E dessa dupla, que ao nosso ser disciplina,
Finalmente concluímos que a medicina
É como a mulher — Nunca sim. . . sempre talvez!

Sou do tipo falastrão, pois não gosto de mentiras, falsidade ou de gente que se apega na ilusão...

Às vezes peco pela sinceridade, coleciono alguns inimigos, pessoas que não gostam da verdade, a maioria se apresenta como gente manipuladora, que não se aguenta em pé diante de um fato, de uma realidade...

Não me escondo, pois a minha vida é como um livro aberto, exposto, em cada página registrada...

Brinco, me divirto e dou inúmeras risadas, sou feliz e adoro mostrar a minha história, a minha jornada, enfatizando que sou fiel e que não tenho medo de nada...

A vida é feita com etapas, já tive momentos tristes, com choro e lamentos, com pedras que já me foram atiradas, mas em contrapartida, recebi muito mais flores perfumadas...

Este é o desabafo de um menino que cresceu na estrada, que já brigou com o mundo, mas que nunca perdeu o rumo da jornada, pois Deus sempre esteve com ele, e estará por toda caminhada, pois a vida não termina, ela apenas segue para uma nova etapa...

Ela escreveu pensando nele
Ele não leu o poema
Triste, ela chorou
Ele nem viu sua lágrimas
Ela morreu de amor
Ele sequer levou flores

Inserida por mirian_azevedo

A folha

A natureza são duas.
Uma,
tal qual se sabe a si mesma.
Outra, a que vemos. Mas vemos?
Ou  a ilusão das coisas?

Quem sou eu para sentir
o leque de uma palmeira?
Quem sou, para ser senhor
de uma fechada, sagrada
arca de vidas autônomas?

A pretensão de ser homem
e não coisa ou caracol
esfacela-me em frente  folha
que cai, depois de viver
intensa, caladamente,
e por ordem do Prefeito
vai sumir na varredura
mas continua em outra folha
alheia a meu privilégio
de ser mais forte que as folhas.

Inserida por Mary-25Silver

Eu tenho um sonho.

Eu sonho com o dia em que a violência já não exista mais.
Assaltos nas esquinas, sequestros, estupros, homicídios que tiram a nossa paz,
Um tiro na favela, uma bala perdida, um corpo na viela,
e a criança que saía da escola já não existe mais,
existe apenas o eco do grito dos seus pais,
apenas o terror e o sofrimento dos seus pais.
Políticos corruptos,sem esclúpulos, imoralidades,
as comunidades já não dormem mais,
O Rio precisa de paz, é o Rio precisa de paz.

Está nfaltando respeito, e os direitos humanos, só defendem os marginais,
enquanto o trabalhador, vive o terror de um salário achatado, ônibus lotados,
e o fracaço da segurança pública nos deixa nas trevas a mercê de satanáz,
pivetes com canivetes, abusam das auridades porque não tem idade pra pegar cadeia,
se reunem em gang's na areia da praia zondo o plantão, fazendo arrastão.
Mostrando para o mundo a vergonha da nossa nação, a impunidade,
é. Eu falei, a impunidade. Eles contam com a impunidade.


I heave a dream

I dream of a day when violence no longer exists.
neighborhood robberies, kidnappings, rapes, homicides,
who take away our peace.
A shot in the favela, a stray bullet, a body in the street
and the child left school and no longer exists.
There is only the echo, the cry of your parents.
Only the terror and the suffering of their parents.
Corrupt, unscrupulous politicians, immoralities.
the communities no longer sleep.
Rio needs peace, Rio needs peace.

It is lacking respect,
and human rights defend only the marginal,
while the worker lives the terror of a flat salary,
crowded transportation and the failure of public safety,
which leaves us in darkness at the mercy of satan.
boys with pocketknives rely on impunity,
because he is not old enough to pick up jail,
meet in gang's on the beach sand making fun of the law
doing trawling.
And showing the world the shame of our nation.
Impunity, I said. Impunity.

Inserida por Aquino2014

Tempo Perdido

Ofusquem-me lágrimas, hoje não me importo de chorar,
Aqueçam as minhas pálpebras com o calor das tuas águas,
As mágoas de ocasiões passadas, trazem-me martírio e lamento.
Quanto tempo perdido, quantas frases sem nexo lançadas ao vento.

Ignorância. Tudo o que eu aprendi e fiz. Ignorância.
Para nada serve viver por viver, existir por existir,
Tive a chance de plantar flores, mas, abracei a inconstância,
Tive a chance de dançar na chuva, mas, o medo dos raios me fez desistir.

Ofusquem-me lágrimas, hoje faço questão de chorar,
Ceguem-me, tal qual uma fonte de águas quentes, sobre pedras a jorrar,
Não posso voltar ao passado, em busca das coisas que ficaram lá,
Coisas minhas, íntimas, secretas, que não quero compartilhar.

