Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Quero confessar que sempre fui usuário nas minhas relações consensuais da Ciência Aberta, prática que me tornou dependente da química do pensamento fora do padrão que é torturante, mas, inovador a cada dia que observo o nascer do sol e percebo que estou vivo de novo.
Existem segredos que jamais revelados aos olhos do homem. Eles nasceram e permanecerão ocultos até o último dia de vossa existência.
A poesia é o meio mais seguro de esconder do mundo todos os segredos e todas as vontades; também é uma forma de se chegar mais perto dele.
Alma! Algo intenso e grandioso, não podemos mensurar e nem definir; ela pesa o que sentimos no momento.
O mar presenciará o fim de vossos dias. Ele não dorme, vive em constante vigília. Mesmo quando em maré baixa, parecendo-vos esmorecido, ele observa e ouve atento e silencioso os vossos lamentos.
Assim como o verão se finda e o outono se aproxima, o ciclo de vossas vidas também findará como as estações do ano.
Não se doe totalmente, deixe o que é de vós para vós. Aquele a quem vos doastes poderá não compreender vossa intenção.
A vida é sábia, jamais erra. Ela apenas procura o jogador mais forte para que o jogo seja um grande desafio. Desafie a vida.
Nada é vosso, tudo passa de geração em geração, de ciclo em ciclo. O material fica, menos vossa alma que transmuta em ascensão.
É preciso despertar o adormecer da alma, lutar contra o medo do desconhecido. A cegueira do medo impede que a luz ultrapasse as barreiras contidas nas profundezas do âmago...
Quando vossos lábios não conseguirem pronunciar os vossos eloquentes verbos, vossas almas comunicar-se-ão no silêncio do momento.
A mente vaga nos mais ínfimos túneis da vida quando adoece. Alimentai-a com riquezas abundantes de sabedoria.
O medo impede-vos de abrir as asas e voar; limita-vos a observar a vida de um plano inferior. Abrirdes vossas asas sem medo, voar ultrapassa todos os limites.
Nós nos preocupamos tanto com as coisas materiais esquecendo-nos das grandezas espirituais aprofundadas em nosso espírito.
Vossos méritos poderão não ser vossos. A vida oportuniza para que cresçais, testando-vos, jogando o jogo do destino. Cuidado, se não souberdes jogar o jogo da vida; ela própria vos julgará tirando-vos do jogo.
Que jamais vos esqueçais da humildade doada para vossa jornada. Ela caminha convosco lado a lado. Só a sabedoria angariada pelos tropeços provará vossa resignação.
Não te censures pelas colocações pronominais; os verbos por si só, revelam-se. O dizer e o não dizer é uma metáfora de dois dizeres imprevisíveis.
Muitas vezes a vida é generosa demais convosco; de repente tudo aquilo que vos foi dado, vos foi tirado. Deveis vos perguntar: Fui generoso e humilde o suficiente para merecer o que me foi proporcionado? Ou fui egoísta e cruel para com a vida e os meus semelhantes? A vida faz justiça.
Pobres tolos aqueles que acreditam que a riqueza está no vosso ouro e no vosso cargo. A riqueza habita no vosso coração desde sempre.
Quando vós sois chamados à vida, um coração estagnado tornar-se-á responsável por vosso amadurecimento.
