Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
São os momentos que definem, como conduzir cada situação duradoura para nossa vida.
Mais ainda há quem prefere conviver apenas de momentos.
Abdicando da finalidade deles
Lembre-se
Há momento de rir e Chorar,
Falar e se calar,
Agir e se aquietar,
Parar e prosseguir.
Há momentos até de recuar durante uma guerra.
Mais, nao existe melhor momento do que poder desfrutar de cada escolha certa da nossa vida
Porque o momento em que pensamos, que deveriamos ter tentado e não o fizemos, esse sim, vamos carregar para sempre até o momento que a morte vem nos visitar.
Aqueles que sempre se acharam mais espertos do que eu, me ensinaram a ser quem eu sou.
E o tempo se encarregou de mostrar o quanto foi bom nao me achar que era melhor que ninguém.
O unico que parou o próprio coração, e deixou de respirar por 3 dias, nessa terra.
Amou incondicionalmente toda humanidade.
Resucitou, nos amando com a mesma intensidade e magnitude de quando foi morto por nos,
Numa cruz.
Orgulho,
Parando pra pensar bem,
Pode ser comparado à um canser,
Pois existe canser maligno e benigno.
Sentir orgulho de outra pessoa,
Isso é benigno,
Mais o orgulhoso,
Nem imagina que desenvolveu um canser para sua própria alma.
O nosso coração, provavelmente seja,
O mais real inimigo que temos,
Porque esse sim, consegue manipular e confundir nossa mente.
Nos incitando a fazer coisas, que temos certeza que não irá nos fazer bem.
Pois o coração e capaz de confundir a mente e a alma do homem.
Um homem de poucas palavras entende o poder que elas tem.
Pois aquele que se abdica de falar muito e observa sempre, terá conhecimento maior que os demais.
Na caminhada da vida, olhar para trás tem seus benefícios.
Pois lá na frente isso lhe ajudará a não cometer os mesmos erros.
Lembre se de olhar para trás com intuito de aprender,
Mais nunca, com intensão de voltar para lá.
Assim nos daremos a chanse de novas oportunidades.
Todo o reino animal de uma certa forma vive em sociedade igualitária, apenas banindo um ou outro para o melhor da comunidade que pertence, e quando este é abandonado é para outro animal predador desistir de atacar o grupo todo.
Somente nós humanos sacrificamos outros da nossa comunidade apenas por bel prazer, social ou emocional...
Existe somente duas hipóteses que vejo para deixarmos de ser hipócritas: quando perdermos o status de predador da Terra ou quando a Terra desistir de nós.
Não nos preparamos suficientemente, aproveitando todos os nossos potenciais e usando uma justa distribuição social, para uma eventual perda de status... (qts Einsteins morrem de fome ou não tem acesso a educação?) mas desejo que a primeira hipótese seja a mais provável... humanos + humanos. Significado da palavra humano: benevolente, benigno, benévolo, bom, bondoso, caridoso, caritativo, clemente, generoso, indulgente, misericordioso, patriarcal, piedoso.
A Cristo S. N. Crucificado estando o poeta na última hora de sua vida
Meu Deus, que estais pendente em um madeiro,
Em cuja lei protesto de viver,
Em cuja santa lei hei de morrer
Animoso, constante, firme, e inteiro.
Neste lance, por ser o derradeiro,
Pois vejo a minha vida anoitecer,
É, meu Jesus, a hora de se ver
A brandura de um Pai manso Cordeiro.
Mui grande é vosso amor, e meu delito,
Porém pode ter fim todo o pecar,
E não o vosso amor, que é infinito.
Esta razão me obriga a confiar,
Que por mais que pequei, neste conflito
Espero em vosso amor de me salvar.
Vou chover junto com essa chuva e derramar minha vontade do carinho seu,
rodar pelas ruas molhadas, enfrentar a estrada,
imaginando o beijo que a gente não deu.
E quem sabe eu chegue inteiro, sem a metade do meu coração, que é seu.
Busquei a chave perfeita
que não trancasse, mas
apenas protegesse tudo
que ficou atrás da porta.
Reuni o que era mais precioso,
emocionante e que te faz
muito bem.
Seu Tac tic
Como um relógio que permite ser servidor do tempo, mas não tem dominio de suas vontades, o tempo passou, e deixou para sempre, em cada tic tac um tac tic seu em mim, que não passa nunca.
