Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Entregue os seus pensamentos para a lua hoje; ela está linda e perfeitamente pronta para se conectar com você e banir toda negatividade que tenta impedir a sua evolução mental e espiritual.
08 de janeiro de 2019
Quem me dera ser como foi Homero
Que fora filósofo e poeta
Coração grande e sincero
D'alma pura e inquieta.
Soneto Poesia de Homero...
Quem me dera ser como foi Homero
Que fora filósofo e poeta
Coração grande e sincero
D'alma pura e inquieta
Assim também eu espero
Ser um Sacerdote Asceta
Quero tudo com esmero
Quero minh'alma em alerta
Junto ao santíssimo Clero
Mesmo nessa lida incerta
A coisa que eu mais quero
É poder morar em Creta
Assim um dia eu espero
Viver a vida mais reta.
Quando o erro se torna um vicio, sua prática compromete o futuro de todos.
Por isso é preciso colocar limites nos seus enganos.
Não pode ser humano aquilo que nasce da irracionalidade.
A vida é algo que se move em mim
A vida nasce, morre, torna nascer
É feito um ciclo sem fim
É um desejo, é um imenso prazer
É uma flor no jardim
É a razão do viver
É muito mais que um querer
É começo e o fim.
A vida é algo que se move em mim
A vida nasce, morre, torna nascer
É feito um ciclo sem fim
É um desejo, e um imenso prazer
É uma flor no jardim
É a razão do viver
É muito mais que um querer
É começo e o fim
São meus ouvidos que ouvem
Seus lábios dizendo sim
É como ouvir o Beethoven
Deitado no camarim
Que os belos anjos nos louvem
Com cânticos e bandolim.
Gosto de mulheres tímidas, que no
desenrolar do relacionamento, vá se
soltando, e tomando as rédeas da coisa.
Escrevi no meu caderno mais palavras que o tempo e nem me importo mais com o que o meu pai vai falar, mas continuo questionando existência de tudo, talvez nós estejamos em um submundo e o que seria o mundo se não um grande absurdo. Vou questionar até fazer sentido, mas não existe sentido para opinião, então vou continuar a escrever até que todos os brinquedos falem comigo, talvez então o abstrato faça mais sentido, mesmo não tendo explicação. Vou continuar a falar de coisas de outra dimensão, ouvir meu pai dizer que estou perdendo a razão, só para arquitetar e criar mais uma trip no meu multiverso de equação.
Já observou a lua hoje?
Vamos dar a volta ao mundo ou não meu amor?
Resende, 10 de Janeiro de 2019
São as borboletas nas flores que trazem consigo, no ar da manhã, a paz e a saudade
Com suas cores, encantam e iluminam a paisagem, de encontro ao olhar venenoso da cidade.
A vida não é só de rimas
É muito mais que versos
É uma história cheias de capítulos
Que um dia o Criador do Universo, à passará como um filme diante dos seus olhos.
Posso futuramente não ser conhecido pelos meus feitos
E até ser esquecido por todos.
E ninguém nunca ter ouvido falar da minha história.
Mas, antes ser esquecido pelos homens, do que nunca ser lembrado por Deus.
Ontem me disseram que eu estava ficando louco, mas quem me disse nem sabia o que significava multiverso e nem quem foi Stephen Hawking.
Ontem me disseram que duvidar da existência de Deus era um absurdo, mas quem me disse nunca leu às ideais de Richard Dawkins.
Ontem me disseram que eu tinha que voltar para religião, mas viajei no tempo, abandonei o medo da existência e da necessidade.
Eclipse lunar
Um fio de sol maduro no fim de uma tarde, entrega a dança da noite, com a sua Lua amada em bilhões de tons estrelados. E sua luz penetrante insinuam sombras que são consagradas, vaidade permanece no brilho do novo menino dourado. Amor forte, paixão sincera e a vida se declara, onde as bocas se calam com promessas e olhares. Acorda se dia.
O brilho do amor
Insiste em ser automático. Ascende se as luzes, mas prefere quando estão apagadas. Um romance a velas no meio da mata, encanta uma mulher apaixonada, sobre um efeito natural tinge suavemente seus corpos de pratas é fortalecem os laços com um pacto semi imortal. Não se pode morrer de amor, mas viver por ele até o final.
Meus pensamentos sempre me levam para o seu olhar e te descrever todas as noites é uma grande filosofia. As folhas do meu caderno já acabaram, mas o seu olhar ainda me motiva fortemente a escrever grandes dissertações sobre a existência humana, verdade, amor, multiverso, paixão, vida e amizade.
Resende, 11 de Janeiro de 2019.
E scolhi
N a vida o grande ofício e sacerdócio de servir
F azendo sempre o bem, sem mesmo olhar a quem, cuidando das almas
E nfermas ás vezes sem ter ninguém;
R ogo a Deus que me dê sempre força e
M uita saúde, para cuidar e ajudar a alguém, sobretudo,
A os mais humildes e carentes, a todo tipo de
G ente, que vive triste e doente,
E specialmente as pessoas
M ais pobres necessitadas, que vivem como indigentes.
Minha mente é um hospício, eu sou amante do conhecimento.
A sabedoria é o tempo; acabei pedindo o tempo em casamento; casei com o tempo, hoje vivemos viajando em dimensões, criando novas vidas, histórias, conquistando grandes realizações, mas acabei percebendo que o tempo era só um momento e foi assim que nos separamos.
Resende, 12 de janeiro de 2019
Alguém algum dia disse será que tem jeito pra esse sujeito.
Tanto falaram mal ao meu respeito
Alguns até usaram de preconceito
Tramaram contra mim, até mesmo quem dividia comigo o próprio leito.
Caído por um tempo fiquei.
Me levantei, me reenventei
Segui em frente, para o alto olhei.
Hoje com orgulho bato no peito,
"Tem sim, jeito pra esse sujeito!"
Um filósofo tem de ser julgado pelas afirmações básicas que constituem o fundamento da sua filosofia, não sobre opiniões de passagem (em geral orais e improvisadas) sobre assuntos laterais.
Os meus atacantes invertem isso porque NÃO SÃO CAPAZES DE LER A MINHA OBRA FILOSÓFICA, muito menos de tentar apreender a figura do conjunto.
Qualquer crítica a opiniões laterais emitidas por um filósofo ou escritor tem de ser ao menos respeitosa ao ponto de reconhecer que detalhes menores e de ocasião não desmerecem o conjunto de uma obra.
Estudando a obra do Otto Maria Carpeaux, descobri dezenas de opiniões erradas aqui e ali. Vocês conseguem me imaginar falando dele, por essa razão, com ares de desprezo superior?
Os que se metem a meus críticos são bárbaros, selvagens iletrados que ignoram até as regras mais óbvias da ética intelectual.
Somente o dono da dor sabe o quanto ela dói.
Aquilo que silenciosamente por dentro corrói.
Se não medicada, devidamente tratada um dia te destrói.