Inserida por Aquino2014

Não culpe o seu pai pelos seus fracassos. Talvez você tenha feito escolhas erradas. "Agora levante-se e tente de novo". Nunca peça socorro a quem não quer ver você vencendo.
Tente de novo, e de novo, e de novo...
Até a exaustão, porque vencedores...
não desistem.

Inserida por Aquino2014

"Amigo, é aquele que não leva em conta o que ouviu falar...
e te dá a chance de se explicar."

Inserida por Aquino2014

O que é
a culpa?

senão a mão que
não existe mais
aguilhoando
o mesmo cão

senão o olho desse cão
que não existe
abocanhando
a mesma mão

Inserida por Leticia-Camargo

Íntimos são os meus versos
Como são os de Augusto
Ele fala do universo , do lobo do homem
Mundo ....

Eu falo do desvendar ,
Teus desejos mais profundos
Desejos que são tão meus , quanto teus
Isso eu juro !

Íntimos como o perfume de tua peça mais intima
Como o desejo de beijar , asa tua boca tão linda
Não quero lhe assustar , com esses meus versos íntimos
Só quero lhe revelar o que na verdade eu sinto

Inserida por Bia-Domingues

⁠A Morte
Gavetas mortuária cheias.
Uma geração que daqui se foi.
Junta-se os ossos do passado,
coloca-os em sacos plásticos,
o nossos ancestrais, esquecidos.
Abrindo jazigo para os próximos,
que chegam o fim da vida.
É somente um buraco,
oque precisamos ao partir.
Nessa hora as novas gerações se olham,
se questionam, ficam assustados.
Por que enquanto o tempo passa,
a fila da vida segue, e a morte chega.
Sem avisar e sem pedir licença,
e sem ordem etária, sem motivo algum.
Sim a senhora morte e desorganizada, e ansiosa.
E anda faminta nesses últimos dias.
O cavalo descorado cavalga solto,
anunciando o apocalipse.
As pessoas seguem descrentes,
Quiçá cansadas e desanimadas.
Simplesmente seguem a trilha,
O rasto o caminho largo o mais fácil
Que leva ao mesmo lugar vazio
O nada, o fim!

Inserida por juliana_rossi

⁠Explosão de mim
Eu fico na penumbra de meu quarto,
em minha cama grande e fria.
Entre meus gatos, busco calor.
Distanciamento e divórcio
tudo ao mesmo tempo.
Fecho me em meu mundo,
vivendo de utopias e devaneios,
escrevendo poesias,
ouvindo Rock n’roll
viajando, nas letras e nos sons
á busca de almas poéticas
porque me sinto sozinha,
e vejo as pessoas tão vazias
perambulando com seus olhares perdidos
procurando se preencher,
enquanto eu, transbordo.

Inserida por juliana_rossi

Folhas

As folhas secas vão caindo
O rouxinol não canta mais
Tento correr para longe

Onde haja paz
O tempo que escorre
entre os dedos

Ainda é pouco a passar
Quero caminhar contra o vento
E a direção ele me mostrar

Meus passos na areia
não irei deixar
O caminho pra casa vou encontrar
Escrito em 28/09/2010

Inserida por ketlenCastro

Aceita o teu coração, porém, resguarda-o...

compreenda-o no silêncio de tua alma
acolha-o no recôndito dos mistérios
revela-o ao olhos desnudo de todo conceito;
preceitos sem razão de ser...

vasculhe todas as possibilidades de um gesto;
nem tudo que nos parece pedra o é
há nisso toda condição de ser o calço de nossos passos;

nem tudo que é doce é degustável
por vezes, os mais poderosos venenos são revestidos dos melhores perfumes e sabores...

cala-te no vigor do teu ser
seja-te vida no gestos que te renovam a cada manhã
renasça em si mesmo sem que precises nada dizer!

Inserida por katia_de_souza

ENLUTADO

Enlutado. Pela morte da memória, pela morte das lembranças que hoje sepulto sem saudades. A morte da tolice, a morte da maldade, a morte do engano e da vaidade, hoje sepulto o mistério, a magia, a idolatria, o feitiço, hoje sepulto a traição e a desonestidade. Sepultamento sem morte, sem dor, sem lágrima, sem sangue, mas com muita sinceridade. Sepulto o fracasso e o fracassado, sepulto a incapacidade, a tristeza a vergonha a imoralidade. Sepultamento sem túmulo, sem flores, no chão duro, no monturo, no chão seco sem qualquer vitalidade, sepulto no pântano, na lama fria e suja, no lugar mais desprezado. Para ser esquecido, desfragmentado, deletado, apagado. Hoje sepulto "O PASSADO".