Clic
(José Adriano de Medeiros)
Clic
Sob o véu da tarde, um espetáculo
Clic, clic
Olhos atentos, câmeras a capturar
Clic, clic, clic
Um pássaro solitário, a sobrevoar
Clic, clic, clic, clic
A lua, um disco de prata
Clic, clic, clic, clic, clic
E o Sol a desaluminar.
Clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic, clic
Todo dia a Casa Tremia
(José Adriano de Medeiros)
Todo dia a Casa Tremia,
Silêncio
Bummmm
Enquanto algumas pessoas só conhecem o sabor do lanche,
aqui nós não aguentamos mais o fel das explosões.
Bummmm
Bummmm
...
Choro
...
Soluço
Ainda bem que o nosso avião chegou
O poema "Todo dia a Casa Tremia" é uma obra que evoca fortes emoções e nos convida a refletir sobre temas como violência, sofrimento, esperança e a busca por um lugar seguro. Subjetivo a sua interpretação pode variar de acordo com a experiência e sensibilidade de cada leitor
No chão
(José Adriano de Medeiros)
No chão um jovem, um sufoco.
Fardas sem rostos.
Quatro em pé garantindo a segurança dos três, que sobre o pescoço, costas e pernas deixam bem claro,
que o mais seguro é permanecer
de braços cruzados ao fundo
O poema "No chão um jovem, um sufoco" é uma denúncia contundente da violência e da opressão. Através de uma imagem forte e concisa, é um convite a refletir sobre a nossa própria responsabilidade diante da injustiça e questionar nossas atitudes e a buscar formas de construir um mundo mais justo e igualitário.
Solo Seguro
(José Adriano de Medeiros)
Evitei dormir o voo todo
Queria ver coisas inteiras mesmo que de muito longe,
que de muito alto.
Lasso de tantas coisas destruídas,
um abraço há muitas mãos em solo seguro,
era tudo o que eu mais queria.
Ventos e chuvas
(José Adriano de Medeiros)
Quando os ventos trarão felicidade? Os que estão soprando só trazem a gélida tristeza, fim de pequenos amores caninos, que chocam ou a queda de muros que deviam sustentar e proteger, mãe, filhos e os espiritos santos. Que chuvas irrigarão e trarão prosperidadde? As que caem, alagam vidas com atrasos, perdas, enchem os lares de desesperanças e com toda sujeira advinda da velha politica. Ai se os ventos, soprassem responsabilidade, vergonha e altruismo, não precisava nem ser os mais fortes, uma brisinha branda e simples já bastaria.
PISCA
Até quando, o peso do tempo e a sorte serão os limitadores e os carrascos de meninas e mulheres, Até quando o respeito SÓ será reconhecido, após essa sorte e esse tempo, marcar com tantas angústias e lágrimas seus corpos, seus sonhos, suas almas. Pisca chora, Pisca apanha, Pisca quieta. PISCA GRITA, PISCA DENÚNCIA, PISCA É PROTEGIDA. Antes que o piscar cesse, PISCA E É FELIZ.
Homenagem à Lélia Gonzalez
Eu olhava como todas olhavam, eu sonhava como todas sonhavam, era o mesmo sol, a mesma chuva, tinha mãos, pés e não chegava a lugar algum. Meu sorriso era tão branco e lindo quanto todas as bocas juntas que falavam de canto, e cantavam minha cor. Eu olhava, sonhava e tudo que via, não podia passar além de ali, ali onde eu não podia ir, ali onde eu nunca iria chegar. Mas CHEGUEI, CHEGAMOS, e olhando, sonhando e sorrindo, mesmo com todas as dores e com os horrores, EU ESTOU AQUI!
Cratera Marginal
Das profundezas da grande e exausta cidade, retalhada pelo descaso, pelos maus tratos e pelos desvios de caminhos, a vergonha re-rompe-se a cada instante. Essa vergonha co-rompe e figura como os baldios terrenos, ruas, avenidas e estradas viscinais ou arteriais de uma pulsante e safenada metrópole.
Enquanto isso, paradas, desvios e rodopios são executados diariamente para escapar das rasteiras e dos tropicões que todos estão sujeitos, seja no início, meio, do trajeto ou no seu final. Um final que nunca cessa a paranóia de estar prestes a cair em uma nova ou qualquer outra velha cratera marginal.
