Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Já andei por tanta estrada
Já venci tanta cilada
E no caminho fiz ser ouro a minha prata
No meu mundo não tem fadas
Mas a mão de Deus me alcança
Já chorei por tanta causa
Já sorri por tantas outras
E a mistura destes sentimentos tantos
Tanto riso, tanto pranto
Verso escrito no meu rosto
Misturei meu sangue em outro
Quando a dor fez alvoroço
Veio a calma da cantiga
Fiz plantio de outro verso
Desbravei outro universo
Aprendi ser trovador
Em cada porto e despedida dessa vida
Esqueci meu coração batendo lá
Aos poucos tranformei-me em tantos outros
Sou de cada povo um pouco
E hoje a terra inteira é o meu lugar
Quem me dera pudesse compreender
Os segredos e mistérios dessa vida
Esse arranjo de chegadas e partidas
Essa trama de pessoas que se encontram
Se entrelaçam
E misturadas ganham outra direção
Quem me dera pudesse responder
Quem sou eu nessa mistura tão bonita
Tantos outros, sou na vida um Zé da Silva
Sofro as dores de outros nomes
Rio os risos de outras graças
Trago em mim as falas dessa multidão
Quem me dera pudesse compreender
Não penses que a mentira me consola:
parte em silêncio, será bem melhor...
Se tudo terminou a tua esmola
meu sofrimento ainda fará maior...
Não te condeno nem te recrimino
ninguém tem culpa do que aconteceu...
Nem posso contrariar o meu destino
nem tu podias contrariar o teu!
Sofro, que importa? mas não te censuro,
o inevitável quando chega é assim,
-se esse amor não devia Ter futuro
foi bem melhor precipitar seu fim...
Não te condeno nem te recrimino
tinha que ser! Tudo passou, morreu!
Cada qual traz do berço seu destino
e esse afinal, bem doloroso, é o meu!
Estranho, é que a afeição quando se acabe
traga inútil consolo ao nosso fim
quando penso que ainda ontem, - quem o sabe?
tenha sentido algum amor por mim...
Não procures mentir. Compreendo tudo.
Tudo por si justificado está:
- não tens culpa se te amo... se me iludo,
se a vida para mim é que foi má...
Vês? Meus olhos chorando estão contentes!
Não fales nada. Vai! Ninguém te obriga
a dizeres aquilo que não sentes,
nem eu preciso disto minha amiga...
Parte. E que nunca sofrer alguém te faça
o que sofri com o teu ingênuo amor;
- pensa que tudo morre, tudo passa,
que hei de esquecer-te, seja como for...
Pensa que tudo foi uma tolice...
Só mais tarde, bem sei, - compreenderás
as palavras de dor que não te disse
e outras, de amor... que não direi jamais!
Crescer
Que o verso tem reverso
Que o direito tem avesso
Que o de graça tem seu preço
Que a vida tem contrários
E que o ódio é uma forma tão estranha de amar
Que o perto tem distâncias
Que esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o problema solução
Os anos passam...
As lembranças são eternas,
A saudade permanente
e nossos olhos em busca de
...cenas de tempos vividos.
Os anos passam...
Vivenciamos lições de vida,
aprendemos a vasculhar
em nossos guardados do coração
e a acariciar lindos momentos
que se foram para não mais voltar
Os anos passam...
Crescemos na alma,
mas sempre seremos
frágeis no amor
Os anos passam...
Muitos virão ou quem sabe...
nossa estada nesta vida seja curta
Nada sabemos do amanhã...
Os anos continuam
a desfilar na passarela do aprendizado
e nós protagonistas da vida, enfrentamos
os momentos que nos fazem infelizes
e nos deliciamos com os felizes!
Resumimos que a vida é
um grande baile em que
almas se encontram, se esbarram,
se unem e se separam...
Cada qual bailando nos conflitos,
nas esperanças e nas suavidades
de momentos de amor
De todos os anos que se foram,
concluo que viver...
É ser cada qual, em sua essência adquirida.
Com todas as adversidades,
com as lágrimas derramadas,
ainda assim,a alegria de viver
é o maior presente embrulhado
em papéis de brilhos de momentos...
(OlhosDe£in¢e)
Vive sempre em paz.
Uma consciência tranquila, que não traz remorsos de atos passados nem teme ações futuras, gera harmonia.
Nada de fora perturba um coração tranquilo, que pulsa ao compasso do dever retamente cumprido.
A paz merece todo o teu esforço para consegui-la.
"Se eu fosse viver de poesia, estava na sarjeta. Trabalho intelectual neste país é sinônimo de vagabundagem"
Manoel de Barros, poeta, advogado e fazendeiro, em 29/12/1991, em entrevista ao GLOBO
Eu não sei se alcançar a felicidade máxima…
…extasiar-se aí, e sentir que ela, apesar de superlativa, inda cresce, e reparar que inda pode crescer mais…
…isso é viver?
A felicidade é tão oposta à vida que, estando nela, a gente esquece que vive. Depois quando acaba, dure pouco, dure muito, fica apenas aquela impressão do segundo.
“Para entender nós temos dois caminhos: o da sensibilidade que é o entendimento do corpo; e o da inteligência que é o entendimento do espírito.
Eu escrevo com o corpo.
Poesia não é para compreender, mas para incorporar.
Entender é parede; procure ser árvore.”
