Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

Cerca de 242511 frases e pensamentos: Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

Vem.
Não pra me tirar do escuro,
pra acender comigo.
Minha cama é simples,
mas tá limpa,
tem cheiro de saudade arrumada.
Se quiser vir,
eu te dou a cama.
Eu fico na rede.
Me contento em saber
que teu roncar tá perto.
Não precisa grito hoje.
Só tua paz.
Só teu sorriso de manhã
me dizendo "tô aqui".
Os lençóis eu já troquei.
A noite tá mansa.
Falta só você pra aconchegar nela.
Vem?
(Saul Beleza)

Às Eras da História Humana (Idade Antiga até hoje):
Após o surgimento da escrita (por volta de 4000–3500 a.C.), a história humana é dividida em:
• Pré-História: Período anterior à escrita (Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais).
• Idade Antiga: Da invenção da escrita até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.).
• Idade Média: De 476 d.C. até a queda de Constantinopla (1453) ou a chegada a América (1492).
• Idade Moderna: De 1492 até a Revolução Francesa (1789).
• Idade Contemporânea: De 1789 até os dias atuais.
. Em breve estaremos na idade das migalhas, vamos sobreviver das sobras do Governo, e o pior, vamos ser gratos por isso.

Expedito Lascado da silva

Entender é pra livro. Gostar é pra vida.
Você não precisa entender o rio Verdão pra tomar banho nele. Você só entra.
Eu só aprendi a te gostar, te entender eu nunca entendi.
Mas aceitei teu jeito de ser,
e foi assim que te amei até aqui.
(Saul Beleza)

Ninguém aprende na calmaria. A calmaria é só o prêmio.
Foi a turbulência que te ensinou a segurar o leme. Que te mostrou quem fica no barco quando balança.
Agora você sabe:
Na turbulência a gente descobre.
Na calmaria a gente segue.
E cada um com seu destino, mas o seu barco, continua a flutuar no Rio Verdão. Firme. Cortando água mansa, porque já aguentou água brava.
(Saul Beleza)

A Seu Gosto.
Você chegou, como chega a primavera, em um dia cheio de luz, me fez
feliz e me fez sentir criança de rir e brincar, me fez dançar, me fez ver
esperança nos raios do sol, me fez ver alegria no trabalho, pelo simples
desejo de estar on line contigo. Me fez enxergar muitas coisas que por
medo meu, estava turvo em meus olhos, e trouxe-me uma coisa gostosa:
Ser desejado e desejar-te.
(Saul Beieza)

Graças dou vida por te me trazido até aqui,
e graças darei se ela me levar mais adiante.
Não reclamo do caminho,
agradeço o chão.
Mesmo com espinho,
mesmo com portas fechada,
cheguei até aqui.
O canarinho não pergunta
quantos quilômetros voou,
só agradece o vento
que ainda sopra debaixo da asa.
Se a vida trouxer mais estrada,
vou com ela.
Se trouxer descanso,
fico também.
Gratidão de ida e de volta.
É assim que eu homem do interior
rezo sem precisar de igreja.
(Saul Beleza)

Eu só queria tocar seu rosto mais uma vez,
tocar com leveza,
como quem toca uma lembrança pra ver se ela ainda existe,
e sentir teu perfume,
aquele que ficou no travesseiro depois que você partiu,
e depois partir.
Partir eu, porque você já partiu há tanto tempo.
Partir sem barulho,
sem prometer volta,
sem deixar bilhete na geladeira.
Só o toque.
Só o perfume.
Só o último olhar antes de olvidar-te.
(Saul Beleza)

Na verdade estivemos juntos a última vez
e eu nem sabia.
Te beijei pela última vez,
com a pressa de quem vai voltar,
te abracei pela última vez,
com a força de quem fica,
te quis pela última vez
como se houvesse próxima vez.
Discutimos pela última vez,
por besteira, por ciúme, por medo,
e eu juro que discutiria de novo,
só pra ouvir tua voz mais um pouco.
Foi estranho.
Não teve trilha sonora,
não teve chuva na janela,
não teve aquele aviso que os filmes dão.
Só teve nós dois,
e um abraço que não sabia que era despedida.
Pela primeira vez,
foi a nossa última vez.
E eu ainda estou aqui,
tentando aprender
a te desabraçar.
(Saul Beleza)

"NADA É PARA SEMPRE, NEM MESMO O NOSSO SOFRIMENTO"
"A DOR PODE DURAR UMA NOITE, MAS A ALEGRIA VEM PELO AMANHÃ".Ademar de Borba

