Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Toda crise é passageira e construtiva: ela traz consigo um prazo de validade, uma solução e uma lição que nos transforma.
Aprendi que amar é também permitir a liberdade. Aquilo que permanece, permanece por escolha — e isso é amor. Aquilo que parte, talvez nunca tenha sido verdadeiramente nosso.
Criado sem limites, cresce sem medida: torna-se alguém que não suporta o “não” e, para dizer “sim” a si mesmo, não hesita em ferir o outro.
Fazer o mal de propósito, como vingança, é um ato imaturo, egoísta e cruel — de quem só pensa na própria satisfação e é incapaz de amar de verdade.
... se conseguirem enxergar que as dificuldades da relação estão em fragilidades emocionais, na comunicação e no desgaste das circunstâncias que cada um carrega: não desistam! Tentem a terapia de casal, aproximem-se juntos da fé e religião, permitam o (auto)perdão e recomecem com tudo zerado: sem mágoas, sem peso do passado. Não se deixem perder. A vida é um "sopro" e podem se arrepender quando não houver mais caminho.
Eu preciso de você, você precisa de mim. Não desiste assim. Nessa vida é pra a gente ir junto até o fim.
Conselhos dados sem ouvir os dois lados podem alimentar injustiças. Relações exigem escuta, equilíbrio e maturidade para compreender ambas as versões.
Amigos em comum são pontes de equilíbrio em uma relação. Nos momentos difíceis, podem oferecer escuta, apoio e sensatez — seja para ajudar a permanecer, seja para compreender o momento de deixar partir.
Ter amigos em comum em uma relação é também construir uma rede de cuidado. São eles que, muitas vezes, ajudam a enxergar com equilíbrio os caminhos da despedida ou da permanência.
Às vezes a dor, o orgulho, o medo, o cansaço emocional ou dificuldades de comunicação ficam mais altos do que o amor por um período. Mas o amor, se verdadeiro, retoma o fôlego, anadurece e reaparece.
Desadoro o peso do que me disseram ser obrigatório e me permito ser atravessada pelos gestos, tocada e inspirada pelo afeto.
Nem tudo que dói é o fim. Às vezes, é a travessia necessária entre quem fomos e quem estamos nos tornando.
O propósito floresce em quem aprende a permanecer mesmo nos dias em que ainda não consegue enxergar sentido no caminho.
Somos constituídos na e pela diferença, pois é na relação com o outro, com a linguagem e com a cultura que construímos nossas identidades e subjetividades.
A educação é um processo intersubjetivo por meio do qual o sujeito se constitui na relação com o outro, atravessado pela linguagem, pela cultura e pelos discursos.
Repetir as mesmas escolhas pode prolongar o passado. Mas, quando quem escolhe já não é o mesmo, a escolha também se transforma. O que antes era repetição pode tornar-se reencontro consigo, coragem de mudar a direção e um novo começo para uma história que merece ser vivida com fé, ousadia, cumplicidade, amor e cuidado.
Ao repetir as mesmas escolhas, talvez tenhamos um longo passado pela frente. A menos que essas escolhas já não pertençam ao mesmo contexto, mas revelem o reencontro com nossos desejos, valores e propósito. Nesse caso, não se trata de repetir o passado, mas de escrever um novo capítulo da própria história.
"Perdoar, permitir e perseverar." A frase sussurrava ao meu ouvido enquanto eu caminhava por uma estrada vazia. Um sonho confuso... talvez apenas uma experiência onírica, talvez um diálogo silencioso entre a consciência e aquilo que ainda não consigo nomear.