Você não imagina o quanto a sua
amizade é importante para mim...
Obrigado por você existir!
Não importa se você é real ou virtual,
o importante é que você existe
para me dar o prazer da sua amizade.
Você me fez descobrir
que nada na vida
é mais importante
do que uma amizade
sincera e verdadeira...
É amigo,
mas ela anda longe,
perdida, num mundo lírico e confuso,
cheio de canções, aventura e magia...
I Parte: O Diário da Morte
Não é tão fácil como muitos pensam,carregar almas nas muitas das vezes é triste,enquando muitos me imploram pra viver,muitos me pedem aflitos para busca-los,isso quando eles não veem até mim.O suícidio não tem volta,muitas pessoas tem menia de querer morrer por que a vida está ruím,vocês humanos são mesmo idiotas,a vida pode mudar,a vida você pode deixa-la melhor,não é só por que sua vida está tudo dando errado que a morte é solução,não,não é,pois a morte é pior,é mais fria,é como se você estivesse em um mundo repleto de gelo e não tem ninguém que possa lhe aquece-lo,e lhe afirmo que muitas almas se arrependem de ter cometido o suícidio,pois não me permitem deixa-los voltar,é o meu trabalho,recolher as almas.
“Tudo aquilo que nos leva a coisa nenhuma e que você não pode vender no mercado como, por exemplo, o coração verde dos pássaros, serve para poesia”.
(Trecho extraído de “Matéria de Poesia” do livro em PDF: Meu quintal é maior que o mundo)
A paz é sinônima de calmaria,
A dor é a tradução da realidade,
A desigualdade é a tatuagem da humanidade,
Que indesbotavelmente o ser humano fixa na alma.
E o “amor é o que mais almejamos.”
Anfiguri
Aquilo que eu ouso
Não é o que quero
Eu quero o repouso
Do que não espero.
Não quero o que tenho
Pelo que custou
Não sei de onde venho
Sei para onde vou.
Homem, sou a fera
Poeta, sou um louco
Amante, sou pai.
Vida, quem me dera...
Amor, dura pouco...
Poesia, ai!...
Só conhecemos o tamanho da nossa força no dia da adversidade. É quando as lutas chegam e nos pressionam a levantar e ir avante.
Ser forte é privilégio de todos, mas sabedoria de Poucos... Lá dentro, no mais protegido, guardamos uma força sobre maneira intensa que, nas principais horas de nossa angústia ela salta para fora e nos livra de perdermos o sonho querido.
Não há dúvidas... os sonhos são tão essenciais... eles são os mecanismos que movem a nossa força. São eles que nos permitem voar e ultrapassar qualquer barreira... E mesmo que não possamos nunca ganhar... A nossa força sempre será ativada quando a tribulação chegar.
Está dentro de você a fé, que se é dado o nome de “força”... Ela é a própria fé de Deus, e se ela por si só já não bastasse o Todo Poderoso está ao seu lado sempre.
Nunca deixe de lutar. Não há empecilho, e nem força pequena... Há Um Deus que é real... e pode te ajudar a ultrapassar toda e qualquer luta... Basta você sonhar...
Fascínio
Admiro o teu olhar;
Gosto do teu cabelo;
Me perco com o teu cheiro;
Queimo dentro e fora do teu corpo;
Sinto você, quero você, amo você!
...conhecimento de Deus.
Pois para chegar a tal conhecimento exige-se uma longa e laborosa busca, o que é impossível para a maior parte dos homens, por três motivos.
Primeiramente, certas pessoas são afastadas desta busca por más disposições de seu próprio temperamento, que as desviam do saber. [...] Para outros o obstáculo é constituído pelos afazeres materias. [...] Para outros, enfim, o obstáculo é a preguiça.
Violeta
Sempre teu lábio severo
Me chama de borboleta!
-Se eu deixo as rosas do prado
É só por ti-violeta!
Tu es formosa e modesta,
As outras são tão vaidosas!
Embora vivas na sombra
Amo-te mais do que às rosas.
A borboleta travessa
Vive de sol e de flores...
-Eu quero o sol de teus olhos,
O néctar do teus amores!
Cativo de teu perfume
Não mais serei borboleta;
-Deixa eu dormir no teu seio,
Dá-me o teu mel -violeta!
Se você está com olhos bem abertos, experimente fechá-los...
Agora, abra-os somente para o lado de dentro. Chegou a hora de visitar por uns instantes seu mundo interior.
Passeie calmamente aí por dentro de você, detendo-se longamente às boas imagens que você tem guardadas.
Não há qualquer problema em visitar o seu arquivo, ou o seu velho baú, desde que seja para buscar inspiração no passado, alimentar e dar força ao presente. Atenha-se ao que de mais precioso você viveu.
Alguém especial vem se formando e se moldando pelo tempo e pela história desse tempo.
Você é feliz pelo sonho de criança que você vem cultivando dia após dia, ano após ano.
Se quiser abrir os olhos, abra-os bem e procure revelar a criança que ainda brilha em você, agradeça. A vida continua. Hoje vai ser mais um dia na construção da sua história.
Está no ar a criança que você sempre preservará dentro de si.
Coração aberto, sorriso pronto, abraço fácil, beijo sincero.
Na rua, no trabalho, em casa, todo mundo vai notar que está diante de alguém muito especial.