Entre A ou B, eu fico com a generosidade das crianças, a sensatez dos animais e a beleza das plantas. Porque, muitas vezes, a verdadeira sabedoria está na simplicidade da vida.
-Aldemi Escobar de Matos

Jogar Conversa Fora ( Ou? )

Gosto De Pôr Para Fora O Que Sinto Em Minha Vasta Alma, Através Das Palavras, Por Meio Das Letras ; Sem Me Importar Se Essas Palavras Jamais Serão Lidas Ou Comentadas, O Que Me Importa É O Prazer Desse Momento, É O Que Sinto Ao Escrevê-las, Isso Me Dá Pleno Prazer Alimentando Minha Alma Transbordando Meu CoraÇão..., As Coisas Que Escrevo São Apenas Meus Pensamentos Vestindo Bellas Palavras.

A Minha Boca Fala Do Que Está Cheio O Meu CoraÇão
!!!
( Ser Poeta É Falar Com A Alma )

Fragmentos de razão flutuam no éter,
Cleópatra dissolve-se em névoa atemporal,
Horfmann murmura em ecos sem bordas,
amor transborda nas fissuras da luz,luminescência frágil descortina o vazio,
ondas sem tempo ondulam sem rumo,
palavras dispersas rompem a forma,
silêncios entrelaçam o que não se vê,e no entrelaçar das sombras e brilhos,
a luz revela o mistério: o amor é a razão que transcende o tempo e habita o infinito.

Diálogo Visionário sobre o Calor Em clareira etérea.
Goya, Hades e Mansa Musa debatem o aquecimento global como profetas adiantados.
Goya: O ar ferve! Geleiras derretem, florestas viram cinzas – monstros do vapor devoram tudo. Como deter?
Hades: Minhas forjas rugem! Petróleo liberta fúrias térmicas, oceanos sobem, terra racha. Freiem o dragão fóssil!
Mansa Musa: Desertos devoram o verde, monções falham. Plantem árvores, usem sol e vento, ou o calor nos iguala no pó.
Unidos gritamos: despertai, ou o mundo se consome!

Tempo: Não o Traia
O tempo é rio selvagem e impiedoso corre sem parar, não volta, não perdoa erros. Desperdiçá-lo em bobagens vazias, telas viciantes que hipnotizam a mente, rancores estéreis que envenenam a alma, ou rotinas mecânicas é suicídio lento e cruel. A vida real, pulsante e autêntica, implora por você: dê-lhe seu melhor agora, antes que o instante se evapore! Priorize o essencial com ferocidade: abraços reais que aquecem o peito, sonhos ousados que desafiam o medo, risos livres compartilhados sem máscaras, momentos que ecoam no eterno. Cada segundo perdido é uma eternidade roubada para sempre, um pedaço de si mesmo lançado ao abismo. Viva com urgência feroz. Incendeie o instante e transforme o efêmero em legado imortal.

Flores, Espinhos e a Luz de Tutancâmon


A saúde mental floresce como lótus no Nilo antigo, mas carrega espinhos que ferem a alma. Tutancâmon, menino-faraó de ouro e maldições, viveu frágil e real ossos tortos, intrigas palacianas, provando que viver é melhor que sonhar; Sonhos são vapores, de névoa; a vida, com espinhos, corta fundo, mas liberta.
Liberdade não é palácio vazio, ecoando ausências. É escolher espinhos para colher flores: enfrentar ansiedade, restaurar a mente com coragem cotidiana. Neste Natal, sob luzes como estrelas do deserto, celebramos a vida palpável, dor e graça, onde esperança brota entre provações. Viver é erguer-se, livre e inteiro.
Cuide da mente como uma coroa, colha flores sem temer espinhos.

Já passei por tudo nesta vida, amigo.
A mente, um turbilhão atribulado, ecos de tormentas que não calam.
O corpo, marcado por cicatrizes profundas feridas que nascem na alma ferida, serpenteiam pelo peito e se instalam nos ossos, como tatuagens de batalhas invisíveis. Sofrimento que começa no pensamento, devora o espírito e termina na essência mais pura de quem sou.
Noites em claro, dias de peso insuportável, mas aqui estou, de pé.
E mesmo assim, a esperança não nos abandona, teimosa chama que resiste ao vento. Virão dias melhores, eu sei.
Um dia, isso tudo findará, como nuvem que se dissipa ao sol.
Estaremos felizes, reunidos à família, aos filhos que são nossa luz eterna, rindo sob céus limpos, livres das sombras.
A vida, afinal, guarda essa promessa para os que persistem.