Inserida por Aquino2014

⁠ÊXODO
Vou-me embora… vou-me embora…
Já cansei de ser semente.
Vou tentar buscar saída,
Vou partir contra a corrente.
Com roupagem de esperança
Visto meu corpo dormente,
Renuncio ao meu passado
E parto tão de repente,
Que nem mesmo a minha sombra
Há de ver-me pela frente.
Quero andar pelo infinito
Por caminho diferente;
Quero andar por uma estrada
Onde não possa ver gente,
Sem ter fim, sem ter começo,
Sem ter nada que me oriente,
Só sentindo em meus cabelos
Esta chuva persistente…
Esta chuva que ora cai
Sobre meu corpo indolente
Refrescando os pensamentos,
Ordenando minha mente,
Carregando na enxurrada
Toda a tristeza insistente
Que se apoderou de mim,
Que em mim se fez presente
Desde o momento em que a terra
Num soluço penitente,
Vacilou sob os meus pés
Tragando a emoção tão quente,
Tão pura, tão generosa,
Tão viva, tão eloquente,
Que bailava no meu peito,
No meu peito bem-querente…

Inserida por SaulMariano

⁠ESTÍMULO
Madrugada - - frígido espectro da manhã;
Esperança os teus olhos suprafixos têm;
Semifluídas lágrimas já se antevêem
Brilhando impuras sobre tua face louçã.
Incauta aguardas, numa ansiedade vã,
Que os loucos sonhos que tua mente entretém,
Qual lenitivo as paraciências contêm,
Possam sorrir-te e te trazer sorte sã.
Não te amofines! Ergue tua fronte e desperta!
Desencilha-te dessa vida-pó incerta;
O novo dia é hoje, é já, é agora!
Aspira aromas, cores, sons, a vida enfim!
Vive o presente -- Ama! — pois agindo assim,
Venturas ficam. . . e tudo o mais vai embora!

Inserida por SaulMariano

⁠ENTRE PEDRAS E ROSAS
Por que razão felicidade é tão difícil?
Por que viver se torna às vezes sacrifício
Para dois seres que se adoram, como nós?
Que culpa temos de gostar-nos tanto assim?
E vamos gritar, rogar, lutar até o fim,
Vencer a angústia que sufoca a nossa voz!
Que importa o tempo de distância em nossas vidas?
Que importa a sombra de um passado de feridas,
Se nossas almas são ligadas na paixão?!
Que importa o espaço que separa nossos sonhos?
Que importa o curso de caminhos tão tristonhos?
Nem tempo e espaço, um grande amor reduzirão!. . .
Você se oculta sob o medo do passado!
Você confunde o nosso estado com o pecado!. . .
Não se atormente com a censura que nos pune!
Não se impressione com o desprezo dos mais frios,
Dos que do sentimento puro estão vazios!
Importa mais é a chama ardente que nos une!
Que importa a prova que contenta a sociedade?
Que importa o culto onde se esconde a falsidade
De dar-se o sim, sem ter certeza de o lucrar?
Que importa o brilho da aliança sem direito?
Que importa a marca dos tabus, do preconceito?
Importa mais é que possamos sempre amar!
Vamos unir os corações num só desejo!
Vamos calar nossa paixão num longo beijo,
Fazer do mundo um colossal jardim em flor!
Vamos viver a nossa vida sem receios!
Sejamos dois amantes de alma e corpo cheios
De muita luz!. . . De muita paz!. . . De muito amor!...

Inserida por SaulMariano

⁠A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE CORRE!
Vesti meu terno de domingo singular;
Botei perfume de alfazema pra agradar;
Corei meu rosto de cobiça de encontrá-la;
Saí de casa com meu passo de esperança;
Cheguei bem cedo na pracinha sem tardança;
Sentei num banco do jardim para esperá-la;
"Tem que ser hoje! Vou dar fim ao meu anseio!"
Colhi três ramos de determinada flor;
Lembrei palavras pra dizer com muito amor;
Provi meu peito do frescor daquele instante;
Cantei poemas e canções por distração;
Contei estrelas no horizonte em oração;
Sorri pra lua, com prazer no meu semblante.
"É só esperar pra ser feliz! Verá! Verá!"
Traguei fumaça de cigarro como um louco;
Senti pontadas de suspeita pouco a pouco;
Cruzei as mãos, adivinhando a má verdade;
Baixei meus olhos carregados de certeza;
Desfiz meu peito com soluços de tristeza;
Deixei cair três ramos murchos de saudade.
"Ela não veio! Santo Deus. . . ela não veio!"
Sequei meu rosto amolecido pelo pejo;
Ergui meu vulto fatigado de desejo;
Rumei meus passos no retorno à solidão;
Despi meu corpo umedecido da garoa;
Deitei meus sonhos num colchão largado à toa;
Dormi com a dor do desengano, da ilusão.
"Ela virá! Sei que amanhã ela virá!. . ."

Inserida por SaulMariano