Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Não quero seu amor a primeira vista,
porque o parcelado em longos e bem
aproveitados meses é mais gostoso.
E mesmo sem fazer sentido, o amor tem sempre um sentido.
Pena que o do seu era na direção contrária do meu.
Amor é quando somos tempestade,
e encontramos no outro a brisa que precisamos, para navegar. Em paz.
O amor inerte deixa de ser amor verdadeiro.
Para ser amor verdadeiro é preciso movimento contínuo e crescente.
E todo o seu amor estava
estampado em seu rosto,
em seus gestos e nas palavras.
Mas ela nunca viu, nem ouviu.
Não importa a grandiosidade da sua fé,
enquanto o amor não for recíproco
não haverá cura para o que dói.
Sabedoria é o amor repetindo no acontecer dos dias...
e as palavras brilhando no silêncio de cada olhar.
Ironia é comer
o amor inteiro,
reclamar do tempero
e ainda deixar o coração
em cima da pia para o outro lavar.
Tem amor que é paixão
Tem amor que é terno
Tem amor que é hoje
Tem amor que é eterno
Tem amor que é primavera
em dias de inverno.
Talvez o amor pra ela é pouco,
vindo de tão longe de um poeta louco.
fez ela pensar um pouco... Talvez.
Foi amor à primeira
leitura...
Foi amor onde à letra
tortura...
Talvez a ultima primeira
loucura...
Textualizada por um poeta
cabeça dura.
Mente
mediúnica,
poeta louco,
poeta do alem.
Foi assim,
que descobri,
a poetisa do amor...
Minha (Lu)z de Belém.
Resposta ao amor:
Sou poeta louco.
Tenho lá meus defeitos,
mas em ti amor, sou direito.
Se em palavras te escrevo e falo,
nos meus atos te grito e não me calo.
Incoerente eu sei que sou,
pois por ti já sofri de dor
Mas existir sem ti, não posso.
Venha amor e faça de mim sua morada.