Asas do Mesmo Pássaro


Esquerda e direita: asas do mesmo pássaro voraz, que voa alto sobre o rebanho adormecido. Elas batem em uníssono, fingindo oposição, enquanto o bico ceifa as liberdades que prometem defender. Os acéfalos, massa de manobra cega, agitam bandeiras opostas como se batalhassem por destinos distintos, mas servem ao mesmo voo predatório, manipulados por narrativas que os mantêm no chão, pisoteando uns aos outros em nome de ídolos vazios. Enquanto isso, desperta quem vê a gaiola: o multilateralismo, essa teia de tratados e cúpulas que escraviza nações soberanas a elites invisíveis. Esses visionários, que ousam questionar o consenso globalizado, são tachados de antidemocráticos, marginais, conspiracionistas. Silenciados por algoritmos, censurados em púlpitos digitais, exilados do debate público. O pássaro, incomodado, bica
os que ameaçam revelar suas penas sujas de ouro e poder. Mas o voo cessa quando as asas se rebelam contra o corpo e o rebanho, enfim, ergue os olhos para o céu.

REALIDADE PARALELA


Vivemos em réplicas de espelhos quebrados, onde o reflexo não devolve o rosto, mas o eco de um grito engolido. As mentes, lascadas como vidros sob o martelo do tempo, teias entre o frisson e o divino: o delírio vira profecia, o tremor das mãos se ergue como hino aos céus partidos. O que parece cura é veneno disfarçado de salvação, e o veneno, ah, ele se veste de milagre, cuspindo promessas em línguas que ninguém mais ouve. Aqui, o real se contorce como fumaça em vento contrário. Um homem ajoelha ante o altar de comprimidos partidos, crendo que a náusea é êxtase celestial, enquanto a multidão aplaude o surto como visão apocalíptica. Não é loucura, dizem; é revelação. Não é doença, insistem; é deus infiltrado nas veias. Mas o que aparenta ser santo desaba em abismo, e o abismo, fingindo luz, engole o que resta de nós. A distorção rasteja, invisível, reescrevendo o mundo: o céu chove cinzas que chamamos de bênçãos, o chão se abre em feridas que juramos serem portais. Fragmentos de mentes se chocam, confundindo o pus com óleo sagrado, e o que é se desfaz no que parece. Nesta paralela, a verdade não existe, só o eco de si mesma, distorcendo até o silêncio.

Há uma angústia silenciosa que se instala quando se percebe que já não se consegue resolver sozinho boa parte da própria vida. Não é apenas a dificuldade prática que pesa, mas a sensação profunda de invalidez, como se algo essencial tivesse sido retirado sem aviso. A autonomia, antes natural, passa a ser um privilégio distante, e cada decisão depende de terceiros, de permissões, de circunstâncias que fogem ao controle.
Essa condição corrói por dentro. O indivíduo sente-se diminuído, não por falta de vontade ou capacidade intelectual, mas por estar aprisionado a limites que não escolheu. Surge a frustração de querer agir e não poder, de saber o que precisa ser feito e ainda assim permanecer imóvel. A dependência forçada fere o orgulho, a identidade e a dignidade, criando um conflito constante entre o desejo de reagir e a realidade que impede qualquer movimento efetivo.

Sob a lona colorida do circo, o mundo parecia suspenso entre a fantasia e o espanto. As luzes se acendiam, os aplausos ecoavam e os sorrisos surgiam no rosto de quem assistia. O anão cruzava o picadeiro com passos firmes, arrancando risadas sinceras, enquanto a mulher barbuda surgia imponente, desafiando olhares e preconceitos com sua presença marcante.
No centro da arena, o homem bala de canhão se preparava. O silêncio tomava conta por um instante, até o estrondo cortar o ar e o público explodir em aplausos, vibrando com a coragem e o risco transformados em espetáculo. Tudo parecia mágico, intenso, vivo.
E então vinha o palhaço. Com sapatos grandes, maquiagem exagerada e um sorriso pintado no rosto, ele tropeçava, brincava, fazia o público rir e esquecer, nem que fosse por alguns minutos, os pesos do mundo lá fora. Crianças batiam palmas, adultos sorriam, e o circo cumpria seu papel de encantar.
Mas por trás da maquiagem e do riso fácil, havia silêncios que ninguém via. Porque nem sempre que o palhaço está sorrindo significa que ele esteja feliz.